O que você tem feito para ganhar almas? Esse video mostra a realidade de muitas pessoas hoje, se você só se preocupa com a sua salvação vale a pena conferir!Espero que gostem...
terça-feira, 29 de janeiro de 2008
segunda-feira, 7 de janeiro de 2008
Fome e medo após incêndio em 90 igrejas e centenas de casas
Saiba mais sobre a Igreja Perseguida na Índia
ÍNDIA (29º) - O distrito de Kandhamal, no Estado de Orissa, permanece sob tensão 10 dias após uma série de ataques anticristãos terem começado, e milhares de cristãos cujas casas foram incendiadas estão enfrentando fome e medo. Eles pedem orações de irmãos em todo o mundo.
“Cristãos locais que fugiram para as montanhas por temerem por suas vidas começaram a voltar devido à ostensiva presença da polícia e de seguranças pessoais”, disse o pastor Victor John.
O pastor foi à vila Udaigiri, na área de Mallikapur, em Kandhamal, como pregador convidado pela igreja batista no dia 24 de dezembro, dia em que começaram os ataques pelos extremistas hindus do Vishwa Hindu Parishad (Conselho Mundial Hindu ou VHP).
Victor John disse ao Compass que a atmosfera ainda está tensa apesar do deslocamento das tropas. “Eu estou planejando voltar para minha casa no Estado de Chhattisgarh, mas é muito arriscado”, declarou ele em um claro tom de nervosismo. “Preciso de orações.”
Um policial disse ao Serviço de Notícias Indo-Asiático (IANS) que apesar de não terem relatos de violência nos últimos dias, “a situação continua crítica”.
O IANS também declarou que pelo menos três casas foram queimadas em três ataques distintos no último dia 31 de dezembro nas vilas de Rabingia, Barpada e Daringbadi.
Saldo dos ataques
De acordo com um memorando submetido à Comissão Nacional de Direitos Humanos, líderes cristãos disseram que pelo menos 9 pessoas morreram, aproximadamente 90 igrejas foram incendiadas, 600 casas foram destruídas ou queimadas, e 5000 pessoas foram afetadas.
O memorando foi assinado pelo arcebispo católico de Délhi, o reverendo Vincent Concessão; pelo presidente do Conselho Geral dos Cristãos da Índia (AICC, sigla em inglês), Joseph D’Souza; pelo porta-voz da arquidiocese católica de Délhi, reverendo Dr. Dominic Emmanuel; e pelo secretário da Associação Cristã Legal, Lansinglu Rongmei, entre outros.
Dr. John Dayal, secretário- geral da AICC, declarou ao Compass que não há um relato oficial de quantas pessoas morreram nos tiroteios com a polícia, pela violência da multidão ou outros acontecimentos ocorridos durante o período de violência anticristã que começou na véspera de Natal.
“Muitas pessoas, incluindo moças, ainda estão desaparecidas”, disse Dayal, que estava visitando o distrito de Kandhamal numa missão de levantamento dos fatos.
“Nós não temos informações, e não sabemos se a polícia está procurando por eles. Fomos informados que cristãos foram presos, mas não há nenhuma declaração oficial. Os arruaceiros parecem estar livres em todo o distrito apesar do toque de recolher noturno”, disse o secretário da AICC.
Dificuldade de acesso, dificulta envio de ajuda
Dayal reclamou que nenhum grupo ligado às igrejas teve permissão de visitar as áreas afetadas, então o AICC não pode providenciar apoio psicológico às vítimas traumatizadas.
A polícia pediu que a equipe de Dayal deixasse Kandhamal no domingo (30 de dezembro), mas depois de ir para a capital do Estado Bhubaneswar, ele retornou para as vilas afetadas.
“Nós soubemos através de nossos líderes e outras pessoas que se comunicaram conosco que estão acontecendo discriminações na distribuição de ajuda, e que muitas famílias ainda não foram assistidas”, ele acrescentou.
"Funcionários do governo não estão ajudando as mulheres", ressaltou Dayal, dizendo que as mulheres deveriam trazer seus maridos ou filhos. “Nós tememos que isso seja uma desculpa para prender os homens”, ele disse.
Resposta violenta a conversões
As tensões em Kandhamal começaram no dia 24 de dezembro quando cristãos católicos e protestantes estavam levantando uma tenda para as comemorações de Natal.
Uma multidão liderada pelo VHP deu início ao violento ataque contra os cristãos e suas lojas para protestar contra o plano da celebração (leia mais).
Cristãos locais disseram que o líder do VHP, Swami Laxmananda Saraswati, um conhecido opositor dos cristãos por mais de uma década, estava por trás do ataque.
“Foi Saraswati que instigou a multidão a nos atacar”, declarou um cristão de Brahmani pedindo anonimato.
“Depois, os cristãos souberam que Saraswati estava vindo para começar novos ataques. Vários cristãos tentaram impedi-lo no caminho, o que resultou em um confronto entre os dois grupos; depois disso o VHP declarou que seu líder havia sido ferido e anunciou que agora os cristãos seriam atacados como vingança”.
Saraswati disse à mídia em 25 de dezembro que a razão para a violência foram as conversões dos cristãos locais. Estima-se que os cristãos sejam 16% do total da população do distrito de Kandhamal.
Pedidos de proteção
Cristãos de várias denominações de todo o país fizeram vários comícios para mostrar solidariedade com as vítimas, e se encontraram com líderes políticos, incluindo o primeiro- ministro, pedindo que eles garantissem a segurança dos cristãos em Orissa.
Pedidos por escrito foram submetidos ao primeiro ministro Manmohan Singh, ao presidente Pratibha Patil, ao ministro da Casa Civil, Shivraj Patil, ao ministro-chefe do Estado de Orissa, Naveen Patnaik, e ao governador Murlidhar Chandrakant Bhandare.
Um grupo de autores cristãos pediu um boicote contra o VHP por seu papel nos acontecimentos violentos em Orissa.
O Fórum dos Escritores, que se reúne em seu segundo encontro anual em Panjim, no Estado de Goa, requereu o boicote em um memorando ao presidente Pratibha Patil na segunda-feira (31 de dezembro).
O Fórum acusou os governos federal e do Estado de Orissa de apatia e falta de ação por causa de sua incapacidade de interromper com a violência premeditada, dizendo que os abusos em andamento trazem “prejuízos internacionais para a reputação da Índia”.
A polícia, no entanto, diz que o terreno peculiar da área dificulta seus movimentos e esforços para chegar aos locais de conflito em tempo.
"Kandhamal, que tem uma área de 8.021 quilômetros quadrados, tem apenas 15 delegacias de polícia com uma força de 647 policiais, que cuida de uma população de 648.201”, disseram as autoridades ao jornal “Hindustan Times”.
Tradução: Cláudia Veloso
Notícia publicada no portas abertas no dia 07/01/2008
Fonte: Compass Direct e www.portasabertas.org.br
ÍNDIA (29º) - O distrito de Kandhamal, no Estado de Orissa, permanece sob tensão 10 dias após uma série de ataques anticristãos terem começado, e milhares de cristãos cujas casas foram incendiadas estão enfrentando fome e medo. Eles pedem orações de irmãos em todo o mundo.
“Cristãos locais que fugiram para as montanhas por temerem por suas vidas começaram a voltar devido à ostensiva presença da polícia e de seguranças pessoais”, disse o pastor Victor John.
O pastor foi à vila Udaigiri, na área de Mallikapur, em Kandhamal, como pregador convidado pela igreja batista no dia 24 de dezembro, dia em que começaram os ataques pelos extremistas hindus do Vishwa Hindu Parishad (Conselho Mundial Hindu ou VHP).
Victor John disse ao Compass que a atmosfera ainda está tensa apesar do deslocamento das tropas. “Eu estou planejando voltar para minha casa no Estado de Chhattisgarh, mas é muito arriscado”, declarou ele em um claro tom de nervosismo. “Preciso de orações.”
Um policial disse ao Serviço de Notícias Indo-Asiático (IANS) que apesar de não terem relatos de violência nos últimos dias, “a situação continua crítica”.
O IANS também declarou que pelo menos três casas foram queimadas em três ataques distintos no último dia 31 de dezembro nas vilas de Rabingia, Barpada e Daringbadi.
Saldo dos ataques
De acordo com um memorando submetido à Comissão Nacional de Direitos Humanos, líderes cristãos disseram que pelo menos 9 pessoas morreram, aproximadamente 90 igrejas foram incendiadas, 600 casas foram destruídas ou queimadas, e 5000 pessoas foram afetadas.
O memorando foi assinado pelo arcebispo católico de Délhi, o reverendo Vincent Concessão; pelo presidente do Conselho Geral dos Cristãos da Índia (AICC, sigla em inglês), Joseph D’Souza; pelo porta-voz da arquidiocese católica de Délhi, reverendo Dr. Dominic Emmanuel; e pelo secretário da Associação Cristã Legal, Lansinglu Rongmei, entre outros.
Dr. John Dayal, secretário- geral da AICC, declarou ao Compass que não há um relato oficial de quantas pessoas morreram nos tiroteios com a polícia, pela violência da multidão ou outros acontecimentos ocorridos durante o período de violência anticristã que começou na véspera de Natal.
“Muitas pessoas, incluindo moças, ainda estão desaparecidas”, disse Dayal, que estava visitando o distrito de Kandhamal numa missão de levantamento dos fatos.
“Nós não temos informações, e não sabemos se a polícia está procurando por eles. Fomos informados que cristãos foram presos, mas não há nenhuma declaração oficial. Os arruaceiros parecem estar livres em todo o distrito apesar do toque de recolher noturno”, disse o secretário da AICC.
Dificuldade de acesso, dificulta envio de ajuda
Dayal reclamou que nenhum grupo ligado às igrejas teve permissão de visitar as áreas afetadas, então o AICC não pode providenciar apoio psicológico às vítimas traumatizadas.
A polícia pediu que a equipe de Dayal deixasse Kandhamal no domingo (30 de dezembro), mas depois de ir para a capital do Estado Bhubaneswar, ele retornou para as vilas afetadas.
“Nós soubemos através de nossos líderes e outras pessoas que se comunicaram conosco que estão acontecendo discriminações na distribuição de ajuda, e que muitas famílias ainda não foram assistidas”, ele acrescentou.
"Funcionários do governo não estão ajudando as mulheres", ressaltou Dayal, dizendo que as mulheres deveriam trazer seus maridos ou filhos. “Nós tememos que isso seja uma desculpa para prender os homens”, ele disse.
Resposta violenta a conversões
As tensões em Kandhamal começaram no dia 24 de dezembro quando cristãos católicos e protestantes estavam levantando uma tenda para as comemorações de Natal.
Uma multidão liderada pelo VHP deu início ao violento ataque contra os cristãos e suas lojas para protestar contra o plano da celebração (leia mais).
Cristãos locais disseram que o líder do VHP, Swami Laxmananda Saraswati, um conhecido opositor dos cristãos por mais de uma década, estava por trás do ataque.
“Foi Saraswati que instigou a multidão a nos atacar”, declarou um cristão de Brahmani pedindo anonimato.
“Depois, os cristãos souberam que Saraswati estava vindo para começar novos ataques. Vários cristãos tentaram impedi-lo no caminho, o que resultou em um confronto entre os dois grupos; depois disso o VHP declarou que seu líder havia sido ferido e anunciou que agora os cristãos seriam atacados como vingança”.
Saraswati disse à mídia em 25 de dezembro que a razão para a violência foram as conversões dos cristãos locais. Estima-se que os cristãos sejam 16% do total da população do distrito de Kandhamal.
Pedidos de proteção
Cristãos de várias denominações de todo o país fizeram vários comícios para mostrar solidariedade com as vítimas, e se encontraram com líderes políticos, incluindo o primeiro- ministro, pedindo que eles garantissem a segurança dos cristãos em Orissa.
Pedidos por escrito foram submetidos ao primeiro ministro Manmohan Singh, ao presidente Pratibha Patil, ao ministro da Casa Civil, Shivraj Patil, ao ministro-chefe do Estado de Orissa, Naveen Patnaik, e ao governador Murlidhar Chandrakant Bhandare.
Um grupo de autores cristãos pediu um boicote contra o VHP por seu papel nos acontecimentos violentos em Orissa.
O Fórum dos Escritores, que se reúne em seu segundo encontro anual em Panjim, no Estado de Goa, requereu o boicote em um memorando ao presidente Pratibha Patil na segunda-feira (31 de dezembro).
O Fórum acusou os governos federal e do Estado de Orissa de apatia e falta de ação por causa de sua incapacidade de interromper com a violência premeditada, dizendo que os abusos em andamento trazem “prejuízos internacionais para a reputação da Índia”.
A polícia, no entanto, diz que o terreno peculiar da área dificulta seus movimentos e esforços para chegar aos locais de conflito em tempo.
"Kandhamal, que tem uma área de 8.021 quilômetros quadrados, tem apenas 15 delegacias de polícia com uma força de 647 policiais, que cuida de uma população de 648.201”, disseram as autoridades ao jornal “Hindustan Times”.
Tradução: Cláudia Veloso
Notícia publicada no portas abertas no dia 07/01/2008
Fonte: Compass Direct e www.portasabertas.org.br
Espiritismo Cristão?
Tipo: Seitas e heresias / Autor: Pr. Airton Evangelista da Costa
O Espiritismo fala em “evangelizar”, em “consciência cristã”, em “Espiritismo cristão”. Para sabermos se o Espiritismo é ou não cristão, nada melhor do que fazermos o confronto de suas doutrinas com as do Cristianismo.
Vejamos o que é ser cristão.
(1) “Cristão [do gr. Christhos, messias] – Aquele que vive de conformidade com os ensinamentos de Cristo. Não basta crer em Cristo para ser cristão; é necessário, antes de tudo, executar os mandamentos deixados por Ele. Os melhores cristãos são os que se parecem com Cristo. Foi em Antioquia que os seguidores de Cristo passaram a ser conhecidos como cristãos - At 11.26” (Dicionário Teológico, Claudionor C. de Andrade). (2) “Cristão [Do lat. Chrstianu] – Do, ou relativo ou pertencente ao Cristianismo. Que o professa. Aquele que professa o Cristianismo, que é sectário dele” (Dicionário Aurélio). “Cristão– Seguidor de Cristo - At 11.26” (Dicionário da Bible Online).
Em síntese, ser cristão é crer que Jesus é o Filho de Deus, o Verbo que estava no princípio com Deus e que era Deus, e que se fez homem e habitou entre nós (Jo 1.1,2,14; 3.18); é ser obediente aos Seus mandamentos (Jo 14.21); é ensinar o Evangelho que Ele nos ensinou (Mt 28.19-20); é crer que a Bíblia registra com fidelidade o Seu Evangelho (Jo 14.26); é crer que a Bíblia é a única regra de fé e prática (Jo 17.17; Rm 10.17; 2 Tm 3.16-17).
Escolhemos para análise comparativa os seguintes temas: a divindade de Jesus; Sua ressurreição; Suas aparições; Seu corpo; A Bíblia Sagrada, O Espírito Santo, o Juízo Final, a volta de Cristo e o arrebatamento da Igreja.
A Divindade de Jesus
O que ensina o Cristianismo
“No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. O Verbo se fez carne, e habitou entre nós” (Jo 1.1,14). “Quem me vê a mim, vê o Pai” (Jo 14.9; cf. Jo 8.19). “Eu e o Pai somos um. Sendo homem, te fazes Deus a ti mesmo” (Jo 10.30-33). “Em verdade, em verdade eu vos digo: Antes que Abraão existisse, Eu Sou” (Jo 8.58). “E Simão Pedro, respondendo, disse: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo” (Mt 16.16; cf Mt 14.33; Lc 1.35; Jo 1.49). O título `O Filho de Deus´, não recusado por Jesus, designa uma relação eterna entre o Filho e o Pai na Deidade. O Verbo, isto é, o Filho, estava com Deus no princípio e era Deus. “Ele é considerado `Filho´, não porque em certo tempo começou a derivar Seu ser do Pai (em tal caso, Ele não poderia ser coeterno com o Pai), mas porque Ele é e sempre foi a expressão do que o Pai é (cf. Jo 14.9). As palavras em Hebreus 1.3: `O qual [Jesus], sendo o resplendor da sua glória [de Deus], e a expressa imagem da sua pessoa [de Deus], são definições do que significa Filho de Deus” (Notes on Galatians, de Hogg e Vine, pp.99,100, citado pelo Dicionário VINE).
O que ensina o Espiritismo:
“Esta passagem dos Evangelhos [Jo 1.1,14] é a única que, à primeira vista, parece encerrar implicitamente uma idéia de identificação entre Deus e a pessoa de Jesus. Não exprimem senão uma opinião pessoal [de João]. Jesus pode, pois, estar encarregado de transmitir a palavra de Deus sem ser Deus” (Obras Póstumas, Alan Kardec, 1993, 1a edição, p. 145 e 146).
Apresentamos acima apenas algumas passagens em que a divindade de Jesus está explícita ou implícita. Há outras em que Ele perdoa pecados e garante a salvação (Lc 23.43), aceita a adoração que somente a Deus é devida (Mt 4.10; 8.2; 14.33; Jo 9.35-39), não recusa ser chamado de Deus (Jo 20.27-29), e diz que tem direito à mesma honra que é prestada a Deus (Jo 5.23-24). Qual a prova de que o que o apóstolo João escreveu foi apenas opinião pessoal? Todos os quatro evangelistas deram opiniões pessoais, sem valor? Não. A Bíblia é a palavra de Deus, e foi escrita sob inspiração divina (1 Jo 1.1-3). A sinceridade e a verdade de suas palavras decorrem da condição testemunhas oculares. Não emitiram apenas uma opinião pessoal. Eles acompanharam o Mestre em todo o Seu ministério, do início da pregação do Evangelho até Sua ascensão. Pedro é incisivo: “Porque não vos fizemos saber a virtude e a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, seguindo fábulas artificialmente compostas, mas nós mesmos vimos a sua majestade” (2 Pe 1.16). Os apóstolos não defenderam teses; falaram de fatos reais por eles presenciados.
A Ressurreição de Jesus
O que ensina o Cristianismo
“Mas, depois de eu ressuscitar, irei adiante de vós para a Galiléia” (Mt 26.32; Mc 14.28 = Jesus). “E o entregarão [o Filho do homem] aos gentios para que dele escarneçam, e o açoitem, e crucifiquem, e ao terceiro dia ressuscitará” (Mt 20.19 = Jesus). “Derribai este templo, e em três dias o levantarei” (Jo 2.19 = Jesus). “Quando, pois, ressuscitou dos mortos, os seus discípulos lembraram-se de que lhes dissera isso” (Jo 2.22). “Desde então, começou Jesus a mostrar aos seus discípulos que convinha ir a Jerusalém, e padecer muito dos anciãos, e dos principais dos sacerdotes, e dos escribas, e ser morto, e ressuscitar ao terceiro dia” (Mt 16.21). “Ele não está aqui, porque já ressuscitou, como tinha dito. Vinde e vede o lugar onde o Senhor jazia. Ide, pois, imediatamente, e dizei aos seus discípulos que já ressuscitou dos mortos” (Mt 28.6-7). “Porque foi para isto que morreu Cristo, e ressurgiu, e tornou a viver, para ser Senhor, tanto dos mortos, como dos vivos” (Rm 14.9). Vejam o que o Apóstolo diz: “E que foi sepultado, e que ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras” (1 Co 15.4); “Depois foi visto, uma vez, por mais de quinhentos irmãos... por Tiago, por todos os apóstolos, por mim” (vv.6,7,8). Em tom de repreensão, prossegue: “Ora, se se prega que Cristo ressuscitou dentre os mortos, como dizem alguns dentre vós que não há ressurreição de mortos? E, se Cristo não ressuscitou, logo é vã a nossa pregação, e também vã a nossa fé... mas de fato Cristo ressuscitou entre os mortos e foi feito primícias dos que dormem” (vv.12-20). O significado de ressuscitar: “Fazer voltar à vida. Tornar a viver, após ter morrido” (Mini Dicionário Aurélio).
O que ensina o Espiritismo
“A reencarnação fazia parte dos dogmas dos judeus, sob o nome de ressurreição.... Designavam pelo termo ressurreição o que o Espiritismo, mais judiciosamente, chama de reencarnação. A ressurreição dá idéia de voltar à vida o corpo que já está morto, o que a Ciência demonstra ser materialmente impossível, sobretudo quando os elementos desse corpo já se acham desde muito tempo dispersos e absorvidos” (O Evangelho Segundo o Espiritismo (E.S.E.), Allan Kardec, cap. IV, item 4).
Os fatos comprovam que Jesus ressurgiu dos mortos, ou seja, ressuscitou corporalmente, voltou a viver. Se os discípulos tinham alguma dúvida sobre o assunto, após a ressurreição de Jesus tudo ficou esclarecido. A partir daí, passaram anunciar, não o Cristo morto, mas o Cristo vivo: “Aos quais também [aos apóstolos], depois de ter padecido, se apresentou vivo, com muitas e infalíveis provas, sendo visto por eles por espaço de quarenta dias e falando do que respeita ao Reino de Deus” (At 1.3). Esses homens falaram com a inquestionável autoridade de quem viu, ouviu e tocou: “O que era desde o princípio, o que vimos com os nossos olhos, o que temos contemplado, e as nossas mãos tocaram da Palavra da vida, o que vimos e ouvimos, isso vos anunciamos...” (1 Jo 1.1,3).
As Aparições de Jesus
O que ensina o Cristianismo
“E eles, espantados e atemorizados, pensavam que viam algum espírito. E Jesus lhes disse: Por que estais perturbados e por que sobem tais pensamentos aos vossos corações? Vede as minhas mãos e os meus pés, que sou eu mesmo. Apalpai-me e vede, pois um espírito não tem carne nem ossos, como vedes que eu tenho. Tendes aqui alguma coisa que comer? Então eles apresentaram-lhe parte de um peixe assado, e um favo de mel. O que Ele tomou, e comeu diante deles” (Lc 24.37-43). “Jesus disse a Tomé: Põe aqui o teu dedo, e vê as minhas mãos; e chega a tua mão, e põe-na no meu lado; e não sejas incrédulo, mas crente” (Jo 20.27).
O que ensina o Espiritismo
“As aparições de Jesus depois de sua morte são narradas por todos os evangelistas com detalhes circunstanciados que não permitem duvidar da realidade do fato. Aliás, elas se explicam perfeitamente pelas leis fluídicas e pelas propriedades do perispírito, e nada apresentam de anômalo... Reconhece-se nelas [nas aparições] todos os caracteres de um ser fluídico. Aparece inopinadamente e desaparece da mesma forma; é visto por uns e por outros sob aparência, que não o fazem reconhecido, nem mesmo por seus discípulos. Sua linguagem não tem a vivacidade de um ser corporal; tem o tom breve e sentencioso... Jesus mostrou-se, pois, com seu corpo perispiritual, o que explica não ter sido visto por aqueles a quem desejava mostrar-se; se estivesse em seu corpo carnal, teria sido visto por todos, como quando era vivo” (A Gênese, Allan Kardec, 14a edição, 1985, cap XV-61, p. 300/301).
“Depois de sua ressurreição, quando ele quis deixar a Terra, não morre; seu corpo se eleva, se desvanece e desaparece sem deixar nenhum sinal, prova evidente de que esse corpo era de outra natureza que não aquele que pereceu sobre a cruz; de onde será forçoso concluir que se Jesus pôde morrer, é que tinha corpo carnal” (Ibidem, p. 303-304).
Não ficou bem clara a posição de Allan Kardec a respeito do corpo carnal de Jesus. Se o corpo ressurreto “era de outra natureza”, isto é, diferente do que foi crucificado, é forçoso perguntarmos onde foi parar o corpo carnal. Ora, o próprio autor da tese espírita declara que Jesus “tinha corpo carnal”. Eis suas explicações:
“O desaparecimento do corpo de Jesus após sua morte foi objeto de numerosos comentários... Uns viram neste desaparecimento um fato milagroso; outros supuseram uma remoção clandestina. Segundo outra opinião, Jesus não teria jamais revestido um corpo carnal, mas somente um corpo fluídico... e dizem que assim se explica que seu corpo, retornado ao estado fluídico, pôde desaparecer do sepulcro, e foi com este mesmo corpo que ele se teria mostrado depois de sua morte. Sem dúvida, um fato destes não é radicalmente impossível... A questão é, pois, de saber se tal hipótese é admissível, se ela é confirmada ou contraditada pelos fatos” (Ibidem, cap XV-64, p.302-303).
Após mostrar-se simpatizante da idéia segunda a qual Jesus nunca teve um corpo carnal – “sem dúvida, um fato destes não é radicalmente impossível” -, o autor de A Gênese conclui que “Jesus teve, pois, como todos, um corpo carnal e um corpo fluídico, o que é confirmado pelos fenômenos materiais e pelos fenômenos psíquicos que assinalaram sua vida” (Ibidem, cap XV-66, p. 304). Analisemos:
O Espiritismo afirma que Jesus não foi reconhecido e não foi visto em suas aparições por tratar-se de um “ser fluídico”. O que diz o Cristianismo:
“Abriram-se-lhes os olhos [de dois discípulos a caminho de Emaús], e o conheceram...” (Lc 24.31). Jesus, aos onze discípulos: “Vede as minhas mãos e os meus pés, que sou eu mesmo; apalpai-me e vede, pois um espírito não tem carne nem ossos, como vedes que eu tenho” (Lc 24.39). Jesus não se declara como um “ser fluídico”, um perispírito ou um fantasma. Jesus foi reconhecido por Maria Madalena (Jo 20.16); reconhecido por Tomé: “Porque me viste, Tomé, creste” (Jo 20.27-29); reconhecido por alguns discípulos junto ao mar de Tiberíades: “E nenhum dos discípulos ousava perguntar-lhe: Quem és tu? sabendo que era o Senhor” (Jo 21.12); e “foi visto, uma vez, por mais de quinhentos irmãos...” (1 Co 15.6).
O Espiritismo diz que a linguagem de Jesus, nas aparições, “não tem a vivacidade de um ser corporal; tem o tom breve e sentencioso...”. O que diz o Cristianismo:
Jesus conversou demoradamente com os dois discípulos a caminho de Emaús (Lc 24.15-31), com seus discípulos (Lc 24.36-51), com sete discípulos que estavam pescando, ocasião em que deu várias orientações a Pedro (Jo 21.1-23). Em nenhuma hipótese podemos considerar que não houve vivacidade nas palavras de Jesus, ou que seu tom fora breve e sentencioso.
O Espiritismo diz que Jesus mostrou-se com o seu “corpo perispiritual”. O próprio Jesus responde: “Espírito [ou perispírito] não tem carne nem ossos, como vedes que eu tenho” (Lc 24.39).
O Corpo de Jesus
O que teria acontecido com o corpo carnal de Jesus? O Espiritismo afirma que ele tinha um corpo carnal e um corpo fluídico, como todos os homens têm. Entendo que isto seja traduzido como corpo e espírito. O espírito, na Sua morte, foi entregue ao Pai (Lc 23.46). O Seu corpo foi guardado no sepulcro (Lc 23.53).
O Espiritismo não firma uma posição sobre o assunto. Apenas informa que o “desaparecimento do corpo de Jesus após sua morte foi objeto de numerosos comentários”; que os evangelistas declaram que o corpo não foi encontrado no sepulcro; que uns viram nisso um fato milagroso; outros supuseram uma remoção clandestina (A Gênese, cap. XV-64, p. 302).
O Cristianismo afirma que o corpo de Jesus foi muito bem guardado por soldados fortemente armados, e a entrada do sepulcro foi fechada com uma pedra que recebeu o selo imperial romano (Mt 27.64-66). Por se tratar de algo completamente fora de cogitação, não prosperou a mentira dos judeus sobre o furto do corpo (Mt 28.11-15). A resposta para o “desaparecimento” do corpo é simples: (1) “Desde então, começou Jesus a mostrar aos seus discípulos que convinha ir a Jerusalém, e padecer muito dos anciãos, e dos principais dos sacerdotes, e dos escribas, e ser morto, e ressuscitar ao terceiro dia” (Mt 16.21); (2) O Filho do homem “ressuscitará ao terceiro dia” (Mt 20.19; Lc 9.22). A ressurreição corporal de Jesus é a essência do Cristianismo. Por fim, ouçamos o apóstolo Paulo:
“Porque primeiramente vos entreguei o que também recebi; que Cristo foi sepultado, e que ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras, e que foi visto por Cefas e depois pelos doze. Depois, foi visto por mais de quinhentos irmãos... Ora, se se prega que Cristo ressuscitou dos mortos, como dizem alguns dentre vós que não há ressurreição de mortos. E, se não há ressurreição de mortos, também Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, logo é vã a nossa pregação, e também vã a nossa fé. Cristo ressuscitou dos mortos e foi feito as primícias dos que dormem” (1 Co 15.3-20).
A Bíblia Sagrada
O que ensina o Cristianismo
“Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade” (Jo 17.17 = Jesus). “Eles [os irmãos do rico que estava em tormentos] têm Moisés e os profetas; ouçam-nos” (Lc 16.29 = Jesus). Jesus validou o Pentateuco e os Livros Proféticos. “Não penseis que vim destruir a Lei ou os profetas; eu não vim destruir, mas cumprir; nem um jota ou um til se omitirá da lei, sem que tudo seja cumprido” (Mt 5.17,18). “Toda a Escritura divinamente é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção e para a instrução na justiça, para que o homem de Deus seja apto e plenamente preparado para toda boa obra” (2 Tm 3.16-NVI). Paulo está dizendo que a Bíblia é o padrão para nossa vida cristã, nossa bússola, nossa regra de fé. “Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus” (Mt 22.29 = Jesus). Para o cristão é fundamental conhecer a Bíblia. O Apóstolo não deixa por menos: “Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade” (2 Tm 2.15).
O que ensina o Espiritismo
“Diremos, pois, que a Doutrina Espírita, ou o Espiritismo, tem por princípio as relações do mundo material com os Espíritos, ou seres do mundo invisível. Os adeptos do Espiritismo serão os espíritas ou, se se quiser, os espiritistas. O Livro dos Espíritos contém especialmente a doutrina ou teoria do Espiritismo que, num sentido geral, pertence à escola espiritualista, da qual apresenta uma das fases” (O Livro dos Espíritos, Allan Kardec, 1997, Introdução, p. 11).
Allan Kardec está ensinando que os adeptos do Espiritismo deverão ser chamados “espíritas” ou “espiritistas”, e que a doutrina espírita está contida em O Livro dos Espíritos, isto é, não está na Bíblia. Continua Kardec:
“Muitos pontos dos Evangelhos, da Bíblia e dos autores sacros em geral são ininteligíveis, parecendo alguns até disparatados, por falta da chave que faculte se lhes aprenda o verdadeiro sentido. Essa chave está completa no Espiritismo... As instruções que promanam dos Espíritos são verdadeiramente as vozes do céu que vêm esclarecer os homens e convidá-los à prática do Evangelho” (E.S.E. introdução, 90a edição, p. 27,28).
A prática do Evangelho via pregação do Espiritismo é inteiramente inviável, como se vê no confronto das duas doutrinas. A “chave” para facilitar o entendimento dos evangelhos teria chegado com um atraso de muitos séculos. As Boas Novas foram trazidas pelo Verbo encarnado, e a Igreja recebeu a missão de dar prosseguimento à obra (Mt 4.23; Mt 11.5; 24.14; 26.13; Mc 16.15). O Apóstolo advertiu os gálatas das investidas dos que “querem transtornar o evangelho de Cristo”. Não usa de meias palavras: “Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, que seja amaldiçoado. Porque não o recebi, nem aprendi de homem algum, mas pela revelação de Jesus Cristo” (Gl 1.7,8,12). O esclarecimento do evangelho não teve início nos tempos modernos através dos “espíritos”. Paulo começou a ensiná-lo e a esclarecê-lo há quase dois mil anos. Até hoje as cartas paulinas são orientação segura para cristãos do mundo inteiro. A Bíblia foi escrita por homens tementes a Deus e conscientes de suas responsabilidades:
“A minha palavra e a minha pregação não consistiram em palavras persuasivas de sabedoria humana, mas em demonstração do Espírito e de poder... falamos a sabedoria de Deus, oculta em mistério... Deus no-las revelou [as coisas ocultas] pelo seu Espírito, porque o Espírito penetra todas as coisas... falamos, não com palavras de sabedoria humana, mas com as que o Espírito Santo ensina, comparando coisas espirituais com as espirituais” (1 Co 2.4,7,10,13). E prossegue, respondendo aos incrédulos: “Porque nós não somos, como muitos, falsificadores da palavra de Deus; antes, falamos de Cristo com sinceridade, como de Deus na presença de Deus” (2 Co 2.17).
Jesus comissionou seus apóstolos como mestres, considerados por Ele capazes de dar continuidade ao ensino do evangelho: “Ide... ensinando... e eis que estou convosco” (Mt 28.19-20). Os apóstolos receberiam o auxílio sobrenatural do Espírito Santo. “O Espírito Santo vos ensinará todas as coisas”, vos guiará em toda a verdade” (Jo 14.26, 16.13). Não a verdade científica ou filosófica, mas toda a verdade de Cristo. Não confundamos Espírito Santo com espíritos desencarnados. O ensino do evangelho puro começou a ser ensinado pelos discípulos logo após a ascensão de Jesus (At 2.14). Portanto, não foi uma legião de espíritos que surgiu em socorro aos discípulos para que melhor entendessem o evangelho.
O Espírito Santo
O que ensina o Cristianismo
“E rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre” (Jo 14.16). A palavra “outro”, traduzida do grego “allon”, significa “outro da mesma espécie”; e “consolador”, do grego “parakletos”, tem o sentido de “alguém chamado para ficar ao lado de outro para o ajudar”. Jesus explica quem é o Consolador: “Aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito” (Jo 14.26). O Espírito Santo é o que nos convence do pecado, da justiça e do juízo (Jo 16.8).
O Consolador é o Espírito de Juízo (Is 4.4); Espírito de Sabedoria, de Conselho, de Inteligência, de Poder (Is 11.2); Espírito do Senhor (Is 61.1); Espírito de Deus (Mt 3.16); o Espírito da Verdade (Jo 14.17); Espírito de Santidade (Rm 1.4); Espírito de Vida (Rm 8.32); Espírito do Filho (Gl 4.6); Espírito Eterno (Hb 9.14); Espírito de Graça (Zc 12.10). o Espírito da Profecia (Ap 19.10). Seus atributos são os mesmos da Divindade: eternidade (Hb 9.14); onipresença (Sl 139.7-10); onipotência (Lc 1.35); onisciência (1 Co 2.10).
O que ensina o Espiritismo
“Jesus promete outro Consolador: o Espírito de Verdade, que o mundo ainda não conhece, por não estar maduro para o compreender, consolador que o Pai enviará para ensinar todas as coisas e para relembrar o que o Cristo há dito... O Espiritismo vem, na época predita, cumprir a promessa do Cristo: preside ao seu advento o Espírito de Verdade. Ele chama os homens à observância da lei: ensina todas as coisas fazendo compreender o que Jesus só disse por parábolas... O Espiritismo vem trazer a consolação suprema aos deserdados da Terra... Assim, o Espiritismo realiza o que Jesus disse do Consolador prometido: conhecimento das coisas, fazendo que o homem saiba donde vem, para onde vai e por que está na Terra; atrai para os verdadeiros princípios da lei de Deus e consola pela fé e pela esperança” (E.S.E., cap. VI, itens 3 e 4, p. 134-135).
No particular, a palavra do Espiritismo destoa totalmente do ensino de Jesus. Se fôssemos esperar o ensino espírita para podermos compreender o que Jesus nos revelou, teríamos perdido dezenove séculos, levando em conta que O Livro dos Espíritos foi publicado em 1857.
O Juízo Final
O que ensina o Cristianismo
“Aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo” (Hb 9.27). Esta palavra é uma pedra no caminho da reencarnação porque contesta a teoria de muitas mortes e muitos nascimentos e assegura que após a morte segue-se o juízo. (2) “O Senhor sabe livrar os piedosos da provação e manter em castigo os ímpios para o Dia do Juízo” (2 Pe 2.9). (3) “Uma certa expectação horrível de juízo” (Hb 10.27). (4) “Para a ressurreição da condenação” (Jo 5.29). (5) “Mas eu vos digo que de toda palavra ociosa que os homens disserem hão de dar conta no Dia do Juízo” (Mt 12.36 = Jesus). (6) “Porque todos devemos comparecer ante o tribunal de Cristo” (2 Co 5.10) (7) “E os mortos foram julgados pelas coisas que estavam escritas nos livros, segundo as suas obras” (Ap 20.12). No final dos tempos, os ímpios ressuscitarão e serão condenados ao castigo eterno (Jo 5.29; Ap 20.5). “E aquele que não foi achado escrito no livro da vida [do Cordeiro] foi lançado no lago de fogo” (Ap 20.15; 13.8). A salvação ocorre pela graça, mediante a fé na Pessoa do Senhor Jesus Cristo (Ef 2.8-9, cf. Jo 3.18 e Rm 10.9).
O que ensina o Espiritismo
“A doutrina de um julgamento final, único e universal, que coloca fim a toda a humanidade, repugna à razão, no sentido em que ela implicaria a inatividade de Deus durante a eternidade que precedeu a criação da Terra, e a eternidade que se seguirá à sua destruição; Não há, pois, falando corretamente, julgamento final, mas há julgamentos gerais, em todas as épocas de renovação parcial ou total da população dos mundos...” (A Gênese, cap. XVII-64, 67, p. 342-343). “Deus dá ao homem oportunidade nas novas existências, a fim de reparar os erros passados” (O Livro dos Espíritos, quesito 964, p.318). “O fim da reencarnação é o melhoramento progressivo da Humanidade” (Ibidem, quesito 167). “As encarnações sucessivas são sempre muito numerosas, porque o progresso é quase infinito”; “Depois da última encarnação, o Espírito se torna feliz, e é considerado um Espírito puro” (Ibidem, quesitos 169 e 170, p. 94/95).
O Juízo Final não significa extermínio da humanidade. Deus é Deus dos vivos. O Espiritismo não considera a verdade bíblica da ressurreição. Ora, como Jesus disse, os salvos ressuscitarão para viverem eternamente com Deus (Jo 5.29). Como vimos, ao ensinar que todos terão a mesma oportunidade de atingir a perfeição, o Espiritismo nega a realidade bíblica do Juízo Final. Vale lembrar as palavras do Mestre, em oposição a tal ensino: “Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos” (Mt 25.41).
A Volta de Cristo e o Arrebatamento da Igreja
O que ensina o Cristianismo
O Cristianismo ensina que o Senhor Jesus voltará para buscar a sua Igreja, a partir do que terão início os demais acontecimentos escatológicos que culminarão com o Juízo Final. Jesus nos garantiu: "E, se eu for e vos preparar lugar, virei outra vez e vos levarei para mim mesmo, para que, onde eu estiver, estejais vós também" (Jo 14.3). "Não vos deixarei órfãos; voltarei para vós" (Jo 14.18). "Aquele que testifica estas coisas diz: certamente, cedo venho" (Ap 22.20). Palavras de dois anjos: "Esse Jesus, que dentre vós foi recebido no céu, há de vir, assim como para o céu o vistes ir" (At 1.11). Jesus fala do arrebatamento: "E ele enviará os seus anjos, com rijo clamor de trombeta, os quais ajuntarão os seus escolhidos..."(Mt 24.31; cf. 1 Ts 4.13-18).
O que ensina o Espiritismo
“Jesus anuncia seu segundo advento [a Sua volta], mas não diz que virá sobre a terra com um corpo carnal, nem que o Consolador será personificado nele” (A Gênese, cap. XVII-45, p.334). “Este quadro [Mt 24.15-22; 6-8; 11-14; 29-34; 37-38] do fim dos tempos é evidentemente alegórico como a maior parte dos que Jesus apresenta. As imagens que ele contém são, por sua energia, de molde a impressionar as inteligências ainda subdesenvolvidas. O Filho do homem vindo sobre as nuvens do céu, com grande majestade, rodeado de seus anjos e com o ruído das trombetas, lhes parecia muito mais imponente que um ser investido apenas de poder moral” (Ibidem, XVII-54, p. 338).
No entender de Kardec, Jesus foi a “segunda revelação de Deus” (E.S.E., cap I-6, p. 59) e que veio em missão divina nos ensinar a elevada moral evangélica. Levando em conta este conceito, não se pode admitir que Jesus tenha em algum momento faltado com a verdade. Logo, Suas palavras têm uma significativa importância para o Espiritismo. Necessário esclarecer que a vinda do Senhor e o conseqüente “resgate” dos seus são promessas bastante claras: “Eu virei outra vez e vos levarei para mim mesmo”. As vezes em que Jesus falou em parábolas foi para transmitir através delas uma realidade espiritual, e não uma inverdade. O arrebatamento da igreja, incompatível com a teoria da reencarnação, não é uma palavra figurativa. Jesus levaria para Si pessoas que ainda não completaram o ciclo de encarnações? Como ficariam na vinda de Jesus os espíritos ainda sujeitos a novas vidas corpóreas para expungir suas impurezas? A verdade do Cristianismo é que os que morreram em Cristo estão salvos; não dependem de sacrifícios pós-morte (Lc 16.22; cf. 1 Ts 4.16-17).
Jesus possui “apenas poder moral” e por isso teria criado um quadro majestoso, imaginário e irreal de Seu retorno? Vamos ver se o Seu poder é assim limitado: Ele andou sobre as águas; transformou água em vinho; curou leprosos, cegos e paralíticos; perdoou pecados; multiplicou pães e peixes; expulsou demônios; predisse sua própria ressurreição ao terceiro dia, e ainda afirmou que “todo o poder me é dado no céu e na terra” (Mt 28.18).
Fonte: www.palavradaverdade.com
O Espiritismo fala em “evangelizar”, em “consciência cristã”, em “Espiritismo cristão”. Para sabermos se o Espiritismo é ou não cristão, nada melhor do que fazermos o confronto de suas doutrinas com as do Cristianismo.
Vejamos o que é ser cristão.
(1) “Cristão [do gr. Christhos, messias] – Aquele que vive de conformidade com os ensinamentos de Cristo. Não basta crer em Cristo para ser cristão; é necessário, antes de tudo, executar os mandamentos deixados por Ele. Os melhores cristãos são os que se parecem com Cristo. Foi em Antioquia que os seguidores de Cristo passaram a ser conhecidos como cristãos - At 11.26” (Dicionário Teológico, Claudionor C. de Andrade). (2) “Cristão [Do lat. Chrstianu] – Do, ou relativo ou pertencente ao Cristianismo. Que o professa. Aquele que professa o Cristianismo, que é sectário dele” (Dicionário Aurélio). “Cristão– Seguidor de Cristo - At 11.26” (Dicionário da Bible Online).
Em síntese, ser cristão é crer que Jesus é o Filho de Deus, o Verbo que estava no princípio com Deus e que era Deus, e que se fez homem e habitou entre nós (Jo 1.1,2,14; 3.18); é ser obediente aos Seus mandamentos (Jo 14.21); é ensinar o Evangelho que Ele nos ensinou (Mt 28.19-20); é crer que a Bíblia registra com fidelidade o Seu Evangelho (Jo 14.26); é crer que a Bíblia é a única regra de fé e prática (Jo 17.17; Rm 10.17; 2 Tm 3.16-17).
Escolhemos para análise comparativa os seguintes temas: a divindade de Jesus; Sua ressurreição; Suas aparições; Seu corpo; A Bíblia Sagrada, O Espírito Santo, o Juízo Final, a volta de Cristo e o arrebatamento da Igreja.
A Divindade de Jesus
O que ensina o Cristianismo
“No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. O Verbo se fez carne, e habitou entre nós” (Jo 1.1,14). “Quem me vê a mim, vê o Pai” (Jo 14.9; cf. Jo 8.19). “Eu e o Pai somos um. Sendo homem, te fazes Deus a ti mesmo” (Jo 10.30-33). “Em verdade, em verdade eu vos digo: Antes que Abraão existisse, Eu Sou” (Jo 8.58). “E Simão Pedro, respondendo, disse: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo” (Mt 16.16; cf Mt 14.33; Lc 1.35; Jo 1.49). O título `O Filho de Deus´, não recusado por Jesus, designa uma relação eterna entre o Filho e o Pai na Deidade. O Verbo, isto é, o Filho, estava com Deus no princípio e era Deus. “Ele é considerado `Filho´, não porque em certo tempo começou a derivar Seu ser do Pai (em tal caso, Ele não poderia ser coeterno com o Pai), mas porque Ele é e sempre foi a expressão do que o Pai é (cf. Jo 14.9). As palavras em Hebreus 1.3: `O qual [Jesus], sendo o resplendor da sua glória [de Deus], e a expressa imagem da sua pessoa [de Deus], são definições do que significa Filho de Deus” (Notes on Galatians, de Hogg e Vine, pp.99,100, citado pelo Dicionário VINE).
O que ensina o Espiritismo:
“Esta passagem dos Evangelhos [Jo 1.1,14] é a única que, à primeira vista, parece encerrar implicitamente uma idéia de identificação entre Deus e a pessoa de Jesus. Não exprimem senão uma opinião pessoal [de João]. Jesus pode, pois, estar encarregado de transmitir a palavra de Deus sem ser Deus” (Obras Póstumas, Alan Kardec, 1993, 1a edição, p. 145 e 146).
Apresentamos acima apenas algumas passagens em que a divindade de Jesus está explícita ou implícita. Há outras em que Ele perdoa pecados e garante a salvação (Lc 23.43), aceita a adoração que somente a Deus é devida (Mt 4.10; 8.2; 14.33; Jo 9.35-39), não recusa ser chamado de Deus (Jo 20.27-29), e diz que tem direito à mesma honra que é prestada a Deus (Jo 5.23-24). Qual a prova de que o que o apóstolo João escreveu foi apenas opinião pessoal? Todos os quatro evangelistas deram opiniões pessoais, sem valor? Não. A Bíblia é a palavra de Deus, e foi escrita sob inspiração divina (1 Jo 1.1-3). A sinceridade e a verdade de suas palavras decorrem da condição testemunhas oculares. Não emitiram apenas uma opinião pessoal. Eles acompanharam o Mestre em todo o Seu ministério, do início da pregação do Evangelho até Sua ascensão. Pedro é incisivo: “Porque não vos fizemos saber a virtude e a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, seguindo fábulas artificialmente compostas, mas nós mesmos vimos a sua majestade” (2 Pe 1.16). Os apóstolos não defenderam teses; falaram de fatos reais por eles presenciados.
A Ressurreição de Jesus
O que ensina o Cristianismo
“Mas, depois de eu ressuscitar, irei adiante de vós para a Galiléia” (Mt 26.32; Mc 14.28 = Jesus). “E o entregarão [o Filho do homem] aos gentios para que dele escarneçam, e o açoitem, e crucifiquem, e ao terceiro dia ressuscitará” (Mt 20.19 = Jesus). “Derribai este templo, e em três dias o levantarei” (Jo 2.19 = Jesus). “Quando, pois, ressuscitou dos mortos, os seus discípulos lembraram-se de que lhes dissera isso” (Jo 2.22). “Desde então, começou Jesus a mostrar aos seus discípulos que convinha ir a Jerusalém, e padecer muito dos anciãos, e dos principais dos sacerdotes, e dos escribas, e ser morto, e ressuscitar ao terceiro dia” (Mt 16.21). “Ele não está aqui, porque já ressuscitou, como tinha dito. Vinde e vede o lugar onde o Senhor jazia. Ide, pois, imediatamente, e dizei aos seus discípulos que já ressuscitou dos mortos” (Mt 28.6-7). “Porque foi para isto que morreu Cristo, e ressurgiu, e tornou a viver, para ser Senhor, tanto dos mortos, como dos vivos” (Rm 14.9). Vejam o que o Apóstolo diz: “E que foi sepultado, e que ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras” (1 Co 15.4); “Depois foi visto, uma vez, por mais de quinhentos irmãos... por Tiago, por todos os apóstolos, por mim” (vv.6,7,8). Em tom de repreensão, prossegue: “Ora, se se prega que Cristo ressuscitou dentre os mortos, como dizem alguns dentre vós que não há ressurreição de mortos? E, se Cristo não ressuscitou, logo é vã a nossa pregação, e também vã a nossa fé... mas de fato Cristo ressuscitou entre os mortos e foi feito primícias dos que dormem” (vv.12-20). O significado de ressuscitar: “Fazer voltar à vida. Tornar a viver, após ter morrido” (Mini Dicionário Aurélio).
O que ensina o Espiritismo
“A reencarnação fazia parte dos dogmas dos judeus, sob o nome de ressurreição.... Designavam pelo termo ressurreição o que o Espiritismo, mais judiciosamente, chama de reencarnação. A ressurreição dá idéia de voltar à vida o corpo que já está morto, o que a Ciência demonstra ser materialmente impossível, sobretudo quando os elementos desse corpo já se acham desde muito tempo dispersos e absorvidos” (O Evangelho Segundo o Espiritismo (E.S.E.), Allan Kardec, cap. IV, item 4).
Os fatos comprovam que Jesus ressurgiu dos mortos, ou seja, ressuscitou corporalmente, voltou a viver. Se os discípulos tinham alguma dúvida sobre o assunto, após a ressurreição de Jesus tudo ficou esclarecido. A partir daí, passaram anunciar, não o Cristo morto, mas o Cristo vivo: “Aos quais também [aos apóstolos], depois de ter padecido, se apresentou vivo, com muitas e infalíveis provas, sendo visto por eles por espaço de quarenta dias e falando do que respeita ao Reino de Deus” (At 1.3). Esses homens falaram com a inquestionável autoridade de quem viu, ouviu e tocou: “O que era desde o princípio, o que vimos com os nossos olhos, o que temos contemplado, e as nossas mãos tocaram da Palavra da vida, o que vimos e ouvimos, isso vos anunciamos...” (1 Jo 1.1,3).
As Aparições de Jesus
O que ensina o Cristianismo
“E eles, espantados e atemorizados, pensavam que viam algum espírito. E Jesus lhes disse: Por que estais perturbados e por que sobem tais pensamentos aos vossos corações? Vede as minhas mãos e os meus pés, que sou eu mesmo. Apalpai-me e vede, pois um espírito não tem carne nem ossos, como vedes que eu tenho. Tendes aqui alguma coisa que comer? Então eles apresentaram-lhe parte de um peixe assado, e um favo de mel. O que Ele tomou, e comeu diante deles” (Lc 24.37-43). “Jesus disse a Tomé: Põe aqui o teu dedo, e vê as minhas mãos; e chega a tua mão, e põe-na no meu lado; e não sejas incrédulo, mas crente” (Jo 20.27).
O que ensina o Espiritismo
“As aparições de Jesus depois de sua morte são narradas por todos os evangelistas com detalhes circunstanciados que não permitem duvidar da realidade do fato. Aliás, elas se explicam perfeitamente pelas leis fluídicas e pelas propriedades do perispírito, e nada apresentam de anômalo... Reconhece-se nelas [nas aparições] todos os caracteres de um ser fluídico. Aparece inopinadamente e desaparece da mesma forma; é visto por uns e por outros sob aparência, que não o fazem reconhecido, nem mesmo por seus discípulos. Sua linguagem não tem a vivacidade de um ser corporal; tem o tom breve e sentencioso... Jesus mostrou-se, pois, com seu corpo perispiritual, o que explica não ter sido visto por aqueles a quem desejava mostrar-se; se estivesse em seu corpo carnal, teria sido visto por todos, como quando era vivo” (A Gênese, Allan Kardec, 14a edição, 1985, cap XV-61, p. 300/301).
“Depois de sua ressurreição, quando ele quis deixar a Terra, não morre; seu corpo se eleva, se desvanece e desaparece sem deixar nenhum sinal, prova evidente de que esse corpo era de outra natureza que não aquele que pereceu sobre a cruz; de onde será forçoso concluir que se Jesus pôde morrer, é que tinha corpo carnal” (Ibidem, p. 303-304).
Não ficou bem clara a posição de Allan Kardec a respeito do corpo carnal de Jesus. Se o corpo ressurreto “era de outra natureza”, isto é, diferente do que foi crucificado, é forçoso perguntarmos onde foi parar o corpo carnal. Ora, o próprio autor da tese espírita declara que Jesus “tinha corpo carnal”. Eis suas explicações:
“O desaparecimento do corpo de Jesus após sua morte foi objeto de numerosos comentários... Uns viram neste desaparecimento um fato milagroso; outros supuseram uma remoção clandestina. Segundo outra opinião, Jesus não teria jamais revestido um corpo carnal, mas somente um corpo fluídico... e dizem que assim se explica que seu corpo, retornado ao estado fluídico, pôde desaparecer do sepulcro, e foi com este mesmo corpo que ele se teria mostrado depois de sua morte. Sem dúvida, um fato destes não é radicalmente impossível... A questão é, pois, de saber se tal hipótese é admissível, se ela é confirmada ou contraditada pelos fatos” (Ibidem, cap XV-64, p.302-303).
Após mostrar-se simpatizante da idéia segunda a qual Jesus nunca teve um corpo carnal – “sem dúvida, um fato destes não é radicalmente impossível” -, o autor de A Gênese conclui que “Jesus teve, pois, como todos, um corpo carnal e um corpo fluídico, o que é confirmado pelos fenômenos materiais e pelos fenômenos psíquicos que assinalaram sua vida” (Ibidem, cap XV-66, p. 304). Analisemos:
O Espiritismo afirma que Jesus não foi reconhecido e não foi visto em suas aparições por tratar-se de um “ser fluídico”. O que diz o Cristianismo:
“Abriram-se-lhes os olhos [de dois discípulos a caminho de Emaús], e o conheceram...” (Lc 24.31). Jesus, aos onze discípulos: “Vede as minhas mãos e os meus pés, que sou eu mesmo; apalpai-me e vede, pois um espírito não tem carne nem ossos, como vedes que eu tenho” (Lc 24.39). Jesus não se declara como um “ser fluídico”, um perispírito ou um fantasma. Jesus foi reconhecido por Maria Madalena (Jo 20.16); reconhecido por Tomé: “Porque me viste, Tomé, creste” (Jo 20.27-29); reconhecido por alguns discípulos junto ao mar de Tiberíades: “E nenhum dos discípulos ousava perguntar-lhe: Quem és tu? sabendo que era o Senhor” (Jo 21.12); e “foi visto, uma vez, por mais de quinhentos irmãos...” (1 Co 15.6).
O Espiritismo diz que a linguagem de Jesus, nas aparições, “não tem a vivacidade de um ser corporal; tem o tom breve e sentencioso...”. O que diz o Cristianismo:
Jesus conversou demoradamente com os dois discípulos a caminho de Emaús (Lc 24.15-31), com seus discípulos (Lc 24.36-51), com sete discípulos que estavam pescando, ocasião em que deu várias orientações a Pedro (Jo 21.1-23). Em nenhuma hipótese podemos considerar que não houve vivacidade nas palavras de Jesus, ou que seu tom fora breve e sentencioso.
O Espiritismo diz que Jesus mostrou-se com o seu “corpo perispiritual”. O próprio Jesus responde: “Espírito [ou perispírito] não tem carne nem ossos, como vedes que eu tenho” (Lc 24.39).
O Corpo de Jesus
O que teria acontecido com o corpo carnal de Jesus? O Espiritismo afirma que ele tinha um corpo carnal e um corpo fluídico, como todos os homens têm. Entendo que isto seja traduzido como corpo e espírito. O espírito, na Sua morte, foi entregue ao Pai (Lc 23.46). O Seu corpo foi guardado no sepulcro (Lc 23.53).
O Espiritismo não firma uma posição sobre o assunto. Apenas informa que o “desaparecimento do corpo de Jesus após sua morte foi objeto de numerosos comentários”; que os evangelistas declaram que o corpo não foi encontrado no sepulcro; que uns viram nisso um fato milagroso; outros supuseram uma remoção clandestina (A Gênese, cap. XV-64, p. 302).
O Cristianismo afirma que o corpo de Jesus foi muito bem guardado por soldados fortemente armados, e a entrada do sepulcro foi fechada com uma pedra que recebeu o selo imperial romano (Mt 27.64-66). Por se tratar de algo completamente fora de cogitação, não prosperou a mentira dos judeus sobre o furto do corpo (Mt 28.11-15). A resposta para o “desaparecimento” do corpo é simples: (1) “Desde então, começou Jesus a mostrar aos seus discípulos que convinha ir a Jerusalém, e padecer muito dos anciãos, e dos principais dos sacerdotes, e dos escribas, e ser morto, e ressuscitar ao terceiro dia” (Mt 16.21); (2) O Filho do homem “ressuscitará ao terceiro dia” (Mt 20.19; Lc 9.22). A ressurreição corporal de Jesus é a essência do Cristianismo. Por fim, ouçamos o apóstolo Paulo:
“Porque primeiramente vos entreguei o que também recebi; que Cristo foi sepultado, e que ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras, e que foi visto por Cefas e depois pelos doze. Depois, foi visto por mais de quinhentos irmãos... Ora, se se prega que Cristo ressuscitou dos mortos, como dizem alguns dentre vós que não há ressurreição de mortos. E, se não há ressurreição de mortos, também Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, logo é vã a nossa pregação, e também vã a nossa fé. Cristo ressuscitou dos mortos e foi feito as primícias dos que dormem” (1 Co 15.3-20).
A Bíblia Sagrada
O que ensina o Cristianismo
“Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade” (Jo 17.17 = Jesus). “Eles [os irmãos do rico que estava em tormentos] têm Moisés e os profetas; ouçam-nos” (Lc 16.29 = Jesus). Jesus validou o Pentateuco e os Livros Proféticos. “Não penseis que vim destruir a Lei ou os profetas; eu não vim destruir, mas cumprir; nem um jota ou um til se omitirá da lei, sem que tudo seja cumprido” (Mt 5.17,18). “Toda a Escritura divinamente é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção e para a instrução na justiça, para que o homem de Deus seja apto e plenamente preparado para toda boa obra” (2 Tm 3.16-NVI). Paulo está dizendo que a Bíblia é o padrão para nossa vida cristã, nossa bússola, nossa regra de fé. “Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus” (Mt 22.29 = Jesus). Para o cristão é fundamental conhecer a Bíblia. O Apóstolo não deixa por menos: “Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade” (2 Tm 2.15).
O que ensina o Espiritismo
“Diremos, pois, que a Doutrina Espírita, ou o Espiritismo, tem por princípio as relações do mundo material com os Espíritos, ou seres do mundo invisível. Os adeptos do Espiritismo serão os espíritas ou, se se quiser, os espiritistas. O Livro dos Espíritos contém especialmente a doutrina ou teoria do Espiritismo que, num sentido geral, pertence à escola espiritualista, da qual apresenta uma das fases” (O Livro dos Espíritos, Allan Kardec, 1997, Introdução, p. 11).
Allan Kardec está ensinando que os adeptos do Espiritismo deverão ser chamados “espíritas” ou “espiritistas”, e que a doutrina espírita está contida em O Livro dos Espíritos, isto é, não está na Bíblia. Continua Kardec:
“Muitos pontos dos Evangelhos, da Bíblia e dos autores sacros em geral são ininteligíveis, parecendo alguns até disparatados, por falta da chave que faculte se lhes aprenda o verdadeiro sentido. Essa chave está completa no Espiritismo... As instruções que promanam dos Espíritos são verdadeiramente as vozes do céu que vêm esclarecer os homens e convidá-los à prática do Evangelho” (E.S.E. introdução, 90a edição, p. 27,28).
A prática do Evangelho via pregação do Espiritismo é inteiramente inviável, como se vê no confronto das duas doutrinas. A “chave” para facilitar o entendimento dos evangelhos teria chegado com um atraso de muitos séculos. As Boas Novas foram trazidas pelo Verbo encarnado, e a Igreja recebeu a missão de dar prosseguimento à obra (Mt 4.23; Mt 11.5; 24.14; 26.13; Mc 16.15). O Apóstolo advertiu os gálatas das investidas dos que “querem transtornar o evangelho de Cristo”. Não usa de meias palavras: “Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, que seja amaldiçoado. Porque não o recebi, nem aprendi de homem algum, mas pela revelação de Jesus Cristo” (Gl 1.7,8,12). O esclarecimento do evangelho não teve início nos tempos modernos através dos “espíritos”. Paulo começou a ensiná-lo e a esclarecê-lo há quase dois mil anos. Até hoje as cartas paulinas são orientação segura para cristãos do mundo inteiro. A Bíblia foi escrita por homens tementes a Deus e conscientes de suas responsabilidades:
“A minha palavra e a minha pregação não consistiram em palavras persuasivas de sabedoria humana, mas em demonstração do Espírito e de poder... falamos a sabedoria de Deus, oculta em mistério... Deus no-las revelou [as coisas ocultas] pelo seu Espírito, porque o Espírito penetra todas as coisas... falamos, não com palavras de sabedoria humana, mas com as que o Espírito Santo ensina, comparando coisas espirituais com as espirituais” (1 Co 2.4,7,10,13). E prossegue, respondendo aos incrédulos: “Porque nós não somos, como muitos, falsificadores da palavra de Deus; antes, falamos de Cristo com sinceridade, como de Deus na presença de Deus” (2 Co 2.17).
Jesus comissionou seus apóstolos como mestres, considerados por Ele capazes de dar continuidade ao ensino do evangelho: “Ide... ensinando... e eis que estou convosco” (Mt 28.19-20). Os apóstolos receberiam o auxílio sobrenatural do Espírito Santo. “O Espírito Santo vos ensinará todas as coisas”, vos guiará em toda a verdade” (Jo 14.26, 16.13). Não a verdade científica ou filosófica, mas toda a verdade de Cristo. Não confundamos Espírito Santo com espíritos desencarnados. O ensino do evangelho puro começou a ser ensinado pelos discípulos logo após a ascensão de Jesus (At 2.14). Portanto, não foi uma legião de espíritos que surgiu em socorro aos discípulos para que melhor entendessem o evangelho.
O Espírito Santo
O que ensina o Cristianismo
“E rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre” (Jo 14.16). A palavra “outro”, traduzida do grego “allon”, significa “outro da mesma espécie”; e “consolador”, do grego “parakletos”, tem o sentido de “alguém chamado para ficar ao lado de outro para o ajudar”. Jesus explica quem é o Consolador: “Aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito” (Jo 14.26). O Espírito Santo é o que nos convence do pecado, da justiça e do juízo (Jo 16.8).
O Consolador é o Espírito de Juízo (Is 4.4); Espírito de Sabedoria, de Conselho, de Inteligência, de Poder (Is 11.2); Espírito do Senhor (Is 61.1); Espírito de Deus (Mt 3.16); o Espírito da Verdade (Jo 14.17); Espírito de Santidade (Rm 1.4); Espírito de Vida (Rm 8.32); Espírito do Filho (Gl 4.6); Espírito Eterno (Hb 9.14); Espírito de Graça (Zc 12.10). o Espírito da Profecia (Ap 19.10). Seus atributos são os mesmos da Divindade: eternidade (Hb 9.14); onipresença (Sl 139.7-10); onipotência (Lc 1.35); onisciência (1 Co 2.10).
O que ensina o Espiritismo
“Jesus promete outro Consolador: o Espírito de Verdade, que o mundo ainda não conhece, por não estar maduro para o compreender, consolador que o Pai enviará para ensinar todas as coisas e para relembrar o que o Cristo há dito... O Espiritismo vem, na época predita, cumprir a promessa do Cristo: preside ao seu advento o Espírito de Verdade. Ele chama os homens à observância da lei: ensina todas as coisas fazendo compreender o que Jesus só disse por parábolas... O Espiritismo vem trazer a consolação suprema aos deserdados da Terra... Assim, o Espiritismo realiza o que Jesus disse do Consolador prometido: conhecimento das coisas, fazendo que o homem saiba donde vem, para onde vai e por que está na Terra; atrai para os verdadeiros princípios da lei de Deus e consola pela fé e pela esperança” (E.S.E., cap. VI, itens 3 e 4, p. 134-135).
No particular, a palavra do Espiritismo destoa totalmente do ensino de Jesus. Se fôssemos esperar o ensino espírita para podermos compreender o que Jesus nos revelou, teríamos perdido dezenove séculos, levando em conta que O Livro dos Espíritos foi publicado em 1857.
O Juízo Final
O que ensina o Cristianismo
“Aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo” (Hb 9.27). Esta palavra é uma pedra no caminho da reencarnação porque contesta a teoria de muitas mortes e muitos nascimentos e assegura que após a morte segue-se o juízo. (2) “O Senhor sabe livrar os piedosos da provação e manter em castigo os ímpios para o Dia do Juízo” (2 Pe 2.9). (3) “Uma certa expectação horrível de juízo” (Hb 10.27). (4) “Para a ressurreição da condenação” (Jo 5.29). (5) “Mas eu vos digo que de toda palavra ociosa que os homens disserem hão de dar conta no Dia do Juízo” (Mt 12.36 = Jesus). (6) “Porque todos devemos comparecer ante o tribunal de Cristo” (2 Co 5.10) (7) “E os mortos foram julgados pelas coisas que estavam escritas nos livros, segundo as suas obras” (Ap 20.12). No final dos tempos, os ímpios ressuscitarão e serão condenados ao castigo eterno (Jo 5.29; Ap 20.5). “E aquele que não foi achado escrito no livro da vida [do Cordeiro] foi lançado no lago de fogo” (Ap 20.15; 13.8). A salvação ocorre pela graça, mediante a fé na Pessoa do Senhor Jesus Cristo (Ef 2.8-9, cf. Jo 3.18 e Rm 10.9).
O que ensina o Espiritismo
“A doutrina de um julgamento final, único e universal, que coloca fim a toda a humanidade, repugna à razão, no sentido em que ela implicaria a inatividade de Deus durante a eternidade que precedeu a criação da Terra, e a eternidade que se seguirá à sua destruição; Não há, pois, falando corretamente, julgamento final, mas há julgamentos gerais, em todas as épocas de renovação parcial ou total da população dos mundos...” (A Gênese, cap. XVII-64, 67, p. 342-343). “Deus dá ao homem oportunidade nas novas existências, a fim de reparar os erros passados” (O Livro dos Espíritos, quesito 964, p.318). “O fim da reencarnação é o melhoramento progressivo da Humanidade” (Ibidem, quesito 167). “As encarnações sucessivas são sempre muito numerosas, porque o progresso é quase infinito”; “Depois da última encarnação, o Espírito se torna feliz, e é considerado um Espírito puro” (Ibidem, quesitos 169 e 170, p. 94/95).
O Juízo Final não significa extermínio da humanidade. Deus é Deus dos vivos. O Espiritismo não considera a verdade bíblica da ressurreição. Ora, como Jesus disse, os salvos ressuscitarão para viverem eternamente com Deus (Jo 5.29). Como vimos, ao ensinar que todos terão a mesma oportunidade de atingir a perfeição, o Espiritismo nega a realidade bíblica do Juízo Final. Vale lembrar as palavras do Mestre, em oposição a tal ensino: “Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos” (Mt 25.41).
A Volta de Cristo e o Arrebatamento da Igreja
O que ensina o Cristianismo
O Cristianismo ensina que o Senhor Jesus voltará para buscar a sua Igreja, a partir do que terão início os demais acontecimentos escatológicos que culminarão com o Juízo Final. Jesus nos garantiu: "E, se eu for e vos preparar lugar, virei outra vez e vos levarei para mim mesmo, para que, onde eu estiver, estejais vós também" (Jo 14.3). "Não vos deixarei órfãos; voltarei para vós" (Jo 14.18). "Aquele que testifica estas coisas diz: certamente, cedo venho" (Ap 22.20). Palavras de dois anjos: "Esse Jesus, que dentre vós foi recebido no céu, há de vir, assim como para o céu o vistes ir" (At 1.11). Jesus fala do arrebatamento: "E ele enviará os seus anjos, com rijo clamor de trombeta, os quais ajuntarão os seus escolhidos..."(Mt 24.31; cf. 1 Ts 4.13-18).
O que ensina o Espiritismo
“Jesus anuncia seu segundo advento [a Sua volta], mas não diz que virá sobre a terra com um corpo carnal, nem que o Consolador será personificado nele” (A Gênese, cap. XVII-45, p.334). “Este quadro [Mt 24.15-22; 6-8; 11-14; 29-34; 37-38] do fim dos tempos é evidentemente alegórico como a maior parte dos que Jesus apresenta. As imagens que ele contém são, por sua energia, de molde a impressionar as inteligências ainda subdesenvolvidas. O Filho do homem vindo sobre as nuvens do céu, com grande majestade, rodeado de seus anjos e com o ruído das trombetas, lhes parecia muito mais imponente que um ser investido apenas de poder moral” (Ibidem, XVII-54, p. 338).
No entender de Kardec, Jesus foi a “segunda revelação de Deus” (E.S.E., cap I-6, p. 59) e que veio em missão divina nos ensinar a elevada moral evangélica. Levando em conta este conceito, não se pode admitir que Jesus tenha em algum momento faltado com a verdade. Logo, Suas palavras têm uma significativa importância para o Espiritismo. Necessário esclarecer que a vinda do Senhor e o conseqüente “resgate” dos seus são promessas bastante claras: “Eu virei outra vez e vos levarei para mim mesmo”. As vezes em que Jesus falou em parábolas foi para transmitir através delas uma realidade espiritual, e não uma inverdade. O arrebatamento da igreja, incompatível com a teoria da reencarnação, não é uma palavra figurativa. Jesus levaria para Si pessoas que ainda não completaram o ciclo de encarnações? Como ficariam na vinda de Jesus os espíritos ainda sujeitos a novas vidas corpóreas para expungir suas impurezas? A verdade do Cristianismo é que os que morreram em Cristo estão salvos; não dependem de sacrifícios pós-morte (Lc 16.22; cf. 1 Ts 4.16-17).
Jesus possui “apenas poder moral” e por isso teria criado um quadro majestoso, imaginário e irreal de Seu retorno? Vamos ver se o Seu poder é assim limitado: Ele andou sobre as águas; transformou água em vinho; curou leprosos, cegos e paralíticos; perdoou pecados; multiplicou pães e peixes; expulsou demônios; predisse sua própria ressurreição ao terceiro dia, e ainda afirmou que “todo o poder me é dado no céu e na terra” (Mt 28.18).
Fonte: www.palavradaverdade.com
domingo, 6 de janeiro de 2008
Vinte e Cinco Perguntas Selecionadas Sobre a Maçonaria
1) A Maçonaria é uma organização cristã?
"Se a Maçonaria fosse simplesmente uma instituição cristã, os judeus e os islamitas, os hindus e os budistas não poderiam conscientemente fazer parte de sua iluminação." [Albert Mackey, Encyclopedia of Freemasonry, pg 182, maçom de Grau 33.]
-- Achamos altamente instrutivo que Mackey admita enfaticamente aos Adeptos que a Maçonaria não é cristã! Logicamente, quando Mackey escreveu seu livro, ele era secreto, e estava disponível somente aos maçons Adeptos. Se Mackey soubesse que esse livro se tornaria disponível para o público, não teria sido tão enfático.
2) A Maçonaria é cristã?
"A Maçonaria não é cristã, nem é uma substituta para o cristianismo." [C. F. McQuaig, My Masonic Friend, pg 1].
-- Novamente, vemos que, por sua própria admissão, a Maçonaria não é cristã! A única ocorrência em que ouvimos que ela é cristã é da Divisão de Propaganda Maçônica, e pelos pobres e iludidos maçons que foram deliberadamente enganados pelos seus superiores.
3) Há uma Bíblia sobre o altar nas lojas maçônicas. Isso não prova que a Maçonaria baseia-se na Bíblia?
"A Maçonaria não tem nada que ver com a Bíblia; não está baseada na Bíblia, pois, se estivesse, não seria Maçonaria, seria alguma outra coisa." [The Digest of Masonic Law, pg 207-209]
-- Agora vemos um autor maçônico admitindo que a Maçonaria não está baseada na Bíblia! Portanto, não somente a Maçonaria não é cristã, como não é nem mesmo judaico-cristã! Essas revelações simplesmente continuam aparecendo, não?
4) Mas e Deus?
"A humanidade, 'em todo', então, é o único Deus pessoal." [J. D. Buck, Mystic Masonry, pg 136, Grau 32]. Como qualquer bom ocultista, a Maçonaria acredita na mentira que Satanás disse a Eva no jardim do Éden: "Sereis como Deus". Discutimos essa crença no artigo Provamos Conclusivamente que a Maçonaria é Adoração a Lúcifer - Parte 3 de 5; se você ainda não leu esse artigo, sugerimos que faça isso antes de prosseguir com a leitura deste artigo.
5) Se a Maçonaria não está baseada na Bíblia, nem em seus princípios cristãos; então, as lojas maçônicas não estão ensinando religião, certo?
"Toda loja maçônica é um templo de religião, e seus ensinos são instruções em religião". [Albert Pike, Morals and Dogma, pg 213. Pike foi um maçom de Grau 33, líder da Jurisdição Sulista do Rito Escocês Antigo e Aceito da Maçonaria.].
-- A revelação dele aqui, nos ensinos para o Décimo Terceiro Grau, que a Maçonaria ensina religião, é um exemplo perfeito da política deliberada de mentir da Maçonaria. No Décimo Grau, Pike diz que a "Maçonaria não é uma religião". Depois, no Décimo Terceiro Grau, o maçom aprende que aquela afirmação é falsa e que a Maçonaria realmente é uma religião. Assim, quando um não-maçom fizer a acusação que a Maçonaria é uma religião, pode-se responder com a afirmação de Pike no Décimo Grau, em que ele nega a Maçonaria seja uma religião, e omitir que no Décimo Terceiro Grau ele inverte o que disse anteriormente e admite que a Maçonaria realmente é uma religião. Verdadeiramente, a Maçonaria é uma série de salas com fumaça e espelhos, destinadas a enganar a maioria dos maçons, e a enganar a 100% dos não-maçons. Nenhuma organização que deliberadamente usa de enganos não pode chamar a si mesma de cristã.
6) Como as lojas maçônicas são templos de religião, o que estão buscando se não adoram a Jesus Cristo?
"A Maçonaria está em busca da Luz. Essa busca leva-nos direto, como você pode ver, à Cabala." [Albert Pike, Morals and Dogma, pg 741.]
7) Mas a Cabala não é uma religião?
"Todas as religiões verdadeiramente dogmáticas surgiram da Cabala e retornam a ela; tudo científico e grandioso nos sonhos religiosos dos Iluministas... todas as associações maçônicas devem a ela seus segredos e seus símbolos." [Pike, Morals and Dogma].
-- Gostaríamos de advertir a todos nossos amigos judeus que estão se deixando envolver no reavivamento do estudo da Cabala, que estão acreditando na falsificação satânica da Torá e dos outros livros do Antigo Testamento da Bíblia, que os fariseus e saduceus dos tempos de Jesus estavam praticando. Você sabia que a principal razão pela qual os fariseus e saduceus planejaram matar Jesus, a despeito de seus óbvios poderes sobrenaturais, era por que eles estavam praticando a feitiçaria da Cabala? Você pode ler os detalhes nos dois artigos Sociedades Secretas Mataram o Senhor Jesus Cristo (leia a Parte 1 e a Parte 2). Após ler esses dois artigos, você compreenderá por que Jesus foi tão implacável em suas palavras de reprovação aos fariseus, o que está totalmente em desacordo com seu caráter de amor e de compaixão pelos pecadores ordinários, mesmo os grandes pecadores. Jesus sabia que os fariseus e saduceus estavam praticando a feitiçaria que mais tarde veio a ser conhecida como Cabala.
8) Se a Cabala é uma prática antiga encontrada no mundo ocultista, os símbolos, palavras e outras expressões maçônicas podem ser encontrados no ocultismo?
"Nos ritos modernos da feitiçaria, encontramos termos e expressões que também são empregados na Maçonaria, na Alvorada Dourada, e e outras sociedades ocultistas." [Arnold e Patricia Crowther, The Secrets of Ancient Witchcraft, pg 22].
-- Novamente, vemos uma ocorrência em que a Maçonaria é amada pelas pessoas erradas: feiticeiros, satanistas, iluministas, autores de livros de Nova Era possessos por demônios, e líderes de outras sociedades secretas, igualmente possessos por demônios. Como diz o ditado, "Os pássaros da mesma plumagem pousam no mesmo galho", esse fato é uma evidência muito importante e concreta de que a Maçonaria é tão satânica quanto essas organizações admitem abertamente que são! Tenha esse fato em mente ao ler os fatos apresentados em seguida.
9) Se a Maçonaria promove as religiões ocultistas, certamente muitos de seus membros devem ter formação ocultista
Eles certamente têm! Relaciono em seguida alguns exemplos de satanistas e/ou ocultistas que também eram maçons de boa posição.
-- Não se deixe enganar pela Propaganda Maçônica que diz que essas pessoas eram "maçons rebeldes"; pelo contrário, foram maçons de boa posição durante grande parte de suas vidas. Na verdade, o que esses ocultistas, que também eram maçons, representam, são os poucos maçons iluministas, que percorreram todo o caminho para a "Luz", para descobrir qual realmente é o grande segredo final da Maçonaria, isto é, satanistas dedicados trabalhando para implantar a Nova Ordem Mundial do Anticristo.
a) Arthur Edward Waite, historiador e autor ocultista.
-- Nos artigos Free12 e Free13, citamos muito esse autor, observando que seus livros são sempre publicados por uma editora maçônica bem conhecida e estabelecida.
b) Dr. Wynn Westcott - membro da Sociedade Rosacruz e membro fundador da Ordem Hermética da Alvorada Dourada,
-- uma das sociedades secretas mais satânicas que existem e altamente ativa no estabelecimento da vindoura Nova Ordem Mundial do Anticristo. Você não acha extremamente esclarecedor saber que o fundador dessa sociedade secreta também era maçom?
c) S. L. MacGregor Mathers - co-fundador da Ordem Hermética da Alvorada Dourada
-- Assim, vemos que ambos os fundadores dessa sociedade secreta satânica eram maçons.
d) Dr. Gerard Encausse - membro dos Illuminati e líder do grupo conhecido como 'Martinismo'. De acordo com Albert Mackey, um maçom de Grau 33, "Os graus do Martinismo envolvem os deleites (prazeres) dos místicos" [Albert Mackey, Encyclopedia of Masonry, pg 552].
-- Os "deleites dos místicos" aqui é um eufemismo para sexo. Em outros artigos, já observamos que a Maçonaria utiliza o simbolismo do círculo com um ponto no meio para representar o sexo [veja os detalhes no artigo free13]. Em outros artigos, também observamos o simbolismo sexual inerente nos escritos maçônicos. Os maçons "adoram a criatura em lugar do Criador", exatamente como quaisquer outros pagãos na história mundial. Novamente, esse fato é umas das razões por que insistem em absoluto segredo, temendo a investigação pública.
e) Aleister Crowley - O infame satanista que fundou a religião ocultista de Thelema. Esse homem (mostrado na foto à direita) era tão vil e depravado que seus próprios contemporâneos os chamavam de "Mister 666" e sua própria mãe o chamava de "A Besta" do livro do Apocalipse.
-- Crowley não fundou a Ordem dos Templários do Oriente, mas controlou a organização por muitos anos. A OTO é uma sociedade secreta praticante de Magia Negra, muito satânica.
f) Dr. Theodore Reuss - Líder da ordem ocultista conhecida como O.T.O. (Ordo Templi Orientis, ou Ordem dos Templários do Oriente). Reuss foi um prolixo autor ocultista que deu a Aleister Crowley a liderança da OTO em Londres.
-- Mostramos em seguida o logotipo oficial da OTO, obtido na Internet. A ilustração representa o abismo negro do Inferno. Aparentemente, é a entrada do Inferno, com as colunas no estilo maçônico em cada lado e o símbolo ocultista/maçônico alado no alto. Os Olhos Que Tudo Vêem observam todos os que entram pelas portas. A Maçonaria é idêntica aos Mistérios", disse Albert Pike; portanto, essa cena das Portas do Inferno é Maçonaria.
g) George Pickingill - renomado bruxo-mestre da Inglaterra do século XIX e líder do 'conciliábulo Pinkingill'.
h) Manly P. Hall - Rosa-cruz, autor maçônico, e fundador da Sociedade de Pesquisa Filosófica
-- Hall é reconhecido mundialmente como um dos mais prolixos autores maçônicos. Foi ele que disse que os companheiros maçons podem ter "as energias ardentes de Lúcifer nas mãos" quando compreenderem os profundos segredos da Arte. Como Hall era ao mesmo tempo rosa-cruz e maçom, queremos mostrar-lhe a Cruz Rosa-Cruz, para que você possa ver as terríveis blasfêmias da Maçonaria. Observe atentamente como eles cobriram a preciosa cruz do Calvário com os mais profundos e malignos símbolos de satanismo! Você pode ver quatro pentáculos em pé, representando Lúcifer e cobrindo cada uma das pontas da cruz; em seguida, pode ver um hexagrama logo abaixo do centro, provavelmente destinado a lançar uma "maldição" na cruz do nosso Salvador! Pessoal, essa é a verdadeira natureza da Maçonaria. A Maçonaria reverencia muito a Sociedade Rosa-Cruz, e tem até mesmo um grau dedicado a ela, chamado "Cavaleiro Rosa-Cruz", o Décimo Oitavo Grau! Mais uma vez, a verdadeira natureza satânica da Maçonaria fica bem clara.
i) Gerald B. Gardner - Fundador do moderno reavivamento de Wicca, que tem um estilo de feitiçaria nomeado em sua homenagem, o "Estilo Gardneriano de Feitiçaria".
j) Alex Sanders - Conhecido como "Rei de todos os Feiticeiros", em Londres, foi um dos feiticeiros mais influentes após Gardner. Também tem um estilo de feitiçaria nomeado em sua homenagem, a "Feitiçaria Alexandrina".
k) Eliphas Levi - um dos maiores autores ocultistas do século XIX.
-- Doc deixa de dar a devida ênfase aqui. Levi é conhecido como "a maior autoridade ocultista do século XIX". Ele criou uma imagem extremamente obscena de Baphomet para representar Satanás. "O desenho do Baphomet de Levi mostra sua ênfase no sexo, pois criou Baphomet como um ser andrógino [masculino e feminino]. Satanás, como o Baphomet, frequentemente é retratado como uma deidade hemafrodita, que tem falo de homem e seios de mulher. Em um livro sobre feitiçaria, The Complete Book of Witchcraft and Demonology, encontramos uma figura do Baphomet. A legenda diz que ele era o 'deus cornífero dos feiticeiros, o sexo encarnado'. Essa figura mostra o Baphomet fazendo o sinal da tríade do Diabo com sua mão direita. [Dra. Burns, Masonic and Occult Symbols Illustrated]
-- O espírito-guia de Eliphas Levi levou-o a níveis de compreensão da feitiçaria que poucos homens na história já atingiram. Suas ilustrações são consideradas inigualáveis no mundo ocultista, e ele não somente foi contemporâneo de Albert Pike, mas também exerceu influência sobre ele. [Arthur Edward Waite, Some Deeper Aspects of Masonic Symbolism, Kila, Montana, reimpresso por Kessinger Freemasonry Publishing Co.] Arthur Wait disse a respeito de Levi: ".... certamente um dos mais destacados expoentes continentais da ciência ocultista que o século XIX produziu, e seus escritos têm uma elevada estima nas escolas modernas da alta magia." [Waite, citado no livro de Levi, The History of Magic, no catálogo da Kessinger, para influenciar o leitor a comprar o livro de Levi.]
-- Albert Pike [maçom de Grau 33, Grande Comandante da Jurisdição Sulista] foi, portanto, muito influenciado por Levi em suas opiniões a respeito de Lúcifer. Já citamos Pike em Morals and Dogma [pg 567, ensinos para o Vigésimo Oitavo Grau] em que identifica Lúcifer como o portador de luz da Maçonaria, a "Luz" à qual os maçons fazem o juramento de trabalhar para alcançar. Ouça Levi falar sobre Lúcifer: "XXXVIII: O que é mais absurdo e ímpio do que atribuir o nome de Lúcifer ao Diabo, isto é, ao mal personificado? O Lúcifer intelectual é o espírito da inteligência e do amor; é o paráclito [o defensor]; é o Espírito Santo, onde o Lúcifer físico é o grande anjo do magnetismo pessoal." [Eliphas Levi, The Mysteries of Magic, A Digest of the Writings of Eliphas Levi]
10) Existem mulheres na Maçonaria?
-- A maioria dos maçons fica chocado ao saber que as mulheres também podem ingressar na Maçonaria, pois foram levados a acreditar que ela esteja aberta somente aos homens. No entanto, um segredo é que as mulheres podem tornar-se co-maçons, ingressando como membros plenos, normalmente em companhia de seus maridos. Você pode ver os dois símbolos da Co-Maçonaria que descobri, juntamente com figuras gerais de mulheres em seus trajes maçônicos. A Co-Maçonaria produziu algumas líderes realmente importantes no movimento da Nova Ordem Mundial. Veja as explicações de Marquis:
Contrariamente à crença popular, as mulheres também podem ingressar na Maçonaria. No livro de Albert Mackey, Encyclopedia of Masonry, (pg 307), há uma lei da Maçonaria que é conhecida como Lei de Salique. Ela diz que as mulheres não podem se tornar maçons; no entanto, no passado, algumas mulheres foram aceitas. Alguns exemplos são.
a) A nobre Sra. Aldsworth - [mostrada na figura anterior] - por volta de 1735, recebeu o primeiro e o segundo graus na Loja 44, em Doneraile, Irlanda.
b) Sra. Beaton - morava e recebeu sua iniciação em Norfolk, Inglaterra.
c) Madame de Xaintrailles - iniciada na Loja Francesa durante o final do século XIX.
d) Elizabeth St. Leger - iniciada em 1710, aos dezessete anos.
e) Condessa Barkoczy, da Hungria - foi iniciada na Loja Húngara da Maçonaria.
11. Existem exemplos de mulheres ocultistas que pertenceram à Maçonaria?
Sim!
a) Madame Helena Petrovna Blavatsky - fundadora da ocultista Sociedade Teosófica, foi iniciada na Maçonaria durante a primeira parte do século XIX.
-- Aqui, Marquis deixa de dar a devida a importância dos fatos. Blavatsky foi a fundadora de uma das sociedades secretas mais satânicas que existem! Entre as pessoas que aprenderam satanismo com ela estão Adolf Hitler e alguns de seus homens, Lênin e alguns outros líderes comunistas. Hitler, particularmente, considerava os ensinos de Blavatsky cruciais para suas doutrinas satânicas, especialmente o tratado que ela escreveu, A Doutrina Secreta. O holocausto nazista ocorreu em grande parte em decorrência dos ensinos de Blavatsky! Aqui, vemos que ela também pertenceu à Maçonaria.
b) Annie Besant - líder da profundamente satânica Sociedade Teosófica.
c) Alice A. Bailey - Sucedeu Annie Besant como líder da Casa da Teosofia. Alice e seu marido [Foster Bailey, um maçom de Grau 32] foram membros da Co-Maçonaria. Alice Bailey fundou a editora Lucifer Trust, com o propósito expresso de publicar os livros de Nova Era que seriam escritos em grande quantidade dali para a frente. Após perceber que a maioria das pessoas tinha aversão ao nome de Lúcifer, ela mudou o nome da editora para Lucis Trust.
12) Assumindo, então, que muitos membros maçons estão interessados, ou envolvidos no ocultismo, quais são as verdadeiras doutrinas religiosas dos maçons?
O que precisamos dizer para a multidão é: "Adoramos a um deus, mas é um deus adorado sem supertição.' A vós, Soberanos Grande Inspetores Gerais [maçons de Grau 33], dizemos isto... para que repitais aos irmãos dos Graus 32, 31 e 30... A religião maçônica deve ser, por todos os iniciados nos graus mais elevados, mantida na pureza da doutrina luciferiana... Sim, Lúficer é Deus, e infelizmente, Adonai [Deus da Bíblia Sagrada] também é Deus... a doutrina do satanismo é uma heresia; e a religião pura e verdadeira é a crença em Lúcifer, que é igual a Adonai; mas Lúcifer, Deus da Luz, Deus do Bem, está lutando em favor da humanidade contra Adonai, o Deus das Trevas e do Mal." [Lady Queenborough, Occult Theocracy, pg 220-221, citando uma carta de Albert Pike, aos Supremos Conselhos Mundiais, em 14/7/1889.]
-- A Maçonaria contra-atacou essa carta, afirmando que era uma falsificação. No entanto, precisa responder ao fato que essa adoração a Lúcifer também é explicada nos dois livros monumentais de Pike, Morals and Dogma, e Magnum Opus. Tudo o que está contido nessa carta também está contido nesses dois livros, e temos ambos aqui no escritório.
-- Finalmente, a história não registra que a Maçonaria alguma vez tenha processado Lady Queenborough por calúnia e difamação. Certamente, como a carta é tão condenatória, a Maçonaria teria feito todo o possível para limpar seu nome, até ao ponto de processar. A absoluta falta de ação deles comprova a verdade da afirmação de Lady Queenborough que essa carta de Albert Pike é genuína.
13) Espere um minuto! Você está dizendo que a 'luz' que a Maçonaria procura, vem de Lúcifer?
"LÚCIFER, o portador da luz... É ele quem porta a luz? Não duvides!" [Albert Pike, Morals and Dogma, pg 321; ênfase no original]
14) Espere ai! Lúcifer, ou Satanás não é o deus das trevas? O maligno?
"O verdadeiro nome de Deus, dizem os cabalistas, é Yahweh (DEUS) invertido; pois Satanás não é um deus negro, mas a negação de Deus. Para os iniciados, não é uma Pessoa, mas uma Força..." [Albert Pike, Morals and Dogma, pg 102].
-- A afirmação de Pike, em uma carta, mencionada anteriormente, define o puro satanismo. Eles acreditam que Deus e Lúficer são Deuses iguais, eram concorrentes no Jardim no Éden, com Adonai, o Deus da Bíblia Sagrada obtendo uma "vitória temporária" No entanto, os ocultistas acreditam que, na batalha do Armagedom, Lúcifer destronará Adonai e se apoderará do seu trono de direito nos céus. Todos os luciferianos, incluindo os Iluministas, acreditam nisso de todo o coração. Adonai é o Deus cruel, conforme demonstrado pelo fato de ordenar que os israelitas nos tempos do Antigo Testamento matassem populações inteiras de pessoas pelo único pecado de adorarem a Lúcifer, seu adversário; Lúcifer, por outro lado, não tem esse histórico de matanças e é considerado o Deus do Bem.
-- Além disso, chamando Lúcifer, ou Satanás, de Força, em vez de Pessoa, Pike cumpre a profecia bíblica referente ao Anticristo. Em Daniel 11:38, lemos: "Mas em seu lugar honrará a um deus das forças". Nem Albert Pike nem qualquer outro luciferiano sabe que está cumprindo as profecias bíblicas sobre o Anticristo. No entanto, como indicamos no artigo "Teachings About Jesus Christ" [disponível no site da Cutting Edge], a doutrina deles sobre Jesus Cristo também cumpre precisamente a definição bíblica do Anticristo.
15) Satanás, pode, então, ser entendido como Deus, a fonte da Luz?
"Para formar uma idéia de Deus .... a Cabala o imaginou como a 'luz mais oculta'. [Albert Pike, Morals and Dogma, pg 740]
16) Como a religião maçônica é a "frente" para a religião dos iluministas, a "luz" maçônica é a "luz" dos iluministas?
"O resultado é luz ou iluminação. Tais são os Iluministas" [J. D. Buck, maçom de Grau 33, em Mystic Masonry, introdução, pg XI].
-- Novamente, vemos a Maçonaria culpada de ser luciferiana pelas palavras de seus próprios autores. É realmente muito ruim que 95% de todos os maçons não separem tempo para ler os mesmos livros que nós, e outros autores cristãos, já lemos. Esses maçons não fizeram nem uma fração da pesquisa que já fizemos; no entanto, preferem acreditar na mentiras dos seus superiores.
17) O candidato a maçom não aprende a verdade sobre a religião e o deus da Maçonaria quando ingressa na Loja Azul, onde recebe os três primeiros graus?
"Os graus da Loja Azul são apenas o pátio exterior, ou o pórtico do Templo. Alguns símbolos são mostrados ali para o iniciado, mas ele é intencionalmente enganado com falsas interpretações. Não se deseja que ele compreenda o significado dos símbolos, mas que apenas pense que compreende." [Albert Pike, Morals and Dogma, pg 819; ênfase acrescentada]
-- Todos os maçons precisam ler e reler o parágrafo acima, pois é muito esclarecedor. Pike acaba de dizer para seus Adeptos do Trigésimo Grau que podem livre e intencionalmente enganar os maçons de graus mais baixos. Esses pobres homens devem imaginar que compreendem os símbolos da Maçonaria! Essa mentira audaz vem do Maligno, de Satanás, não do Deus Santo da Bíblia!
18) Quem, então, tem a permissão de conhecer a verdade, e o que realmente acontece na Maçonaria?
"Precisamos criar um super-rito, que permanecerá desconhecido, ao qual chamaremos aqueles maçons de graus elevados (do trigésimo para cima), a quem selecionaremos. Com relação aos nossos irmãos na Maçonaria, esses homens precisam jurar manter o mais rígido segredo. Por meio desse rito supremo, governaremos toda a Maçonaria, que se tornará o centro internacional, o mais poderoso, porque sua direção será desconhecida" [carta datada de 22/1/1870 de Albert Pike para o líder da Ordem dos Illuminati, Giuseppe Mazzini].
19) Você está dizendo que a Maçonaria é somente uma encenação e que há algo mais por trás dela?
"Isso serviu de base à nossa organização da Maçonaria secreta, que ninguém conhece e cujos desígnios não são sequer suspeitados pelos tolos gentios, atraídos por nós ao exército visível das lojas, a fim de desviar os olhares de seus próprios irmãos.... Quem poderá derrubar uma força invisível? Nossa força é assim. A Maçonaria externa serve unicamente para cobrir nossos desígnios; o plano de ação dessa força, o lugar que assiste, são inteiramente ignorados do público. [Protocolo dos Sábios de Sião, Protocolo 11, Protocolo 4]
-- Os Protocolos dos Sábios de Sião são o documento mais declaradamente satânico na história mundial! Eles relacionam sistematicamente todas as etapas necessárias para estabelecer a Nova Ordem Mundial e o Anticristo. É algo muito sério os Protocolos afirmarem que a Maçonaria existe somente para desviar os olhares dos Iluministas. Novamente, vemos a crença deles, afirmada por Pike anteriormente, que um super-rito, que é totalmente desconhecido, promoverá os interesses dos Iluministas poderosamente. A Maçonaria está sendo usada pelos Iluministas para desviar os olhares das pessoas, e para trazer a Nova Ordem Mundial.
20) Então, se a Maçonaria é apenas uma encenação exterior, o que está realmente tentando esconder por dentro?
"SOCIEDADES SECRETAS - Mas, esperando nosso advento, criaremos e multiplicaremos, pelo contrário, as lojas maçônicas em todos os países do mundo, atraindo para elas todos os que são ou possam ser agentes proeminentes. Essas lojas formarão nosso principal aparelho de informações e o meio mais influente de nossa atividade. Centralizaremos todas essas lojas em uma administração que somente nós conheceremos, composta pelos nossos Sábios. As lojas terão seu representante, atrás do qual estará escondida a administração de que falamos, e será esse representante quem dará a palavra de ordem e o programa. Formaremos nessas lojas o núcleo de todos os elementos revolucionários e liberais. Elas serão compostas por homens de todas as camadas sociais. Os mais secretos projetos políticos ser-nos-ão concedidos e cairão sob a nossa direção no próprio momento em que apareçam. No número dos membros dessas lojas se incluirão quase todos os agentes da polícia nacional e internacional, .... porque seu serviço é insubstituível, para nós, visto como a polícia, pode não só tomar medidas contra os recalcitrantes, como cobrir nossos atos, criar pretextos de descontentamentos, etc... Aqueles que entram para as sociedades secretas são ordinariamente ambiciosos, aventureiros, e em geral, homens na maioria levianos, com os quais não teremos grande dificuldade em nos entendermos para realizar nossos projetos." [Protocolos dos Sábios de Sião, Protocolo 15]
21) Ninguém nunca tentou advertir o público sobre a conexão Maçonaria/Iluministas e suas atividades antes?
Sim! Muitas pessoas tentaram, mas poucas foram ouvidas. Todas as advertências seguintes são de indivíduos que eram proeminentes na política, na vida acadêmica e líderes religiosos. Não eram "sensacionalistas" nem eram "profetas do Apocalipse"; todos eram indivíduos altamente qualificados e respeitados em seus campos de atuação.
a) Presidente George Washington, 1785, em uma carta ao reverendo G. W. Snyder: "Reverendo, não era minha intenção duvidar que a doutrina dos Iluministas - os princípios do Jacobinismo - não tinham se espalhado pelos Estados Unidos. Pelo contrário, ninguém está mais satisfeito com esse fato do que eu".
-- Pouco antes de morrer, o Presidente Washington estava bem ciente que o ramo radical da Maçonaria, os Iluministas de Adam Weishaupt, tinha alastrado seu veneno para os EUA.
b) Em 1798, o Professor John Robinson advertiu os líderes maçons que os Iluministas estavam se infiltrando nas lojas.
c) Reverendo Jedidiah Morse (pai de Samuel Morse) pregou em 1798: A Ordem dos Illuminati tem suas filiais estabelecidas e seus emissários trabalhando nos EUA."
d) David Pappen, Presidente da Universidade de Harvard, em 19/7/1798, fez uma advertência à classe dos formandos em uma aula sobre a influência que os Iluministas estavam exercendo na política e na religião nos EUA.
e) John Quincy Adams, que em 1800 opôs-se a Thomas Jefferson na disputa pela Presidência, escreveu três cartas ao coronel William L. Stone, expondo como Jefferson estava usando as lojas maçônicas para os propósitos subversivos dos Iluministas. Acredita-se que as informações contidas naquelas cartas ajudaram Adams a vencer a eleição. Elas ficaram expostas na Biblioteca da Praça Rittenburg, em Philadelphia.
f) Dr. Joseph Willard, Presidente da Universidade de Harvard, disse em 4 de julho de 1812, à classe dos formandos: "Existem evidências suficientes que diversas sociedades dos Iluministas estabeleceram-se neste pais. Elas estão trabalhando para solapar secretamente todas as nossas antigas instituições, civis e religiosas. Essas sociedades estão claramente coligadas com suas congêneres na Europa... Vivemos em um período alarmante. Os inimigos de toda a ordem estão procurando nossa ruína. É claro que se a infidelidade prevalecer, nossa independência cairá e nosso governo republicano será aniquilado."
-- Vivemos no tempo final que o Presidente Willard, da Universidade de Harvard, temia; os inimigos das nossas liberdades estão próximos de alcançar seus objetivos. Quando pessoas qualificadas como essas puderam ver a conspiração para destruir nosso país e nossas liberdades, por que muitas pessoas ainda duvidam?
g) O primeiro-ministro britânico Sir Winston Churchill, disse em 1920, três anos após os bolcheviques tomarem o poder na Rússia: "Desde os dias de Weishaupt (codinome Spartacus) aos de Karl Marx, aos de Trotsky ... essa conspiração mundial .. tem crescido continuamente. Essa conspiração teve um papel definitivamente reconhecível na tragédia da Revolução Francesa. Foi a mola principal de todo movimento subversivo durante o século XIX; e agora, finalmente, esse grupo de personalidades extraordinárias do submundo das grandes cidades da Europa e da América tomou o povo russo pelos cabelos de suas cabeças e tornou-se praticamente o dono incontestável daquele enorme império."
--No Seminário 2, "America Determines the Flow of History" [que pode ser adquirido em fitas cassetes visistando-se o site da The Cutting Edge], delineamos a teoria que o Plano para a Nova Ordem Mundial que está em operação requereu a criação deliberada do comunismo. No entanto, ficamos chocados quando encontramos essa citação de Winston Churcill dizendo ao mundo em 1920, que os Iluministas tinham criado o comunismo!
g) A famosa historiadora e autora inglesa Nesta Webster, em seu livro World Revolution, publicado nos anos 20, na página 78, diz: "Embora esses eventos (os estágios iniciais da Revolução Francesa de 1789) estivessem ocorrendo na Europa, o Novo Mundo (os EUA) estavam sendo influenciados pelos Iluministas. Em 1786, uma Loja da Ordem dos Iluministas foi inaugurada na Virgínia, e foi seguida por quatorze outras, em diferentes cidades."
h) O Relatório do Comitê de Investigação Sobre a Educação, do Senado da Califórnia, dizia em 1953: "O assim chamado comunismo é aparentemente a mesma hipócrita e mortal conspiração mundial para destruir a civilização que foi fundada pela Ordem Secreta dos Iluministas, na Bavária, em primeiro de maio de 1776 e que ergueu sua cabeça em nossas colônias aqui no período crítico antes da adoção da nossa Constituição Federal."
-- Essa afirmação é inacreditável, não pelo conteúdo, mas pela fonte - o Senado da Califórna Sobre a Educação! Sempre fico admirado em ver como o conhecimento de uma geração pode ser enterrado pelas gerações posteriores. Verdadeiramente, cada geração precisa conquistar suas próprias liberdades.
22) Quando os maçons tornaram-se parte dos Iluministas?
"Em 16 de julho de 1782, no famoso Congresso de Wilhelmsbad, próximo da cidade de Hanau, em Hesse-Cassel. Esse Congresso foi iniciado por Ferdinando, Duque de Brunswick, Grande Mestre da Ordem da Observância Rígida." [Albert Mackey, Encyclopedia of Freemasonry, pg 1006].
23) O que aconteceu nesse encontro?
Adam Weishaupt, e seu braço direito, o Barão Adolf Von Knigge (ambos eram maçons naquele tempo) comparecerem ao Congresso de Wilhelmsbad; eles tinham se reunido com os representantes dos 23 Supremos Conselhos do mundo maçônico e os convenceram, após trinta sessões, a seguir o Plano de Sete Partes dos Iluministas para a criação de uma Nova Ordem Mundial.
24) Como fizeram isso?
No final das trinta reuniões com os Conselhos, os representantes do mundo maçônico assinaram um documento, cada qual com seu próprio sangue, que seguiriam o Plano de Sete Partes dos Iluministas para o estabelecimento da Nova Ordem Mundial.
25) Os maçons não têm conhecimento sobre esses fatos?
A maioria não tem. Praticamente 95% dos maçons não têm a menor idéia do que realmente acontece em suas próprias lojas. Somente os maçons do Trigésimo Grau para cima é que podem conhecer esses segredos. Desses, somente 5% conhecem toda a verdade, por terem sido iniciados na Ordem dos Iluministas. Na maioria das vezes, um Iluminista entrará nas fileiras da Maçonaria somente para continuar o processo de infiltração. Eventualmente, esse Iluminista se tornará um dos maçons de alto nível e poderá, portanto, controlar melhor o mundo maçônico por causa de seu elevado grau e poder.
-- Se você faz parte dos 95% dos maçons que estão condenados a permanecer na ignorância e não conhecer a verdadeira natureza da loja, agora aprendeu a verdade.
- Doc Marquis (Christians Exposing the Occult, PO Box 632436, Nacogdoches, TX, 75963-2436, telefone (409) 552-7313.) escreveu o que está em preto, respondendo a perguntas dos seus seminários sobre os Iluministas, Feitiçaria e Maçonaria.
- http://www.cuttingedge.org comentou em azul.
- Jeremias Santos traduziu e postou em http://www.espada.eti.br, de onde copiamos.
http://solascriptura-tt.org/Seitas/25PerguntasSelecionadasMaconaria-Marquis.htm
"Se a Maçonaria fosse simplesmente uma instituição cristã, os judeus e os islamitas, os hindus e os budistas não poderiam conscientemente fazer parte de sua iluminação." [Albert Mackey, Encyclopedia of Freemasonry, pg 182, maçom de Grau 33.]
-- Achamos altamente instrutivo que Mackey admita enfaticamente aos Adeptos que a Maçonaria não é cristã! Logicamente, quando Mackey escreveu seu livro, ele era secreto, e estava disponível somente aos maçons Adeptos. Se Mackey soubesse que esse livro se tornaria disponível para o público, não teria sido tão enfático.
2) A Maçonaria é cristã?
"A Maçonaria não é cristã, nem é uma substituta para o cristianismo." [C. F. McQuaig, My Masonic Friend, pg 1].
-- Novamente, vemos que, por sua própria admissão, a Maçonaria não é cristã! A única ocorrência em que ouvimos que ela é cristã é da Divisão de Propaganda Maçônica, e pelos pobres e iludidos maçons que foram deliberadamente enganados pelos seus superiores.
3) Há uma Bíblia sobre o altar nas lojas maçônicas. Isso não prova que a Maçonaria baseia-se na Bíblia?
"A Maçonaria não tem nada que ver com a Bíblia; não está baseada na Bíblia, pois, se estivesse, não seria Maçonaria, seria alguma outra coisa." [The Digest of Masonic Law, pg 207-209]
-- Agora vemos um autor maçônico admitindo que a Maçonaria não está baseada na Bíblia! Portanto, não somente a Maçonaria não é cristã, como não é nem mesmo judaico-cristã! Essas revelações simplesmente continuam aparecendo, não?
4) Mas e Deus?
"A humanidade, 'em todo', então, é o único Deus pessoal." [J. D. Buck, Mystic Masonry, pg 136, Grau 32]. Como qualquer bom ocultista, a Maçonaria acredita na mentira que Satanás disse a Eva no jardim do Éden: "Sereis como Deus". Discutimos essa crença no artigo Provamos Conclusivamente que a Maçonaria é Adoração a Lúcifer - Parte 3 de 5; se você ainda não leu esse artigo, sugerimos que faça isso antes de prosseguir com a leitura deste artigo.
5) Se a Maçonaria não está baseada na Bíblia, nem em seus princípios cristãos; então, as lojas maçônicas não estão ensinando religião, certo?
"Toda loja maçônica é um templo de religião, e seus ensinos são instruções em religião". [Albert Pike, Morals and Dogma, pg 213. Pike foi um maçom de Grau 33, líder da Jurisdição Sulista do Rito Escocês Antigo e Aceito da Maçonaria.].
-- A revelação dele aqui, nos ensinos para o Décimo Terceiro Grau, que a Maçonaria ensina religião, é um exemplo perfeito da política deliberada de mentir da Maçonaria. No Décimo Grau, Pike diz que a "Maçonaria não é uma religião". Depois, no Décimo Terceiro Grau, o maçom aprende que aquela afirmação é falsa e que a Maçonaria realmente é uma religião. Assim, quando um não-maçom fizer a acusação que a Maçonaria é uma religião, pode-se responder com a afirmação de Pike no Décimo Grau, em que ele nega a Maçonaria seja uma religião, e omitir que no Décimo Terceiro Grau ele inverte o que disse anteriormente e admite que a Maçonaria realmente é uma religião. Verdadeiramente, a Maçonaria é uma série de salas com fumaça e espelhos, destinadas a enganar a maioria dos maçons, e a enganar a 100% dos não-maçons. Nenhuma organização que deliberadamente usa de enganos não pode chamar a si mesma de cristã.
6) Como as lojas maçônicas são templos de religião, o que estão buscando se não adoram a Jesus Cristo?
"A Maçonaria está em busca da Luz. Essa busca leva-nos direto, como você pode ver, à Cabala." [Albert Pike, Morals and Dogma, pg 741.]
7) Mas a Cabala não é uma religião?
"Todas as religiões verdadeiramente dogmáticas surgiram da Cabala e retornam a ela; tudo científico e grandioso nos sonhos religiosos dos Iluministas... todas as associações maçônicas devem a ela seus segredos e seus símbolos." [Pike, Morals and Dogma].
-- Gostaríamos de advertir a todos nossos amigos judeus que estão se deixando envolver no reavivamento do estudo da Cabala, que estão acreditando na falsificação satânica da Torá e dos outros livros do Antigo Testamento da Bíblia, que os fariseus e saduceus dos tempos de Jesus estavam praticando. Você sabia que a principal razão pela qual os fariseus e saduceus planejaram matar Jesus, a despeito de seus óbvios poderes sobrenaturais, era por que eles estavam praticando a feitiçaria da Cabala? Você pode ler os detalhes nos dois artigos Sociedades Secretas Mataram o Senhor Jesus Cristo (leia a Parte 1 e a Parte 2). Após ler esses dois artigos, você compreenderá por que Jesus foi tão implacável em suas palavras de reprovação aos fariseus, o que está totalmente em desacordo com seu caráter de amor e de compaixão pelos pecadores ordinários, mesmo os grandes pecadores. Jesus sabia que os fariseus e saduceus estavam praticando a feitiçaria que mais tarde veio a ser conhecida como Cabala.
8) Se a Cabala é uma prática antiga encontrada no mundo ocultista, os símbolos, palavras e outras expressões maçônicas podem ser encontrados no ocultismo?
"Nos ritos modernos da feitiçaria, encontramos termos e expressões que também são empregados na Maçonaria, na Alvorada Dourada, e e outras sociedades ocultistas." [Arnold e Patricia Crowther, The Secrets of Ancient Witchcraft, pg 22].
-- Novamente, vemos uma ocorrência em que a Maçonaria é amada pelas pessoas erradas: feiticeiros, satanistas, iluministas, autores de livros de Nova Era possessos por demônios, e líderes de outras sociedades secretas, igualmente possessos por demônios. Como diz o ditado, "Os pássaros da mesma plumagem pousam no mesmo galho", esse fato é uma evidência muito importante e concreta de que a Maçonaria é tão satânica quanto essas organizações admitem abertamente que são! Tenha esse fato em mente ao ler os fatos apresentados em seguida.
9) Se a Maçonaria promove as religiões ocultistas, certamente muitos de seus membros devem ter formação ocultista
Eles certamente têm! Relaciono em seguida alguns exemplos de satanistas e/ou ocultistas que também eram maçons de boa posição.
-- Não se deixe enganar pela Propaganda Maçônica que diz que essas pessoas eram "maçons rebeldes"; pelo contrário, foram maçons de boa posição durante grande parte de suas vidas. Na verdade, o que esses ocultistas, que também eram maçons, representam, são os poucos maçons iluministas, que percorreram todo o caminho para a "Luz", para descobrir qual realmente é o grande segredo final da Maçonaria, isto é, satanistas dedicados trabalhando para implantar a Nova Ordem Mundial do Anticristo.
a) Arthur Edward Waite, historiador e autor ocultista.
-- Nos artigos Free12 e Free13, citamos muito esse autor, observando que seus livros são sempre publicados por uma editora maçônica bem conhecida e estabelecida.
b) Dr. Wynn Westcott - membro da Sociedade Rosacruz e membro fundador da Ordem Hermética da Alvorada Dourada,
-- uma das sociedades secretas mais satânicas que existem e altamente ativa no estabelecimento da vindoura Nova Ordem Mundial do Anticristo. Você não acha extremamente esclarecedor saber que o fundador dessa sociedade secreta também era maçom?
c) S. L. MacGregor Mathers - co-fundador da Ordem Hermética da Alvorada Dourada
-- Assim, vemos que ambos os fundadores dessa sociedade secreta satânica eram maçons.
d) Dr. Gerard Encausse - membro dos Illuminati e líder do grupo conhecido como 'Martinismo'. De acordo com Albert Mackey, um maçom de Grau 33, "Os graus do Martinismo envolvem os deleites (prazeres) dos místicos" [Albert Mackey, Encyclopedia of Masonry, pg 552].
-- Os "deleites dos místicos" aqui é um eufemismo para sexo. Em outros artigos, já observamos que a Maçonaria utiliza o simbolismo do círculo com um ponto no meio para representar o sexo [veja os detalhes no artigo free13]. Em outros artigos, também observamos o simbolismo sexual inerente nos escritos maçônicos. Os maçons "adoram a criatura em lugar do Criador", exatamente como quaisquer outros pagãos na história mundial. Novamente, esse fato é umas das razões por que insistem em absoluto segredo, temendo a investigação pública.
e) Aleister Crowley - O infame satanista que fundou a religião ocultista de Thelema. Esse homem (mostrado na foto à direita) era tão vil e depravado que seus próprios contemporâneos os chamavam de "Mister 666" e sua própria mãe o chamava de "A Besta" do livro do Apocalipse.
-- Crowley não fundou a Ordem dos Templários do Oriente, mas controlou a organização por muitos anos. A OTO é uma sociedade secreta praticante de Magia Negra, muito satânica.
f) Dr. Theodore Reuss - Líder da ordem ocultista conhecida como O.T.O. (Ordo Templi Orientis, ou Ordem dos Templários do Oriente). Reuss foi um prolixo autor ocultista que deu a Aleister Crowley a liderança da OTO em Londres.
-- Mostramos em seguida o logotipo oficial da OTO, obtido na Internet. A ilustração representa o abismo negro do Inferno. Aparentemente, é a entrada do Inferno, com as colunas no estilo maçônico em cada lado e o símbolo ocultista/maçônico alado no alto. Os Olhos Que Tudo Vêem observam todos os que entram pelas portas. A Maçonaria é idêntica aos Mistérios", disse Albert Pike; portanto, essa cena das Portas do Inferno é Maçonaria.
g) George Pickingill - renomado bruxo-mestre da Inglaterra do século XIX e líder do 'conciliábulo Pinkingill'.
h) Manly P. Hall - Rosa-cruz, autor maçônico, e fundador da Sociedade de Pesquisa Filosófica
-- Hall é reconhecido mundialmente como um dos mais prolixos autores maçônicos. Foi ele que disse que os companheiros maçons podem ter "as energias ardentes de Lúcifer nas mãos" quando compreenderem os profundos segredos da Arte. Como Hall era ao mesmo tempo rosa-cruz e maçom, queremos mostrar-lhe a Cruz Rosa-Cruz, para que você possa ver as terríveis blasfêmias da Maçonaria. Observe atentamente como eles cobriram a preciosa cruz do Calvário com os mais profundos e malignos símbolos de satanismo! Você pode ver quatro pentáculos em pé, representando Lúcifer e cobrindo cada uma das pontas da cruz; em seguida, pode ver um hexagrama logo abaixo do centro, provavelmente destinado a lançar uma "maldição" na cruz do nosso Salvador! Pessoal, essa é a verdadeira natureza da Maçonaria. A Maçonaria reverencia muito a Sociedade Rosa-Cruz, e tem até mesmo um grau dedicado a ela, chamado "Cavaleiro Rosa-Cruz", o Décimo Oitavo Grau! Mais uma vez, a verdadeira natureza satânica da Maçonaria fica bem clara.
i) Gerald B. Gardner - Fundador do moderno reavivamento de Wicca, que tem um estilo de feitiçaria nomeado em sua homenagem, o "Estilo Gardneriano de Feitiçaria".
j) Alex Sanders - Conhecido como "Rei de todos os Feiticeiros", em Londres, foi um dos feiticeiros mais influentes após Gardner. Também tem um estilo de feitiçaria nomeado em sua homenagem, a "Feitiçaria Alexandrina".
k) Eliphas Levi - um dos maiores autores ocultistas do século XIX.
-- Doc deixa de dar a devida ênfase aqui. Levi é conhecido como "a maior autoridade ocultista do século XIX". Ele criou uma imagem extremamente obscena de Baphomet para representar Satanás. "O desenho do Baphomet de Levi mostra sua ênfase no sexo, pois criou Baphomet como um ser andrógino [masculino e feminino]. Satanás, como o Baphomet, frequentemente é retratado como uma deidade hemafrodita, que tem falo de homem e seios de mulher. Em um livro sobre feitiçaria, The Complete Book of Witchcraft and Demonology, encontramos uma figura do Baphomet. A legenda diz que ele era o 'deus cornífero dos feiticeiros, o sexo encarnado'. Essa figura mostra o Baphomet fazendo o sinal da tríade do Diabo com sua mão direita. [Dra. Burns, Masonic and Occult Symbols Illustrated]
-- O espírito-guia de Eliphas Levi levou-o a níveis de compreensão da feitiçaria que poucos homens na história já atingiram. Suas ilustrações são consideradas inigualáveis no mundo ocultista, e ele não somente foi contemporâneo de Albert Pike, mas também exerceu influência sobre ele. [Arthur Edward Waite, Some Deeper Aspects of Masonic Symbolism, Kila, Montana, reimpresso por Kessinger Freemasonry Publishing Co.] Arthur Wait disse a respeito de Levi: ".... certamente um dos mais destacados expoentes continentais da ciência ocultista que o século XIX produziu, e seus escritos têm uma elevada estima nas escolas modernas da alta magia." [Waite, citado no livro de Levi, The History of Magic, no catálogo da Kessinger, para influenciar o leitor a comprar o livro de Levi.]
-- Albert Pike [maçom de Grau 33, Grande Comandante da Jurisdição Sulista] foi, portanto, muito influenciado por Levi em suas opiniões a respeito de Lúcifer. Já citamos Pike em Morals and Dogma [pg 567, ensinos para o Vigésimo Oitavo Grau] em que identifica Lúcifer como o portador de luz da Maçonaria, a "Luz" à qual os maçons fazem o juramento de trabalhar para alcançar. Ouça Levi falar sobre Lúcifer: "XXXVIII: O que é mais absurdo e ímpio do que atribuir o nome de Lúcifer ao Diabo, isto é, ao mal personificado? O Lúcifer intelectual é o espírito da inteligência e do amor; é o paráclito [o defensor]; é o Espírito Santo, onde o Lúcifer físico é o grande anjo do magnetismo pessoal." [Eliphas Levi, The Mysteries of Magic, A Digest of the Writings of Eliphas Levi]
10) Existem mulheres na Maçonaria?
-- A maioria dos maçons fica chocado ao saber que as mulheres também podem ingressar na Maçonaria, pois foram levados a acreditar que ela esteja aberta somente aos homens. No entanto, um segredo é que as mulheres podem tornar-se co-maçons, ingressando como membros plenos, normalmente em companhia de seus maridos. Você pode ver os dois símbolos da Co-Maçonaria que descobri, juntamente com figuras gerais de mulheres em seus trajes maçônicos. A Co-Maçonaria produziu algumas líderes realmente importantes no movimento da Nova Ordem Mundial. Veja as explicações de Marquis:
Contrariamente à crença popular, as mulheres também podem ingressar na Maçonaria. No livro de Albert Mackey, Encyclopedia of Masonry, (pg 307), há uma lei da Maçonaria que é conhecida como Lei de Salique. Ela diz que as mulheres não podem se tornar maçons; no entanto, no passado, algumas mulheres foram aceitas. Alguns exemplos são.
a) A nobre Sra. Aldsworth - [mostrada na figura anterior] - por volta de 1735, recebeu o primeiro e o segundo graus na Loja 44, em Doneraile, Irlanda.
b) Sra. Beaton - morava e recebeu sua iniciação em Norfolk, Inglaterra.
c) Madame de Xaintrailles - iniciada na Loja Francesa durante o final do século XIX.
d) Elizabeth St. Leger - iniciada em 1710, aos dezessete anos.
e) Condessa Barkoczy, da Hungria - foi iniciada na Loja Húngara da Maçonaria.
11. Existem exemplos de mulheres ocultistas que pertenceram à Maçonaria?
Sim!
a) Madame Helena Petrovna Blavatsky - fundadora da ocultista Sociedade Teosófica, foi iniciada na Maçonaria durante a primeira parte do século XIX.
-- Aqui, Marquis deixa de dar a devida a importância dos fatos. Blavatsky foi a fundadora de uma das sociedades secretas mais satânicas que existem! Entre as pessoas que aprenderam satanismo com ela estão Adolf Hitler e alguns de seus homens, Lênin e alguns outros líderes comunistas. Hitler, particularmente, considerava os ensinos de Blavatsky cruciais para suas doutrinas satânicas, especialmente o tratado que ela escreveu, A Doutrina Secreta. O holocausto nazista ocorreu em grande parte em decorrência dos ensinos de Blavatsky! Aqui, vemos que ela também pertenceu à Maçonaria.
b) Annie Besant - líder da profundamente satânica Sociedade Teosófica.
c) Alice A. Bailey - Sucedeu Annie Besant como líder da Casa da Teosofia. Alice e seu marido [Foster Bailey, um maçom de Grau 32] foram membros da Co-Maçonaria. Alice Bailey fundou a editora Lucifer Trust, com o propósito expresso de publicar os livros de Nova Era que seriam escritos em grande quantidade dali para a frente. Após perceber que a maioria das pessoas tinha aversão ao nome de Lúcifer, ela mudou o nome da editora para Lucis Trust.
12) Assumindo, então, que muitos membros maçons estão interessados, ou envolvidos no ocultismo, quais são as verdadeiras doutrinas religiosas dos maçons?
O que precisamos dizer para a multidão é: "Adoramos a um deus, mas é um deus adorado sem supertição.' A vós, Soberanos Grande Inspetores Gerais [maçons de Grau 33], dizemos isto... para que repitais aos irmãos dos Graus 32, 31 e 30... A religião maçônica deve ser, por todos os iniciados nos graus mais elevados, mantida na pureza da doutrina luciferiana... Sim, Lúficer é Deus, e infelizmente, Adonai [Deus da Bíblia Sagrada] também é Deus... a doutrina do satanismo é uma heresia; e a religião pura e verdadeira é a crença em Lúcifer, que é igual a Adonai; mas Lúcifer, Deus da Luz, Deus do Bem, está lutando em favor da humanidade contra Adonai, o Deus das Trevas e do Mal." [Lady Queenborough, Occult Theocracy, pg 220-221, citando uma carta de Albert Pike, aos Supremos Conselhos Mundiais, em 14/7/1889.]
-- A Maçonaria contra-atacou essa carta, afirmando que era uma falsificação. No entanto, precisa responder ao fato que essa adoração a Lúcifer também é explicada nos dois livros monumentais de Pike, Morals and Dogma, e Magnum Opus. Tudo o que está contido nessa carta também está contido nesses dois livros, e temos ambos aqui no escritório.
-- Finalmente, a história não registra que a Maçonaria alguma vez tenha processado Lady Queenborough por calúnia e difamação. Certamente, como a carta é tão condenatória, a Maçonaria teria feito todo o possível para limpar seu nome, até ao ponto de processar. A absoluta falta de ação deles comprova a verdade da afirmação de Lady Queenborough que essa carta de Albert Pike é genuína.
13) Espere um minuto! Você está dizendo que a 'luz' que a Maçonaria procura, vem de Lúcifer?
"LÚCIFER, o portador da luz... É ele quem porta a luz? Não duvides!" [Albert Pike, Morals and Dogma, pg 321; ênfase no original]
14) Espere ai! Lúcifer, ou Satanás não é o deus das trevas? O maligno?
"O verdadeiro nome de Deus, dizem os cabalistas, é Yahweh (DEUS) invertido; pois Satanás não é um deus negro, mas a negação de Deus. Para os iniciados, não é uma Pessoa, mas uma Força..." [Albert Pike, Morals and Dogma, pg 102].
-- A afirmação de Pike, em uma carta, mencionada anteriormente, define o puro satanismo. Eles acreditam que Deus e Lúficer são Deuses iguais, eram concorrentes no Jardim no Éden, com Adonai, o Deus da Bíblia Sagrada obtendo uma "vitória temporária" No entanto, os ocultistas acreditam que, na batalha do Armagedom, Lúcifer destronará Adonai e se apoderará do seu trono de direito nos céus. Todos os luciferianos, incluindo os Iluministas, acreditam nisso de todo o coração. Adonai é o Deus cruel, conforme demonstrado pelo fato de ordenar que os israelitas nos tempos do Antigo Testamento matassem populações inteiras de pessoas pelo único pecado de adorarem a Lúcifer, seu adversário; Lúcifer, por outro lado, não tem esse histórico de matanças e é considerado o Deus do Bem.
-- Além disso, chamando Lúcifer, ou Satanás, de Força, em vez de Pessoa, Pike cumpre a profecia bíblica referente ao Anticristo. Em Daniel 11:38, lemos: "Mas em seu lugar honrará a um deus das forças". Nem Albert Pike nem qualquer outro luciferiano sabe que está cumprindo as profecias bíblicas sobre o Anticristo. No entanto, como indicamos no artigo "Teachings About Jesus Christ" [disponível no site da Cutting Edge], a doutrina deles sobre Jesus Cristo também cumpre precisamente a definição bíblica do Anticristo.
15) Satanás, pode, então, ser entendido como Deus, a fonte da Luz?
"Para formar uma idéia de Deus .... a Cabala o imaginou como a 'luz mais oculta'. [Albert Pike, Morals and Dogma, pg 740]
16) Como a religião maçônica é a "frente" para a religião dos iluministas, a "luz" maçônica é a "luz" dos iluministas?
"O resultado é luz ou iluminação. Tais são os Iluministas" [J. D. Buck, maçom de Grau 33, em Mystic Masonry, introdução, pg XI].
-- Novamente, vemos a Maçonaria culpada de ser luciferiana pelas palavras de seus próprios autores. É realmente muito ruim que 95% de todos os maçons não separem tempo para ler os mesmos livros que nós, e outros autores cristãos, já lemos. Esses maçons não fizeram nem uma fração da pesquisa que já fizemos; no entanto, preferem acreditar na mentiras dos seus superiores.
17) O candidato a maçom não aprende a verdade sobre a religião e o deus da Maçonaria quando ingressa na Loja Azul, onde recebe os três primeiros graus?
"Os graus da Loja Azul são apenas o pátio exterior, ou o pórtico do Templo. Alguns símbolos são mostrados ali para o iniciado, mas ele é intencionalmente enganado com falsas interpretações. Não se deseja que ele compreenda o significado dos símbolos, mas que apenas pense que compreende." [Albert Pike, Morals and Dogma, pg 819; ênfase acrescentada]
-- Todos os maçons precisam ler e reler o parágrafo acima, pois é muito esclarecedor. Pike acaba de dizer para seus Adeptos do Trigésimo Grau que podem livre e intencionalmente enganar os maçons de graus mais baixos. Esses pobres homens devem imaginar que compreendem os símbolos da Maçonaria! Essa mentira audaz vem do Maligno, de Satanás, não do Deus Santo da Bíblia!
18) Quem, então, tem a permissão de conhecer a verdade, e o que realmente acontece na Maçonaria?
"Precisamos criar um super-rito, que permanecerá desconhecido, ao qual chamaremos aqueles maçons de graus elevados (do trigésimo para cima), a quem selecionaremos. Com relação aos nossos irmãos na Maçonaria, esses homens precisam jurar manter o mais rígido segredo. Por meio desse rito supremo, governaremos toda a Maçonaria, que se tornará o centro internacional, o mais poderoso, porque sua direção será desconhecida" [carta datada de 22/1/1870 de Albert Pike para o líder da Ordem dos Illuminati, Giuseppe Mazzini].
19) Você está dizendo que a Maçonaria é somente uma encenação e que há algo mais por trás dela?
"Isso serviu de base à nossa organização da Maçonaria secreta, que ninguém conhece e cujos desígnios não são sequer suspeitados pelos tolos gentios, atraídos por nós ao exército visível das lojas, a fim de desviar os olhares de seus próprios irmãos.... Quem poderá derrubar uma força invisível? Nossa força é assim. A Maçonaria externa serve unicamente para cobrir nossos desígnios; o plano de ação dessa força, o lugar que assiste, são inteiramente ignorados do público. [Protocolo dos Sábios de Sião, Protocolo 11, Protocolo 4]
-- Os Protocolos dos Sábios de Sião são o documento mais declaradamente satânico na história mundial! Eles relacionam sistematicamente todas as etapas necessárias para estabelecer a Nova Ordem Mundial e o Anticristo. É algo muito sério os Protocolos afirmarem que a Maçonaria existe somente para desviar os olhares dos Iluministas. Novamente, vemos a crença deles, afirmada por Pike anteriormente, que um super-rito, que é totalmente desconhecido, promoverá os interesses dos Iluministas poderosamente. A Maçonaria está sendo usada pelos Iluministas para desviar os olhares das pessoas, e para trazer a Nova Ordem Mundial.
20) Então, se a Maçonaria é apenas uma encenação exterior, o que está realmente tentando esconder por dentro?
"SOCIEDADES SECRETAS - Mas, esperando nosso advento, criaremos e multiplicaremos, pelo contrário, as lojas maçônicas em todos os países do mundo, atraindo para elas todos os que são ou possam ser agentes proeminentes. Essas lojas formarão nosso principal aparelho de informações e o meio mais influente de nossa atividade. Centralizaremos todas essas lojas em uma administração que somente nós conheceremos, composta pelos nossos Sábios. As lojas terão seu representante, atrás do qual estará escondida a administração de que falamos, e será esse representante quem dará a palavra de ordem e o programa. Formaremos nessas lojas o núcleo de todos os elementos revolucionários e liberais. Elas serão compostas por homens de todas as camadas sociais. Os mais secretos projetos políticos ser-nos-ão concedidos e cairão sob a nossa direção no próprio momento em que apareçam. No número dos membros dessas lojas se incluirão quase todos os agentes da polícia nacional e internacional, .... porque seu serviço é insubstituível, para nós, visto como a polícia, pode não só tomar medidas contra os recalcitrantes, como cobrir nossos atos, criar pretextos de descontentamentos, etc... Aqueles que entram para as sociedades secretas são ordinariamente ambiciosos, aventureiros, e em geral, homens na maioria levianos, com os quais não teremos grande dificuldade em nos entendermos para realizar nossos projetos." [Protocolos dos Sábios de Sião, Protocolo 15]
21) Ninguém nunca tentou advertir o público sobre a conexão Maçonaria/Iluministas e suas atividades antes?
Sim! Muitas pessoas tentaram, mas poucas foram ouvidas. Todas as advertências seguintes são de indivíduos que eram proeminentes na política, na vida acadêmica e líderes religiosos. Não eram "sensacionalistas" nem eram "profetas do Apocalipse"; todos eram indivíduos altamente qualificados e respeitados em seus campos de atuação.
a) Presidente George Washington, 1785, em uma carta ao reverendo G. W. Snyder: "Reverendo, não era minha intenção duvidar que a doutrina dos Iluministas - os princípios do Jacobinismo - não tinham se espalhado pelos Estados Unidos. Pelo contrário, ninguém está mais satisfeito com esse fato do que eu".
-- Pouco antes de morrer, o Presidente Washington estava bem ciente que o ramo radical da Maçonaria, os Iluministas de Adam Weishaupt, tinha alastrado seu veneno para os EUA.
b) Em 1798, o Professor John Robinson advertiu os líderes maçons que os Iluministas estavam se infiltrando nas lojas.
c) Reverendo Jedidiah Morse (pai de Samuel Morse) pregou em 1798: A Ordem dos Illuminati tem suas filiais estabelecidas e seus emissários trabalhando nos EUA."
d) David Pappen, Presidente da Universidade de Harvard, em 19/7/1798, fez uma advertência à classe dos formandos em uma aula sobre a influência que os Iluministas estavam exercendo na política e na religião nos EUA.
e) John Quincy Adams, que em 1800 opôs-se a Thomas Jefferson na disputa pela Presidência, escreveu três cartas ao coronel William L. Stone, expondo como Jefferson estava usando as lojas maçônicas para os propósitos subversivos dos Iluministas. Acredita-se que as informações contidas naquelas cartas ajudaram Adams a vencer a eleição. Elas ficaram expostas na Biblioteca da Praça Rittenburg, em Philadelphia.
f) Dr. Joseph Willard, Presidente da Universidade de Harvard, disse em 4 de julho de 1812, à classe dos formandos: "Existem evidências suficientes que diversas sociedades dos Iluministas estabeleceram-se neste pais. Elas estão trabalhando para solapar secretamente todas as nossas antigas instituições, civis e religiosas. Essas sociedades estão claramente coligadas com suas congêneres na Europa... Vivemos em um período alarmante. Os inimigos de toda a ordem estão procurando nossa ruína. É claro que se a infidelidade prevalecer, nossa independência cairá e nosso governo republicano será aniquilado."
-- Vivemos no tempo final que o Presidente Willard, da Universidade de Harvard, temia; os inimigos das nossas liberdades estão próximos de alcançar seus objetivos. Quando pessoas qualificadas como essas puderam ver a conspiração para destruir nosso país e nossas liberdades, por que muitas pessoas ainda duvidam?
g) O primeiro-ministro britânico Sir Winston Churchill, disse em 1920, três anos após os bolcheviques tomarem o poder na Rússia: "Desde os dias de Weishaupt (codinome Spartacus) aos de Karl Marx, aos de Trotsky ... essa conspiração mundial .. tem crescido continuamente. Essa conspiração teve um papel definitivamente reconhecível na tragédia da Revolução Francesa. Foi a mola principal de todo movimento subversivo durante o século XIX; e agora, finalmente, esse grupo de personalidades extraordinárias do submundo das grandes cidades da Europa e da América tomou o povo russo pelos cabelos de suas cabeças e tornou-se praticamente o dono incontestável daquele enorme império."
--No Seminário 2, "America Determines the Flow of History" [que pode ser adquirido em fitas cassetes visistando-se o site da The Cutting Edge], delineamos a teoria que o Plano para a Nova Ordem Mundial que está em operação requereu a criação deliberada do comunismo. No entanto, ficamos chocados quando encontramos essa citação de Winston Churcill dizendo ao mundo em 1920, que os Iluministas tinham criado o comunismo!
g) A famosa historiadora e autora inglesa Nesta Webster, em seu livro World Revolution, publicado nos anos 20, na página 78, diz: "Embora esses eventos (os estágios iniciais da Revolução Francesa de 1789) estivessem ocorrendo na Europa, o Novo Mundo (os EUA) estavam sendo influenciados pelos Iluministas. Em 1786, uma Loja da Ordem dos Iluministas foi inaugurada na Virgínia, e foi seguida por quatorze outras, em diferentes cidades."
h) O Relatório do Comitê de Investigação Sobre a Educação, do Senado da Califórnia, dizia em 1953: "O assim chamado comunismo é aparentemente a mesma hipócrita e mortal conspiração mundial para destruir a civilização que foi fundada pela Ordem Secreta dos Iluministas, na Bavária, em primeiro de maio de 1776 e que ergueu sua cabeça em nossas colônias aqui no período crítico antes da adoção da nossa Constituição Federal."
-- Essa afirmação é inacreditável, não pelo conteúdo, mas pela fonte - o Senado da Califórna Sobre a Educação! Sempre fico admirado em ver como o conhecimento de uma geração pode ser enterrado pelas gerações posteriores. Verdadeiramente, cada geração precisa conquistar suas próprias liberdades.
22) Quando os maçons tornaram-se parte dos Iluministas?
"Em 16 de julho de 1782, no famoso Congresso de Wilhelmsbad, próximo da cidade de Hanau, em Hesse-Cassel. Esse Congresso foi iniciado por Ferdinando, Duque de Brunswick, Grande Mestre da Ordem da Observância Rígida." [Albert Mackey, Encyclopedia of Freemasonry, pg 1006].
23) O que aconteceu nesse encontro?
Adam Weishaupt, e seu braço direito, o Barão Adolf Von Knigge (ambos eram maçons naquele tempo) comparecerem ao Congresso de Wilhelmsbad; eles tinham se reunido com os representantes dos 23 Supremos Conselhos do mundo maçônico e os convenceram, após trinta sessões, a seguir o Plano de Sete Partes dos Iluministas para a criação de uma Nova Ordem Mundial.
24) Como fizeram isso?
No final das trinta reuniões com os Conselhos, os representantes do mundo maçônico assinaram um documento, cada qual com seu próprio sangue, que seguiriam o Plano de Sete Partes dos Iluministas para o estabelecimento da Nova Ordem Mundial.
25) Os maçons não têm conhecimento sobre esses fatos?
A maioria não tem. Praticamente 95% dos maçons não têm a menor idéia do que realmente acontece em suas próprias lojas. Somente os maçons do Trigésimo Grau para cima é que podem conhecer esses segredos. Desses, somente 5% conhecem toda a verdade, por terem sido iniciados na Ordem dos Iluministas. Na maioria das vezes, um Iluminista entrará nas fileiras da Maçonaria somente para continuar o processo de infiltração. Eventualmente, esse Iluminista se tornará um dos maçons de alto nível e poderá, portanto, controlar melhor o mundo maçônico por causa de seu elevado grau e poder.
-- Se você faz parte dos 95% dos maçons que estão condenados a permanecer na ignorância e não conhecer a verdadeira natureza da loja, agora aprendeu a verdade.
- Doc Marquis (Christians Exposing the Occult, PO Box 632436, Nacogdoches, TX, 75963-2436, telefone (409) 552-7313.) escreveu o que está em preto, respondendo a perguntas dos seus seminários sobre os Iluministas, Feitiçaria e Maçonaria.
- http://www.cuttingedge.org comentou em azul.
- Jeremias Santos traduziu e postou em http://www.espada.eti.br, de onde copiamos.
http://solascriptura-tt.org/Seitas/25PerguntasSelecionadasMaconaria-Marquis.htm
sexta-feira, 4 de janeiro de 2008
quinta-feira, 3 de janeiro de 2008
Cosme e Damião - Estudo Bíblico
Danilo Raphael
Revista Defesa da Fé, nº 39, Ano 5, outubro/2001
Os santos católicos usados pelo candomblé
Os santos gêmeos são muito prestigiados e populares em todo o Brasil. Mas é em Salvador, Bahia, que a dupla ganha mais notoriedade, sobretudo no mês de setembro, quando são festejados, em grande estilo, com o famoso caruru. O prato ganha tanto a mesa dos ricos quanto a dos pobres, e é sempre seguido de muita fartura e festa. Uma das obrigações de quem prepara o caruru de preceito é pedir esmolas para conseguir os ingredientes necessários. Uma vez pronto, o alimento é servido, primeiramente, aos santos e, em seguida, a sete crianças. Somente depois vira banquete para os demais convidados e para a própria família que o preparou. O prato, à base de quiabo e dendê, tem origem na África, no culto da sociedade yorubá aos Ibeji.
Todos os anos, ao se aproximar o dia 27 de setembro, data em que se comemora o Dia de Cosme e Damião, é comum encontrar pelas ruas de Salvador crianças e adultos atrás de esmolas (ingredientes) para a preparação do caruru dos santos. As pessoas mais abastadas pedem aos amigos uma ajuda simbólica, garantindo, assim, a tradição.
Embora a comemoração seja obrigatória no dia 27, os carurus baianos, no entanto, acontecem durante todo o mês de setembro e prosseguem até outubro, quando são festejados, no dia 25, São Crispim e São Crispiniano, que normalmente são confundidos na crendice popular com Cosme e Damião.
Representadas por duas crianças gêmeas, essas entidades eram cultuadas com presentes e oferendas de pratos típicos e doces nos rituais do Candomblé, que se repetem até os dias atuais. Entretanto, ao se tornarem escravos no Brasil, os africanos foram proibidos de cultuar seus santos de origem. Para burlar a vigilância de seus senhores, passaram a associar suas entidades aos santos católicos, o que chamamos de sincretismo.
Para que pudessem festejar seus Ibejis ou Erês (que significa criança que gosta de oferendas), os escravos adotaram os santos gêmeos católicos Cosme e Damião. É por esse motivo que Cosme e Damião, até hoje, são associados a crianças e se oferece caruru, balas e doces no seu dia. Embora o culto aos gêmeos tenha-se originado em longínqua data e em vários pontos da Europa, foi no Brasil, no entanto, especialmente na Bahia, que a fé nos santos ganhou mais força, juntando-se às devoções das raças branca e negra.
Hoje, é vasto o número de crianças que, durante várias gerações, tem sido ensinada por seus pais, professores e parentes a fazer pedidos a Cosme e Damião, com o fim de obter ajuda em suas necessidades. A Igreja Católica, por sua vez, apregoa que esses santos são protetores das crianças, dos gêmeos e padroeiros dos médicos. É costume entre os católicos a distribuição de balas e doces para as crianças no dia 26 de setembro. Segundo o padre Michelino Roberto, "pelo calendário oficial da igreja, a festa é celebrada no dia 26. Mas o povo prefere 27, data da inauguração da basílica que o papa Félix IV mandou erguer para os dois em Roma, no ano 500".1
Será que há algum mal em permitirmos que as nossas crianças recebam esses doces ou balas? Ou, talvez, pedirmos proteção para elas a esses irmãos em Cristo que viveram séculos atrás? Afinal, eles não passam de cristãos que perderam a vida por amor a Cristo.
Muitas dúvidas pairam na mente dos pais de famílias evangélicas ao presenciarem outras crianças na escola ou numa festa em seu bairro recebendo doces e balas sem maiores preocupações por parte de seus respectivos responsáveis. E questionam: "O que há de tão errado nisso? Não passam de crianças se divertindo".
A partir de então, analisaremos esses respectivos personagens, a lenda que se criou em torno de sua personalidade e a influência negativa às nossas crianças caso elas participem desses festivais comemorativos incentivados pela Igreja Católica.2
Quem foram?
Cosme e Damião eram irmãos gêmeos que, desde cedo, se envolveram com medicina, indo estudar na Síria. A data de seu nascimento, no 3 ° século, é incerta. Não se sabe ao certo as circunstâncias que os levaram a ter contato com o cristianismo. Reza a lenda que, por onde andavam, os gêmeos não cobravam pelos serviços que prestavam como médicos (daí serem chamados anárgiros, ou seja, "que não são comprados por dinheiro"), porque tinham como prioridade a conversão dos pagãos à fé cristã. Na verdade, eram outras riquezas que os atraíam.
Devido ao fato de não se prostrarem diante de outros deuses, o governo imperial ordenou a prisão dos dois médicos, acusados de acérrimos inimigos dos deuses pagãos. Assim, morreram como mártires de Cristo em 303 d. C, aproximadamente.
Cerca de 530 d.C., o imperador Justiniano, quando gravemente ferido, mandou construir, em Constantinopla, uma grande Igreja em honra desses mártires.
Zelo sem entendimento
Para que tenhamos uma idéia de como a crendice popular em torno desses dois irmãos vem tomando vulto, atentemos para o que diz o seguinte artigo: "Salvador, o bairro da liberdade, o mais populoso da capital baiana, terá um domingo de festa, amanhã, com a comemoração do dia dos santos Cosme e Damião. Haverá missas de uma hora na igreja que leva o nome dos gêmeos. Às 16 horas, uma procissão percorrerá as ruas. Os santos são muitos populares entre os adeptos do candomblé e os devotos do catolicismo. No candomblé, os santos correspondem aos ibejis ou erês, espíritos e crianças, considerados mensageiros dos orixás. Segundo a tradição, quem nasce neste dia tem a obrigação de oferecer caruru, todos os anos, a sete meninos".3
Fui no jardim colher as rosas
A vovozinha deu-me a rosa
mais formosa
Fui no jardim colher as rosas
A vovozinha deu-me a rosa
mais formosa
Cosme e Damião, ÔOOOh Doun
Crispim, Crispiniano São os filhos
de Ogum Cosme e Damião, ÔOOOh
Doun Crispim, Crispiniano
São os filhos de Ogum
(cantigas da umbanda em que o catolicismo
se funde com os cultos afros)
A verdade sobre Cosme e Damião
É costume no catolicismo transformar centenas de cristãos sinceros, que se têm revelado ao longo da história da Igreja, em personagens de devoção religiosa para uma massa de fiéis que possui zelo de Deus mas nenhum conhecimento de sua palavra. Paulo disse em sua carta aos romanos: "Porque lhes dou testemunho de que têm zelo de Deus, mas não com entendimento (10.2).
A consideração a que chegamos é que uma grande parcela dos fiéis, tanto do candomblé quanto do catolicismo, busca uma relação sincera com Deus. Mas, devido ao fato de terem aprendido, seja por amigos, familiares, ou pela doutrina da igreja católica, que Cosme e Damião podem influenciar a vida deles e a de seus filhos, recorrem, ao precisarem de ajuda, aos ensinamentos que ouviram. São sinceros no que fazem, por assim dizer, mas não agem "com entendimento".
O ensinamento de que o homem deve recorrer aos mortos para receber ajuda é amplamente divulgado pelo espiritismo e outras seitas por todo o mundo. É costume entre os católicos afirmarem: "Por que as pessoas que foram tão boas não podem nos ajudar?".
Para esclarecimento dos leitores, e em resposta às seitas, vejamos alguns motivos por que ninguém deve praticar consultas aos mortos:
1 - É proibida por Deus (Dt 18. 9-11);
2 - Quem faz isso, não possui luz nele (Is 8. 19-20);
3 - Os mortos não são nossos mediadores (1 Tm 2.5).
Outros motivos dizem respeito ao fato de que não precisamos de seus auxílios. Vejamos porquê:
1 - Temos a confiança de que podemos nos aproximar diante de Deus e sermos socorridos pelo Senhor (Hb 4.16);
2 - Jesus é o nosso intercessor (1 Tm 2.5);
3 - Todo aquele que é nascido de novo pela fé é chamado santo (Rm 1.7; Ef 3.8; 4. 11-12);
4 - Cristo está o tempo todo intercedendo por nós (Hb 7.25).
Quando recorremos ao auxílio de algum santo (neste caso, Cosme e Damião), isso implica que Cristo é insuficiente, tanto para salvar como para abençoar as nossas crianças e os profissionais da área da medicina.
A oração é uma forma de culto. E foi o Senhor Jesus quem disse: "Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele darás culto" (Mt 4.10). Não devemos ser levados por filosofias vãs (Cl 2.8), antes, prestar o nosso culto racional a Deus (Rm 12.1). Devemos, isso sim, nos desvencilhar dos preceitos de homens (Mc 7.7), para que não ofereçamos a Deus um culto vão (1 Co 10.19-20).
Sabe qual é a má notícia sobre Cosme e Damião: Eles não podem nos ajudar!
Sabe qual é a boa notícia a respeito de Cristo: Ele "é o caminho, a verdade e a vida" (Jo 14.6).
Notas:
1- O Estado de São Paulo, 28-09-2000.
2- Faz-se necessário ressaltar que tanto o catolicismo romano, quanto o candomblé cultuam Cosme e Damião.
3- O Estado de São Paulo, 26-09-1998.
Fonte: http://www.jesussite.com.br/acervo.asp?id=758
Revista Defesa da Fé, nº 39, Ano 5, outubro/2001
Os santos católicos usados pelo candomblé
Os santos gêmeos são muito prestigiados e populares em todo o Brasil. Mas é em Salvador, Bahia, que a dupla ganha mais notoriedade, sobretudo no mês de setembro, quando são festejados, em grande estilo, com o famoso caruru. O prato ganha tanto a mesa dos ricos quanto a dos pobres, e é sempre seguido de muita fartura e festa. Uma das obrigações de quem prepara o caruru de preceito é pedir esmolas para conseguir os ingredientes necessários. Uma vez pronto, o alimento é servido, primeiramente, aos santos e, em seguida, a sete crianças. Somente depois vira banquete para os demais convidados e para a própria família que o preparou. O prato, à base de quiabo e dendê, tem origem na África, no culto da sociedade yorubá aos Ibeji.
Todos os anos, ao se aproximar o dia 27 de setembro, data em que se comemora o Dia de Cosme e Damião, é comum encontrar pelas ruas de Salvador crianças e adultos atrás de esmolas (ingredientes) para a preparação do caruru dos santos. As pessoas mais abastadas pedem aos amigos uma ajuda simbólica, garantindo, assim, a tradição.
Embora a comemoração seja obrigatória no dia 27, os carurus baianos, no entanto, acontecem durante todo o mês de setembro e prosseguem até outubro, quando são festejados, no dia 25, São Crispim e São Crispiniano, que normalmente são confundidos na crendice popular com Cosme e Damião.
Representadas por duas crianças gêmeas, essas entidades eram cultuadas com presentes e oferendas de pratos típicos e doces nos rituais do Candomblé, que se repetem até os dias atuais. Entretanto, ao se tornarem escravos no Brasil, os africanos foram proibidos de cultuar seus santos de origem. Para burlar a vigilância de seus senhores, passaram a associar suas entidades aos santos católicos, o que chamamos de sincretismo.
Para que pudessem festejar seus Ibejis ou Erês (que significa criança que gosta de oferendas), os escravos adotaram os santos gêmeos católicos Cosme e Damião. É por esse motivo que Cosme e Damião, até hoje, são associados a crianças e se oferece caruru, balas e doces no seu dia. Embora o culto aos gêmeos tenha-se originado em longínqua data e em vários pontos da Europa, foi no Brasil, no entanto, especialmente na Bahia, que a fé nos santos ganhou mais força, juntando-se às devoções das raças branca e negra.
Hoje, é vasto o número de crianças que, durante várias gerações, tem sido ensinada por seus pais, professores e parentes a fazer pedidos a Cosme e Damião, com o fim de obter ajuda em suas necessidades. A Igreja Católica, por sua vez, apregoa que esses santos são protetores das crianças, dos gêmeos e padroeiros dos médicos. É costume entre os católicos a distribuição de balas e doces para as crianças no dia 26 de setembro. Segundo o padre Michelino Roberto, "pelo calendário oficial da igreja, a festa é celebrada no dia 26. Mas o povo prefere 27, data da inauguração da basílica que o papa Félix IV mandou erguer para os dois em Roma, no ano 500".1
Será que há algum mal em permitirmos que as nossas crianças recebam esses doces ou balas? Ou, talvez, pedirmos proteção para elas a esses irmãos em Cristo que viveram séculos atrás? Afinal, eles não passam de cristãos que perderam a vida por amor a Cristo.
Muitas dúvidas pairam na mente dos pais de famílias evangélicas ao presenciarem outras crianças na escola ou numa festa em seu bairro recebendo doces e balas sem maiores preocupações por parte de seus respectivos responsáveis. E questionam: "O que há de tão errado nisso? Não passam de crianças se divertindo".
A partir de então, analisaremos esses respectivos personagens, a lenda que se criou em torno de sua personalidade e a influência negativa às nossas crianças caso elas participem desses festivais comemorativos incentivados pela Igreja Católica.2
Quem foram?
Cosme e Damião eram irmãos gêmeos que, desde cedo, se envolveram com medicina, indo estudar na Síria. A data de seu nascimento, no 3 ° século, é incerta. Não se sabe ao certo as circunstâncias que os levaram a ter contato com o cristianismo. Reza a lenda que, por onde andavam, os gêmeos não cobravam pelos serviços que prestavam como médicos (daí serem chamados anárgiros, ou seja, "que não são comprados por dinheiro"), porque tinham como prioridade a conversão dos pagãos à fé cristã. Na verdade, eram outras riquezas que os atraíam.
Devido ao fato de não se prostrarem diante de outros deuses, o governo imperial ordenou a prisão dos dois médicos, acusados de acérrimos inimigos dos deuses pagãos. Assim, morreram como mártires de Cristo em 303 d. C, aproximadamente.
Cerca de 530 d.C., o imperador Justiniano, quando gravemente ferido, mandou construir, em Constantinopla, uma grande Igreja em honra desses mártires.
Zelo sem entendimento
Para que tenhamos uma idéia de como a crendice popular em torno desses dois irmãos vem tomando vulto, atentemos para o que diz o seguinte artigo: "Salvador, o bairro da liberdade, o mais populoso da capital baiana, terá um domingo de festa, amanhã, com a comemoração do dia dos santos Cosme e Damião. Haverá missas de uma hora na igreja que leva o nome dos gêmeos. Às 16 horas, uma procissão percorrerá as ruas. Os santos são muitos populares entre os adeptos do candomblé e os devotos do catolicismo. No candomblé, os santos correspondem aos ibejis ou erês, espíritos e crianças, considerados mensageiros dos orixás. Segundo a tradição, quem nasce neste dia tem a obrigação de oferecer caruru, todos os anos, a sete meninos".3
Fui no jardim colher as rosas
A vovozinha deu-me a rosa
mais formosa
Fui no jardim colher as rosas
A vovozinha deu-me a rosa
mais formosa
Cosme e Damião, ÔOOOh Doun
Crispim, Crispiniano São os filhos
de Ogum Cosme e Damião, ÔOOOh
Doun Crispim, Crispiniano
São os filhos de Ogum
(cantigas da umbanda em que o catolicismo
se funde com os cultos afros)
A verdade sobre Cosme e Damião
É costume no catolicismo transformar centenas de cristãos sinceros, que se têm revelado ao longo da história da Igreja, em personagens de devoção religiosa para uma massa de fiéis que possui zelo de Deus mas nenhum conhecimento de sua palavra. Paulo disse em sua carta aos romanos: "Porque lhes dou testemunho de que têm zelo de Deus, mas não com entendimento (10.2).
A consideração a que chegamos é que uma grande parcela dos fiéis, tanto do candomblé quanto do catolicismo, busca uma relação sincera com Deus. Mas, devido ao fato de terem aprendido, seja por amigos, familiares, ou pela doutrina da igreja católica, que Cosme e Damião podem influenciar a vida deles e a de seus filhos, recorrem, ao precisarem de ajuda, aos ensinamentos que ouviram. São sinceros no que fazem, por assim dizer, mas não agem "com entendimento".
O ensinamento de que o homem deve recorrer aos mortos para receber ajuda é amplamente divulgado pelo espiritismo e outras seitas por todo o mundo. É costume entre os católicos afirmarem: "Por que as pessoas que foram tão boas não podem nos ajudar?".
Para esclarecimento dos leitores, e em resposta às seitas, vejamos alguns motivos por que ninguém deve praticar consultas aos mortos:
1 - É proibida por Deus (Dt 18. 9-11);
2 - Quem faz isso, não possui luz nele (Is 8. 19-20);
3 - Os mortos não são nossos mediadores (1 Tm 2.5).
Outros motivos dizem respeito ao fato de que não precisamos de seus auxílios. Vejamos porquê:
1 - Temos a confiança de que podemos nos aproximar diante de Deus e sermos socorridos pelo Senhor (Hb 4.16);
2 - Jesus é o nosso intercessor (1 Tm 2.5);
3 - Todo aquele que é nascido de novo pela fé é chamado santo (Rm 1.7; Ef 3.8; 4. 11-12);
4 - Cristo está o tempo todo intercedendo por nós (Hb 7.25).
Quando recorremos ao auxílio de algum santo (neste caso, Cosme e Damião), isso implica que Cristo é insuficiente, tanto para salvar como para abençoar as nossas crianças e os profissionais da área da medicina.
A oração é uma forma de culto. E foi o Senhor Jesus quem disse: "Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele darás culto" (Mt 4.10). Não devemos ser levados por filosofias vãs (Cl 2.8), antes, prestar o nosso culto racional a Deus (Rm 12.1). Devemos, isso sim, nos desvencilhar dos preceitos de homens (Mc 7.7), para que não ofereçamos a Deus um culto vão (1 Co 10.19-20).
Sabe qual é a má notícia sobre Cosme e Damião: Eles não podem nos ajudar!
Sabe qual é a boa notícia a respeito de Cristo: Ele "é o caminho, a verdade e a vida" (Jo 14.6).
Notas:
1- O Estado de São Paulo, 28-09-2000.
2- Faz-se necessário ressaltar que tanto o catolicismo romano, quanto o candomblé cultuam Cosme e Damião.
3- O Estado de São Paulo, 26-09-1998.
Fonte: http://www.jesussite.com.br/acervo.asp?id=758
A Confissão Auricular - Um Desastre Espiritual
Os fiéis católicos aprendem que devem confessar seus pecados mortais pelo menos uma vez por ano a um sacerdote humano, pois isso é essencial para a obtenção do perdão de Deus. Examinamos a doutrina da Confissão Auricular à luz dos escritos do catolicismo romano e da Bíblia Sagrada.
Definição dos Tipos de Pecados
O Catolicismo ensina que existem dois tipos de pecado: mortal e venial.
"Escolher deliberadamente, isto é, sabendo e querendo, uma coisa gravemente contrária à lei divina e ao fim último do homem é cometer pecado mortal. Este destrói em nós a caridade, sem a qual é impossível a bem-aventurança eterna. Caso não haja arrependimento, o pecado mortal acarreta a morte eterna. O pecado venial constituiu uma desordem moral reparável pela caridade, que ele deixa subsistir em nós. A repetição dos pecados, mesmo veniais, produz os vícios, entre os quais avultam os pecados capitais. [Catecismo da Igreja Católica, Edições Loyola, itens 1874-1876]
"Para que um pecado seja mortal requerem-se três condições ao mesmo tempo: 'É pecado mortal todo pecado que tem como objeto uma matéria grave, e que é cometido com plena consciência e deliberadamente." [Ibidem, item 1857]
Para um pecado ser venial, duas coisas são necessárias:
"Comete-se pecado venial quando não se observa, em matéria leve, a medida prescrita pela lei moral, ou então quando se desobedece à lei moral em matéria grave, mas sem pleno conhecimento ou sem pleno consentimento." [Ibidem, item 1862].
Essa diferença é importante para o católico quando ele entra no confessionário, uma cabine escura com um lugar para se ajoelhar diante de uma janela fechada e contemplar seus pecados até que o sacerdote abra a janela e ouça o penitente relatar seus pecados secretos mais sujos, vis, profundos e tenebrosos da carne e do coração (e tudo isto em nome de Deus!). O penitente é instruído a confessar todos os seus pecados o melhor que puder lembrar, especialmente os pecados mortais, visto que, como diz o Catecismo no item 1874, "...o pecado mortal acarreta a morte eterna."
No Catecismo de Butler, lemos na página 62:
"... que todos os penitentes se examinem a respeito dos pecados capitais e confessem todos, sem exceção, sob pena de condenação eterna."
Os Sacerdotes Podem Encorajar o Pecado
O pecado mortal não confessado impede o católico de receber a Eucaristia. [pg 148] O pecado venial, por outro lado, apenas "merece punição temporária". [pg 147] Tão importante é a diferença entre pecado mortal e pecado venial que no Manual de Teologia Moral I, de Slater, nas páginas 201 e 202, diz:
"Se eu (um sacerdote) sei que alguém decidiu firmemente cometer pecado e não há outro meio de apartá-lo, posso legitimamente induzi-lo a se satisfazer com alguma ofensa menor a Deus do que estava propenso a cometer. Assim, se um homem estava determinado a cometer adultério, não faço nada moralmente errado, muito pelo contrário, em persuadi-lo a fornicar." Assim, temos o espetáculo de um sacerdote encorajando um dos seus paroquianos a pecar!
A Bíblia não faz distinção entre pecados mortais e veniais, mas claramente diz, em Romanos 6.23: "Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, em Cristo Jesus, nosso Senhor." (Observe, Paulo diz que o salário do pecado é a morte, não o purgatório ou uma punição temporária). A Igreja Católica Romana ensina que seus sacerdotes, como ministros de Deus e em seu nome (não importa quão ímpios ou pecadores possam pessoalmente ser), exercem o poder de outorgar o perdão aos pecados que lhes forem confessados. Todo católico deve prestar contas a um sacerdote de todo pensamento ou obras más, e acusar a si mesmo diante de um sacerdote de todo pecado que puder lembrar. O que acontece quando uma pessoa "sabidamente" se esquece de um pecado mortal na confissão?
"A pessoa que tenha sabidamente omitido um pecado mortal na confissão deve confessar que fez uma confissão incompleta, revelar o pecado que omitiu, mencionar os sacramentos que recebeu desde então, e confessar todos os outros pecados mortais que cometeu desde sua última boa confissão." (The New Saint Joseph Baltimore Catechism, pg 151)
Após confessar seus pecados, o fiel católico é instruído a "responder de forma correta a qualquer pergunta que o sacerdote fizer" [pg 157]. Em The True Spouse of Christ [A Verdadeira Esposa de Cristo], de São Ligório, lemos na página 352:
"Obedeça (o confessor) cegamente, isto é, sem questionar as razões. Seja cuidadoso, então, em nunca questionar as instruções de seu confessor... Em resumo, mantenha diante de seus olhos esta grande regra, que obedecendo seu confessor você obedece a Deus. Forçe-se então a obedecê-lo, sem medos. Entenda que se você não for obediente, será impossível que as coisas sigam bem para você, mas se obedecer, estará seguro. Mas, você diz, e se eu for condenado em conseqüência da obediência ao meu confessor, quem me resgatará do Inferno? Isso é totalmente impossível."
Essa falsa doutrina provoca culpa, vergonha, medo, desgraça, imoralidade sexual e hipocrisia naqueles que precisam participar dela. O medo e culpa ocorrem porque uma jovem não pode expor diante de qualquer homem coisas que não ousaria revelar às suas melhores amigas. Vergonha e desgraça ocorrem se ela confessar esses pecados secretos. O abuso de mulheres solitárias, mal-orientadas e espiritualmente fracas por seus confessores é reconhecido pela Igreja Católica: "Quando, portanto, há necessidade de uma Confissão Geral no caso de uma mulher, o confessor é, logicamente, obrigado a ouvi-la. No entanto, é necessário grande cautela nos casos de:
1.
Curiosidade no tocante aos métodos de um novo confessor.
2.
Enfatuação, que faz o penitente procurar oportunidade para longas conversas com o confessor.
3.
O excesso de zelo faz pessoa passar mais tempo no confessionário que outros penitentes do mesmo sexo.
4.
Intenções maliciosas, ou de jovens confusas e confessores inexperientes, ou mesmo levar ambos a tentações pela invenção de pecados contra terceiros, etc." [The Casuist, pg 111, 211]
Em muitos outros incidentes na vil história da Confissão Auricular, os sacerdotes usaram o confessionário para seduzir e destruir mulheres jovens e maduras, casadas e solteiras. O confessionário tem sido usado para encontrar os indivíduos mais fracos que então passam a ser controlados e/ou molestados por confessor.
"O ex-arcebispo Robert Sanchez disse que casos de abuso sexual contra crianças na Arquidiocese de Santa Fé [mais de 140 processos judiciais foram movidos contra a arquidiocese] foram mantidos em segredo porque ele não sabia que aquilo era um crime" (Proclaiming The Gospel, outubro a dezembro de 1996, pg 6)
Quem melhor para saber quais indivíduos são os mais frágeis e mais fáceis de se tornarem presas do que o homem que ouve seus pecados secretos? Um sacerdote pode cometer um pecado com uma de suas penitentes e depois perdoar aquele pecado! Veja apenas esta citação de São Tomás de Aquino em sua Suma Teológica, Parte III, vol 4, pg 274 e 276:
"...pode acontecer a um sacerdote compartilhar em um pecado cometido por seus atendidos, por exemplo, conhecimento [carnal] de uma mulher que é atendida por ele... Se, entretanto, ele for absolvê-la, isso seria válido."
Você pode estar perguntando a si mesmo: "O sacerdote não quebra seu voto de castidade (esse voto significa abstenção das relações sexuais)?" A resposta de acordo com a Igreja Católica:
"Um sacerdote não quebra seu 'voto de castidade' pecando contra o Sexto Mandamento [a versão católica dos Dez Mandamentos difere dos Dez Mandamentos de Deus - veja o artigo RC108 (não-traduzido) no site da The Cutting Edge.]" (Explanation of Catholic Morals [Explicação da Moral Católica], Stapleton, pg 149).
Até mesmo um sacerdote que esteja pessoalmente envolvido em pecado mortal pode ainda perdoar pecados no confessionário! "A Igreja pede que um sacerdote que absolva um penitente esteja em estado de graça. Isto não quer dizer, entretanto, que um sacerdote em estado de pecado mortal não possua o poder de perdoar pecados ou que, quando exercido, não seja eficaz para o penitente." [Peace of Soul (Paz da Alma), Bispo Fulton J. Sheen, 136; 1949; McGraw Hill, Nova York].
Permita-me deixar isto bem claro. A Igreja Católica está dizendo que um sacerdote, por exemplo, culpado de pedofilia, pode não apenas perdoar os pecados de quem molestou, como também pode perdoar outros também! Enquanto em estado de pecado mortal, pode ainda rezer uma missa válida, apesar de a Igreja proibir o leigo de receber os sacramentos quando estiver em estado de pecado mortal. O sacerdote provavelmente não fez uma boa confissão ao seu confessor - ou então seu confessor é de tão baixas convicções morais que não sentiu a necessidade de proteger aquelas crianças avisando seus pais ou tomando alguma atitude para remover aquele sacerdote da sua posição de autoridade.
Os testemunhos de pessoas que foram corrompidas ou desajustadas por causa desse auto-intitulado "sacramento" chega a milhões, e ainda assim eles sustentam: "Não há nenhum perigo de engano para as pessoas." [Catholic Dictionary [Dicionário Católico], Addis and Arnold, pg 738]
A citação acima é enganosa ao católico mediano, mas os sacerdotes sabem que ela é falsa! A citação seguinte comprova: "Apesar disso, o sacerdote, que é na verdade o médico de almas, pode se tornar o destruidor delas, se não for adequado ao trabalho no confessionário. Ele causaria inumeráveis pecados, produzindo falsas consciências, obrigando as pessoas a fazerem restituição quando não deveriam, recusando uma absolvição que deveria ser dada, ou concedendo-a quando deveria ser negada. Verdadeiramente, as Escrituras dizem: 'Se um cego guiar outro cego cairão ambos no abismo'" [The Priest, His Dignity and Obligations (O Sacerdote, Sua Dignidade e Suas Obrigações), Eudes, pg 147, ênfase acrescentada].
Má Interpretação das Escrituras
Em toda a Bíblia, a remissão de pecados e a salvação estão conectadas com a fé em Cristo, nunca com a absolvição sacerdotal. De forma a dar suporte ao seu tribunal na Terra, a Igreja Católica Romana propositadamente interpreta de maneira errônea Mateus 16:19: "E eu te darei as chaves do reino dos céus; e tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus."
Veja também Mateus 18:18: "Em verdade vos digo que tudo o que ligardes na terra será ligado no céu, e tudo o que desligardes na terra será desligado no céu."
O verbo que Jesus usou tanto em Mateus 16:19 quanto em Mateus 18.18 é tão preciso que ninguém que estaja familiarizado com a linguagem original poderia acreditar que qualquer igreja, ou alguém dentro da igreja Católica, poderia decidir quais pecados deveriam ser perdoados ou quais deveriam ter o perdão recusado. O verbo no texto original está no particípio perfeito passivo, referindo-se a um estado de já ter sido proibido ou permitido" [The New Testament: A Translation (O Novo Testamento: Uma Tradução), de Charles B. Williams]
Assim, a Igreja Católica, que certamente teve tradutores competentes nos últimos 1.200 anos, distorce as Escrituras para justificar a prática sem base bíblica da Confissão Auricular!
Em João 20:23, lemos: "Àqueles a quem perdoardes os pecados lhes são perdoados; e àqueles a quem os retiverdes lhes são retidos."
Em primeiro lugar, as "chaves do reino" referem-se à autoridade para proclamar os termos da salvação em Cristo. Esse é um privilégio e responsabilidade de todos os cristãos. A autoridade para ligar e desligar é primeiramente a comissão de proclamar o evangelho, que liberta todos que nele crêem e confirma a condenação daqueles que o rejeitam. A Igreja Católica Romana distorce esse texto de modo a justificar a prática da confissão auricular a um sacerdote. Entretanto, o contexto bíblico indica claramente que as palavras de Mateus 16:19, 18:18 e João 20:23 foram ditas não apenas para os apóstolos, mas também aos que estavam com eles. Os ministros cristãos devem pregar o arrependimento, mas nada se diz sobre ouvir confissões e conceder a absolvição (o perdão dos pecados).
A Confissão Deve Ser Feita Apenas ao Próprio Deus!
"Agora, pois, fazei confissão ao SENHOR Deus de vossos pais ..." [Esdras 10:11]
"... quem pode perdoar pecados, senão Deus?" [Marcos 2:7]
"... Se confessarmos os nossos pecados [a Deus, não a um sacerdote], ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda a injustiça." [1 João 1:9]
"Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo, para que não pequeis; e, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo." [1 João 2:1]
"Confessei-te o meu pecado, e a minha maldade não encobri. Dizia eu: Confessarei ao SENHOR as minhas transgressões; e tu perdoaste a maldade do meu pecado." [Salmos 32:5]
O Senhor mesmo diz: "E jamais me lembrarei de seus pecados e de suas iniqüidades." [Hebreus 10:17] Em Mateus 18:15-18, temos o modelo para lidar com o pecado na igreja:
"Se teu irmão pecar contra ti, vai, e repreende-o entre ti e ele só; se te ouvir, ganhaste a teu irmão; mas, se não te ouvir, leva ainda contigo um ou dois, para que pela boca de duas ou três testemunhas toda a palavra seja confirmada. E, se não as escutar, dize-o à igreja; e, se também não escutar a igreja, considera-o como um gentio e publicano. Em verdade vos digo que tudo o que ligardes na terra será ligado no céu, e tudo o que desligardes na terra será desligado no céu."
Isso está longe da confissão auricular na Igreja Católica. Quando o homem em Corinto cometeu fornicação, a igreja inteira soube e julgou; aquilo não era um "pecado secreto" [1 Coríntios 5]. O homem voltou em lágrimas ao arrependimento [2 Coríntios 2.5-11]. Somos instruídos a "confessai as vossas culpas uns aos outros." [Tiago 5:16] No Velho Testamento, o rei Davi pecou ao possuir a mulher de outro homem e depois tentou esconder seu pecado enviando o marido dela para a frente de batalha para que morresse. No entanto, Deus mandou Natã para dizer estas palavras ao rei:
"Porque tu o fizeste em oculto, mas eu farei este negócio perante todo o Israel e perante o sol." [2 Samuel 12:12]
Destruindo as Mulheres Jovens e Inocentes
No entanto, os sacerdotes de Roma preferem esconder a revelar a verdade.
"Para aquele que ousar revelar um pecado confidenciado em um tribunal de penitência decretamos que seja não apenas deposto do ofício sacerdotal como também relegado a um monastério de obediência rígida para fazer penitência pelo resto da vida" [Quarto Concílio de Latrão, Canon XXI, conforme registrado em Disciplinary Decrees of the General Councils (Decretos Disciplinares dos Concílios Gerais), Schroeder, pg 259].
Satanás é sutil quando tenta instilar medo e culpa em uma criança em lugar de confiança e amor. Não seria melhor ensinar nossos filhos "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." [João 3:16]?
Tendo sido uma jovem católica que foi toda semana ao confessionário, posso dizer por experiência própria que o sacerdote nunca recebeu de mim uma verdadeira confissão, mesmo que eu acreditasse que tivesse feito uma "boa confissão". O católico não confessa seus pecados de idolatria (adoração às imagens) e de blasfêmia (atribuir a Maria os atributos que pertencem a Deus somente e a adoração a uma bolacha como Deus).
Quando eu era jovem, jovem demais para ter quaisquer pensamentos "impuros", o medo de ir a uma cabine escura para confessar qualquer coisa me produzia um pânico tal que eu não podia me lembrar de todos os meus pecados. Tentava listá-los na minha mente, mas quando a janela abria, ficava aterrorizada e esquecia todas as coisas que estava preparada para dizer. Começava então a inventar pecados que não tinha cometido e esquecia aqueles que tinha cometido. Novamente, a Igreja Católica estava atenta a esse medo que instilou nos jovens, e em seus resultados, como escreveu o barão Van Heensbroech nas páginas 34 a 39 de seu livro, Fourteen Years a Jesuit [Quatorze Anos Como Jesuíta]:
"O dano feito à religião e à moral por essa confissão precoce (aos sete anos de idade) é óbvio a qualquer um que não esteja cego pelas concepções dogmáticas e hieráticas do Ultramontanismo... Se a criança for de natureza delicada e tímida, a confissão se torna um tormento, uma fonte de dúvidas e problemas; se for de uma natureza mais rude, o mecanismo de confissão tende a destruir a tão pequena e delicada consciência que ela possui."
Quando estava amadurecendo e me transformando em uma jovem mulher, sempre que o sacerdote perguntava se eu tinha pensamentos impuros, eu ruborizava ao pensar em revelar àquele homem qualquer coisa tão pessoal que nem Deus me perguntaria para me rebaixar de tal maneira, de modo que mentia e fingia que meus únicos pensamentos impuros eram ficar zangada com minha santa mãe, e fingia que era pura demais até mesmo para entender a pergunta. Mas eu entendia. Quando adulta, eu me recusava a me rebaixar. Lembre-se que eu não era uma "protestante"... era uma católica devota que estava em uma boa situação diante do sacerdote. Eu lecionava para as crianças e era bem respeitada. Minha rejeição à confissão ao sacerdote não era um incidente isolado, pois muitas de minhas colegas eram exatamente tão rebeldes quanto eu nesse assunto. A hipocrisia é um resultado muito típico de forçar alguém a expor seus mais secretos pecados sexuais. Um ex-sacerdote católico, Chiniquy, pergunta com toda a razão:
"Como pode aquele homem, cujo coração e cuja memória acabaram de se tornar o reservatório de todas as mais grotescas impurezas que o mundo já conheceu, ajudar outros a serem castos e puros?" [The Priest, The Woman, and The Confessional (O Sacerdote, a Mulher e o Confessionário), Chiniquy, pg 80]
A invenção da confissão auricular preenche a mente dos devotos com um medo e uma ansiedade que é impossível ter paz total, como Chiniquy reconheceu:
"Mas não há paz possível, enquanto o penitente não tiver certeza que lembrou, contou e confessou cada pensamento, palavra e ato pecaminoso do passado. Portanto, é impossível! É moralmente e fisicamente impossível para uma alma encontrar paz por meio da confissão auricular. Se a lei que diz a todo pecador 'você está obrigado, sob pena de condenação eterna, de lembrar-se de todos os maus pensamentos e confessá-los tão bem quanto puder lembrar', não fosse tão evidentemente uma invenção satânica, deveria ser posta entre as mais infames idéias que já surgiram do cérebro do homem caído. Afinal quem pode se lembrar e contar os pensamentos de uma semana, de um dia, mesmo de uma hora desta vida em pecados?... Apesar de se dizer ao penitente que deve confessar seus pensamentos apenas de acordo com sua melhor lembrança, ele nunca, nunca saberá se fez seus melhores esforços para se lembrar de tudo: temerá constantemente que não tenha feito seu melhor para contá-los e confessá-los corretamente?" [Chiniquy, op. cit., pg 101].
Conversei com uma moça católica, Sharon (ainda católica, mas não praticante) e ela me falou a respeito do medo e da agonia que o confessionário lhe trouxe. Quando era muito jovem, sua família estava se arrumando para ir à igreja e tinha combinado em receber a Eucaristia "em família". Os pais fizeram as crianças jejuar antes de ir à Igreja (naquele tempo você não poderia comer nada após a meia-noite para tomar a Eucaristia). Sharon estava com tanta fome que comeu um pedaço de pão às escondidas e foi para a comunhão assim mesmo. Ela tinha certeza que seu pecado garantia o Inferno e acreditava de coração que se não confessasse, certamente passaria a eternidade lá. Na hora da confessar, temendo o sacerdote, que conhecia sua família e poderia contar o ocorrido, deixou de confessar aquele pecado. Por muito tempo, viveu com medo da desgraça eterna, um pensamento aterrorizador para um adulto, quanto mais para uma criança.
Mike, um ex-católico de vinte anos de idade, me disse que nunca confessava tudo ao sacerdote. Achava que "não era da conta dele", uma atitude típica. Meu próprio irmão teve uma experiência muito constrangedora com a confissão durante a adolescência. Aos dezessete anos, foi ao sacerdote para confessar que havia "tocado os seios de uma moça". O sacerdote recusou-se a absolvê-lo e os dois ficaram discutindo na frente da igreja. Meu irmão disse ao sacerdote "O senhor não tem autoridade para dizer que os meus pecados não podem ser perdoados". [Meu irmão, sua mulher e seus três filhos são salvos agora e conhecem o verdadeiro perdão dos pecados!]
De todos os católicos e ex-católicos para quem perguntei, nenhum foi totalmente honesto com o sacerdote. No entanto, em particular, muitas daquelas pessoas apelavam para Deus e confessavam a ele com total honestidade e lágrimas sinceras! O jugo de escravidão que a confissão auricular causa é tão pesado, degradante e humilhante que está muito longe das palavras de nosso Senhor Jesus Cristo em Mateus 11:28-30:
"Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve." [Mateus 11:28-30]
Chiniquy, na página 117 de seu livro referido observa:
"É um fato público, e nenhum estudioso católico romano nega, que a confissão auricular tornou-se um dogma e uma prática obrigatória da Igreja apenas do Concílio de Latrão, no ano 1215, durante o pontificado de Inocêncio III. Nem um único vestígio da confissão auricular, como dogma, pode ser encontrado antes desse ano."
Chiniquy também comenta:
"Sei que os defensores da confissão auricular apresentam aos seus incautos ouvintes várias passagens dos escritos dos Santos Pais, onde se diz que os pecadores iam diante de um sacerdote ou de um bispo para confessar seus pecados: mas é um modo desonesto de apresentar o fato - pois é evidente para todos os que conhecem um pouco da história da Igreja daqueles tempos que aquilo se refere apenas às confissões públicas das transgressões públicas por meio do ofício da penitenciaria... que era assim: Em cada grande cidade, um sacerdote ou um ministro era especialmente encarregado de presidir os encontros da igreja, em que os membros que tivessem cometido pecados públicos eram obrigados a vir e confessar publicamente diante da assembléia, para ser restaurado em seus privilégios como membro da igreja... isso estava perfeitamente de acordo com o que Paulo recomendou no tocante ao indivíduo envolvido no caso de incesto em Corinto; aquele pecador, que envergonhou o nome dos cristãos, após confessar e expor seus pecados diante da igreja, obteve o perdão, não de um sacerdote, para quem tivesse contado todos os detalhes do relacionamento incestuoso, mas de toda a igreja reunida... Há tanta diferença entre tais confissões públicas e as confissões auriculares quanto entre o Céu e Inferno, entre Deus e seu grande adversário, Satanás." [Chiniquy, op. cit., pg 116]
No que se refere às Confissões de Agostinho: "... é inútil procurar no livro uma única palavra sobre a confissão auricular. Aquele livro é um testemunho indiscutível de que tanto Agostinho quanto sua santa mãe, Mônica, que é mencionada freqüentemente, viveram e morreram ser nunca terem ido a um confessionário. Aquele livro pode ser chamado de a mais esmagadora evidência para provar que 'o dogma da confissão auricular' é uma impostura moderna." [Chiniquy, op. cit., pg 114]
No décimo livro de suas Confissões, no Capítulo 3, Agostinho protestou contra a idéia de que o homem poderia fazer alguma coisa para curar a lepra espiritual, ou perdoar os pecados de seus irmãos:
"O que devo fazer com os homens para que devam ouvir minhas confissões, como se pudessem curar minhas enfermidades? A raça humana é muito curiosa para conhecer a vida das outras pessoas, mas muito preguiçosa para corrigi-la." [Chiniquy, op. cit., pg 114)
João Crisóstomo, em sua homília De Paenitentia, volume IV, Coluna 901, também levantou sua voz contra a confissão auricular:
"Não pedimos que confesse seus pecados a qualquer um de seus semelhantes, mas apenas a Deus... Você não precisa de testemunhas para sua confissão. Reconheça secretamente seus pecados e permita que Deus somente ouça a confissão." [Chiniquy, op. cit., pg 114]
São Basílio, em seu comentário acerca do Salmo 37 diz: "Não venho diante do mundo para fazer uma confissão com minha boca. No entanto, fecho os olhos, e confesso meus pecados do fundo do meu coração. Diante de ti, ó Deus, derramo meus lamentos, e tu apenas és a testemunha. Meus gemidos estão dentro da minha alma. Não há necessidade de muitas palavras para confessar: pesar e arrependimento são a melhor confissão. Sim, as lamentações da alma, que te agradam ouvir, são a melhor confissão [Chiniquy, op. cit. pg 115]
Em uma pequena obra de Crisóstomo intitulada Catethesis ad Illuminandos, Volume 2, pg 210, lemos:
"O que devíamos mais admirar não é que Deus perdoa nossos pecados, mas que não os expõe para ninguém, nem deseja que façamos isso. O que requer de nós é que confessemos nossas transgressões a ele somente para obtermos o perdão."
Destruição Satânica Por Meio do Confessionário
A prática da confissão auricular tornou-se um dos mais degradantes "sacramentos" que o homem poderia imaginar! Com livros tais como The Mirror of the Clergy (O Espelho do Clero), página 357, a porta foi aberta para Satanás operar seus estragos:
"É necessário que o confessor saiba de tudo para poder exercer o julgamento. Que ele então, com sabedoria e sutileza, interrogue os penitentes sobre os pecados que possam ignorar ou omitir, por causa da vergonha!"
E Satanás semeou destruição no catolicismo, pois as abominações diárias se tornaram um problema tal que, por volta do ano 1560, Pio IV publicou uma bula pela qual todas as meninas e todas as mulheres casadas que tinham sido seduzidas a pecar por seus confessoras, foram ordenadas a denunciá-los:
"... e um certo número de altos oficiais da Santa Inquisição foram autorizados a ouvir os depoimentos dos penitentes. A experiência foi coisa foi feita inicialmente em Sevilha, uma das principais cidades da Espanha. Assim que o édito foi publicado, o número de mulheres que se sentiram obrigadas pela consciência de ir e depor contra seus padres confessores foi tão grande que, apesar dos trinta escrivães, e tantos inquisitores para ouvir os depoimentos, eles foram incapazes de realizar o trabalho no tempo previsto. O prazo foi esticado em mais trinta dias, mas os inquisitores estavam tão sobrecarregados com a quantidade de depoimentos que o prazo foi prorrogado por mais outro período igual de tempo. Novamente, porém, verificou-se que seria insuficiente. Ao final, descobriu-se que o número de sacerdotes que tinha destruído a pureza de suas penitentes era tão grande que era impossível punir a todos. O inquérito foi cancelado e os confessores culpados continuaram impunes. Várias tentativas de mesma natureza foram feitas por outros papas, mas com o mesmo fracasso." [Chiniquy, op. cit. pg 43, ênfase acrescentada)
Isso não soa como o problema de hoje, especialmente com sacerdotes que abusam sexualmente de meninos?!
Essas bulas são testemunho irrefutável de que a confissão auricular é uma das mais poderosas invenções do Diabo para corromper o coração, contaminar o corpo e condenar a alma!
Qual é a Origem da Confissão Auricular?
A prática da confissão auricular não se baseia em princípios bíblicos, mas sim no paganismo. Chiniquy vê a similaridade da confissão auricular à luz do Romanismo:
"Aqueles que querem mais informações sobre esse assunto devem ler os poemas de Juvenal, de Propércio e de Tibelo. Examinem atentamente todos os historiadores da Roma antiga, e então verão a perfeita semelhança que existe entre os sacerdotes do papa e os sacerdotes de Baco, em referência aos votos de celibato, aos segredos da confissão auricular, a celebração dos assim chamados 'mistérios sagrados' e toda a corrupção moral dos dois sistemas religiosos. De fato, quando alguém lê os poemas de Juvenal, pensa que está diante dos livros de Den, Liguori, Lebreyne, Kenric." [Chiniquy, op. cit., pg 140]
A Confissão de uma Jovem Mulher
Chiniquy, quando era um jovem sacerdote, defrontou o problema da corrupção na confissão auricular. No princípio do seu sacerdócio, teve uma experiência que o mudaria para sempre. Uma linda jovem entrou no confessionário e com lágrimas escorrendo pelas faces e uma voz abafada pelos soluços, começou a falar. Seu testemunho foi o seguinte:
"Querido padre... sou uma grande pecadora. Temo que esteja perdida! Se ainda houver alguma esperança para mim, por amor de Deus, não me rejeite! Antes de começar minha confissão, peço que não polua meus ouvidos com o tipo de perguntas que os confessores freqüentemente fazem às mulheres penitentes; já fui destruída por essas perguntas. Deus sabe que antes de eu completar dezessete anos, os anjos nos céus não eram mais puros do que eu; mas o capelão do Convento para o qual meus pais me enviaram para estudar, apesar de já estar entrando na velhice, me fez no confessionário uma pergunta que eu inicialmente não entendi, mas, infelizmente, ele fez as mesmas perguntas a uma de minhas colegas de classe, que gracejou delas e as explicou para mim; porque as entendia muito bem. A primeira conversa impura da minha vida mergulhou meus pensamentos em um mar de iniqüidade, até então desconhecido para mim; tentações do caráter mais humilhante me assaltaram por uma semana, dia e noite; depois disso, pecados que eu apagaria com meu sangue, se fosse possível, inundaram minha alma como uma enchente. No entanto, as alegrias do pecador são curtas. Impactada com terror dos julgamentos de Deus, depois de algumas semanas da mais deplorável vida, decidi abandonar meus pecados e me reconciliar com Deus. Coberta de vergonha e tremendo da cabeça aos pés, fui me confessar com meu velho confessor, a quem respeitava como um santo e amava como um pai. Com lágrimas sinceras de arrependimento, confessei-lhe a maior parte dos meus pecados, apesar de ter omitido um deles, de vergonha, e respeito pelo meu guia espiritual. Entretanto, não escondi que suas estranhas perguntas na minha última confissão foram, com a corrupção natural do meu coração, a principal causa da minha destruição. Ele falou comigo de forma muito gentil, me encorajou a lutar contra as más inclinações e, principalmente, me deu muitos conselhos gentis e bons. Mas, quando pensei que ele tivesse acabado de falar, ao me preparar para deixar o confessionário, ele me fez duas novas perguntas de um caráter tão poluído que temo que nem o sangue de Cristo nem todo o fogo do Inferno seriam capazes de apagá-las da minha memória. Essas perguntas provocaram minha ruína; fixaram-se na minha mente como duas setas mortais; estão dia e noite na minha imaginação; enchem minhas artérias e veias com veneno mortal. É verdade que, primeiramente, elas me encheram com horror e desgosto; mas ai de mim! Em breve estava tão acostumada a elas que pareciam estar incorporadas em mim, como se tivessem se tornado uma segunda natureza. Esses pensamentos tornaram-se uma nova fonte de inumeráveis pensamentos, desejos e ações pecaminosos. Um mês mais tarde, fomos obrigadas pelas regras do convento a ir confessar; mas dessa vez, estava tão completamente perdida, que não mais me ruborizava com a idéia de confessar meus pecados vergonhosos a um homem; muito pelo contrário. Sentia um prazer real, diabólico ao pensar que teria uma longa conversa com meu confessor sobre esses assuntos, e que ele me faria mais algumas de suas estranhas perguntas. De fato, quando contei tudo sem vergonha, ele começou a me interrogar, e Deus sabe quão corrompidas coisas saíram da sua boca para dentro do meu pobre coração pecador! Cada uma de suas perguntas abalava meus nervos, e me enchia com as mais vergonhosas sensações. Depois de uma hora de um tête-à-tête criminal com meu velho confessor (porque aquilo não era nada mais que um tête-à-tête criminal), percebi que ele era tão depravado quanto eu mesma. Com algumas palavras de duplo sentido, ele me fez uma proposta criminosa, que aceitei com palavras de duplo sentido também; e por mais de um ano, vivemos juntos na mais pecaminosa intimidade. Apesar de ele ser muito mais velho, eu o amei de uma forma desvairada. Quando o meu curso no convento acabou, meus pais me chamaram de volta para casa. Fiqiuei realmente contente de mudar de residência, porque estava começando a me cansar da minha vida criminosa. Tinha esperanças de que, sob a direção de outro confessor, deveria me reconciliar com Deus e começar uma vida cristã. Infelizmente, meu novo confessor, que era muito jovem, começou também seus interrogatórios. Ele logo se apaixonou por mim, e o amei da forma mais criminosa. Fiz com ele coisas que espero que o senhor nunca me peça para descrever, porque são monstruosas demais para serem repetidas, mesmo no confessionário, por uma mulher a um homem. Não digo isso para tirar de meus ombros a responsabilidade das minhas iniqüidades com meu jovem confessor, porque acho que fui mais pecadora do que ele. É minha firme convicção que ele era um bom e santo sacerdote antes de me conhecer, mas as perguntas que me fez, e as respostas que lhe dei derreteram seu coração - sei disso - exatamente como o chumbo derretido derrete o gelo onde é derramado. Sei que essa não é uma confissão detalhada como nossa santa Igreja requer que eu faça, mas achei necessário para lhe apresentar a curta história de vida da maior e mais miserável pecadora que já pediu sua ajuda para se livrar do peso de seus pecados. Essa é a forma como tenho vivido nos últimos anos. No último sábado, porém, Deus, em sua infinita misericórdia, olhou para mim. Ele o inspirou para nos falar sobre o Filho Pródigo como o modelo da verdadeira conversão, e como a mais maravilhosa prova da infinita compaixão do Salvador pelo pecador. Tenho chorado continuamente desde aquele dia feliz, em que me lancei nos braços do amoroso e misericordioso Pai Celestial. Mesmo agora, mal consigo falar, porque meu arrependimento pelas iniqüidades passadas e minha alegria de poder banhar os pés do Salvador com minhas lágrimas é tão grande que a minha voz está embargada. É claro que me afastei definitivamente do meu último confessor. Quero pedir que o senhor me aceite como sua penitente. Por favor, não me rejeite, pelo amor do Salvador! Não tenha medo de ter ao seu lado este monstro de iniqüidades. Mas, antes de mais nada, quero pedir dois favores. O primeiro é que nunca tente saber meu nome; o segundo é que nunca me fará quaisquer daquelas perguntas pelas quais muitas penitentes são perdidas e muitos sacerdotes destruídos para sempre. Duas vezes me perdi por causa dessas perguntas. Vamos aos nossos confessores para que derramem as águas purificadoras dos céus sobre os nossos pecados; mas, em vez disso, com suas perguntas indecentes, acabam lançando querosone nas chamas ardentes que já estão queimando nos nossos corações pecaminosos."
Chiniquy não podia atender ao pedido dela de não ouvir a confissão inteira e absolvê-la de seus pecados, pois estaria indo contra a doutrina Romana. Ela deixou o confessionário em lágrimas: "Ai, meu Deus, então estou perdida, perdida para sempre!". A jovem desmaiou e Chiniquy a levou para a casa de seus pais. Ela teve um sonho:
"Oh, não! Aquilo não foi um sonho, foi realidade. Meu Jesus veio a mim; ele estava sangrando; a coroa de espinhos estava na sua cabeça, a cruz pesada feria seus ombros. Ele me disse, com uma voz tão suave que nenhuma língua humana poderia imitar: 'Tenho visto tuas lágrimas e ouvido teus clamores; sei do teu amor por mim; teus pecados estão perdoados; coragem, em poucos dias estarás comigo!'"
No mês seguinte ela estava claramente perto de morrer. Chiniquy continuou ao seu lado instando-a a se confessar, mas em vez de ver uma jovem torturada pela culpa, viu uma calma e uma paz nela quando dizia: "Ele me amou tanto que morreu pelos meus pecados!". Enquanto ela meditava nessas palavras, lágrimas escorriam pelo seu rosto. Chiniquy, sentindo que a morte dela estava próxima, caiu de joelhos e implorou que deixasse a vergonha de lado e obedecesse à igreja de Roma e confessasse todos os pecados, mas ela, com um ar de dignidade, dizia:
"É verdade que após o pecado de Adão e Eva, Deus mesmo fez vestes de peles, e os vestiu para que não vissem a nudez um do outro? Como nossos confessores se atrevem a tirar de nós essas vestes santas e divinas de modéstia e de auto-respeito?"
Chiniquy presenciou a jovem morrer com "a paz de excede a todo o entendimento" [Filipenses 4:7]. As últimas palavras dela foram verdadeiras palavras de sabedoria:
"Agradeço e o abençôo, querido padre, pelo seu sermão sobre o filho pródigo, que pregou no mês passado. O senhor me trouxe aos pés do querido Salvador; lá encontrei uma paz e uma alegria que excede a qualquer coisa que o coração humano possa sentir; coloquei-me nos braços do Pai Celestial, e sei que ele aceitou e perdou sua filha pródiga! Vejo os anjos com suas harpas douradas ao redor do trono do Cordeiro! O senhor não ouve a harmonia celestial das músicas? Eu vou - vou me juntar a eles na casa do meu Pai. Não estarei perdida!"
O testemunho dela na hora da morte tocou Chiniquy, que somente mais tarde compreendeu a paz que a jovem experimentou. É a mesma paz que encontrei pessoalmente em Jesus Cristo. A paz de saber que seu sangue "nos purifica de todo o pecado". [1 João 1.7].
Miquéias 7:19 diz: "Tornará a apiedar-se de nós; sujeitará as nossas iniqüidades, e tu lançarás todos os seus pecados nas profundezas do mar."
A confissão auricular produz tormento e medo.
1 João 4:18 diz: "No amor não há temor, antes o perfeito amor lança fora o temor, porque o temor tem consigo a pena, e o que teme não é perfeito em amor."
Como conheci nosso Senhor e Salvador e compreendi quão verdadeiro é seu perdão não vivi mais com medo e em tormentos. Não escondo mais meus pecados, mas me arrependo e me desvio deles, conhecendo completamente que meu Senhor e Salvador Jesus Cristo pagou por cada um, não apenas os meus, mas de cada pessoa que já tenha vivido ou que venha a viver na Terra. Nenhum homem o nenhuma instituição humana pode arrancar esse poder de nosso Deus [Romanos 8:38-39]. Não há mais do que se envergonhar, porque, como dizem as Escrituras:
"Porém tu, SENHOR, és um escudo para mim, a minha grande glória, e o que exalta a minha cabeça." [Salmos 3:3]
Autora: Rebecca A. Sexton, Former Catholics For Christ.
Comentário final do diretor da Cutting Edge:
Verdadeiramente, Satanás criou a abominação da Confissão Auricular em muitas de suas religiões pagãs ao longo da história para aprisionar as almas dos pobres pecadores, para destruir as mentes e as almas dos sacerdotes e conduzir todos os seus aderentes direto ao Inferno. O Catolicismo Romano faz isso tudo, em nome de Jesus Cristo!
Oramos para que você reconheça a gravidade dessa prática pecaminosa, e veja a pureza de confessar seus mais recônditos pecados diretamente ao Santíssimo Deus, por meio de Jesus Cristo, nosso Senhor! Como mencionado anteriormente, achamos impressionante que Jesus Cristo não apenas perdoa nossos pecados, mas também não os torna públicos para que os outros vejam quão sujos realmente somos no íntimo de nossos corações e das nossas mentes.
Se você nunca colocou sua confiança em Jesus Cristo como Salvador, mas entendeu que ele é real e que o fim dos tempos está próximo, e quer receber o Dom Gratuito da Vida Eterna, pode fazer isso agora, na privacidade do seu lar. Após confiar em Jesus Cristo como seu Salvador, você nasce de novo espiritualmente e passa a ter a certeza da vida eterna nos céus, como se já estivesse lá.
Se quiser saber mais sobre como nascer de novo, e conhecer essa maravilhosa paz, vá para nossa Página de Salvação agora.
Esperamos que este ministério seja uma bênção em sua vida. Nosso propósito é educar e advertir as pessoas, para que vejam a vindoura Nova Ordem Mundial, o Reino do Anticristo, nas notícias do dia a dia.
Fale conosco direcionando sua mensagem a um dos membros da equipe de voluntários.
Se desejar visitar o site "The Cutting Edge", dê um clique aqui: http://www.cuttingedge.org
Que Deus o abençoe.
Tradução: Walter Nunes Braz Jr.
Data da publicação: 18/8/2001
Fonte: A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/rc123.asp
Definição dos Tipos de Pecados
O Catolicismo ensina que existem dois tipos de pecado: mortal e venial.
"Escolher deliberadamente, isto é, sabendo e querendo, uma coisa gravemente contrária à lei divina e ao fim último do homem é cometer pecado mortal. Este destrói em nós a caridade, sem a qual é impossível a bem-aventurança eterna. Caso não haja arrependimento, o pecado mortal acarreta a morte eterna. O pecado venial constituiu uma desordem moral reparável pela caridade, que ele deixa subsistir em nós. A repetição dos pecados, mesmo veniais, produz os vícios, entre os quais avultam os pecados capitais. [Catecismo da Igreja Católica, Edições Loyola, itens 1874-1876]
"Para que um pecado seja mortal requerem-se três condições ao mesmo tempo: 'É pecado mortal todo pecado que tem como objeto uma matéria grave, e que é cometido com plena consciência e deliberadamente." [Ibidem, item 1857]
Para um pecado ser venial, duas coisas são necessárias:
"Comete-se pecado venial quando não se observa, em matéria leve, a medida prescrita pela lei moral, ou então quando se desobedece à lei moral em matéria grave, mas sem pleno conhecimento ou sem pleno consentimento." [Ibidem, item 1862].
Essa diferença é importante para o católico quando ele entra no confessionário, uma cabine escura com um lugar para se ajoelhar diante de uma janela fechada e contemplar seus pecados até que o sacerdote abra a janela e ouça o penitente relatar seus pecados secretos mais sujos, vis, profundos e tenebrosos da carne e do coração (e tudo isto em nome de Deus!). O penitente é instruído a confessar todos os seus pecados o melhor que puder lembrar, especialmente os pecados mortais, visto que, como diz o Catecismo no item 1874, "...o pecado mortal acarreta a morte eterna."
No Catecismo de Butler, lemos na página 62:
"... que todos os penitentes se examinem a respeito dos pecados capitais e confessem todos, sem exceção, sob pena de condenação eterna."
Os Sacerdotes Podem Encorajar o Pecado
O pecado mortal não confessado impede o católico de receber a Eucaristia. [pg 148] O pecado venial, por outro lado, apenas "merece punição temporária". [pg 147] Tão importante é a diferença entre pecado mortal e pecado venial que no Manual de Teologia Moral I, de Slater, nas páginas 201 e 202, diz:
"Se eu (um sacerdote) sei que alguém decidiu firmemente cometer pecado e não há outro meio de apartá-lo, posso legitimamente induzi-lo a se satisfazer com alguma ofensa menor a Deus do que estava propenso a cometer. Assim, se um homem estava determinado a cometer adultério, não faço nada moralmente errado, muito pelo contrário, em persuadi-lo a fornicar." Assim, temos o espetáculo de um sacerdote encorajando um dos seus paroquianos a pecar!
A Bíblia não faz distinção entre pecados mortais e veniais, mas claramente diz, em Romanos 6.23: "Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, em Cristo Jesus, nosso Senhor." (Observe, Paulo diz que o salário do pecado é a morte, não o purgatório ou uma punição temporária). A Igreja Católica Romana ensina que seus sacerdotes, como ministros de Deus e em seu nome (não importa quão ímpios ou pecadores possam pessoalmente ser), exercem o poder de outorgar o perdão aos pecados que lhes forem confessados. Todo católico deve prestar contas a um sacerdote de todo pensamento ou obras más, e acusar a si mesmo diante de um sacerdote de todo pecado que puder lembrar. O que acontece quando uma pessoa "sabidamente" se esquece de um pecado mortal na confissão?
"A pessoa que tenha sabidamente omitido um pecado mortal na confissão deve confessar que fez uma confissão incompleta, revelar o pecado que omitiu, mencionar os sacramentos que recebeu desde então, e confessar todos os outros pecados mortais que cometeu desde sua última boa confissão." (The New Saint Joseph Baltimore Catechism, pg 151)
Após confessar seus pecados, o fiel católico é instruído a "responder de forma correta a qualquer pergunta que o sacerdote fizer" [pg 157]. Em The True Spouse of Christ [A Verdadeira Esposa de Cristo], de São Ligório, lemos na página 352:
"Obedeça (o confessor) cegamente, isto é, sem questionar as razões. Seja cuidadoso, então, em nunca questionar as instruções de seu confessor... Em resumo, mantenha diante de seus olhos esta grande regra, que obedecendo seu confessor você obedece a Deus. Forçe-se então a obedecê-lo, sem medos. Entenda que se você não for obediente, será impossível que as coisas sigam bem para você, mas se obedecer, estará seguro. Mas, você diz, e se eu for condenado em conseqüência da obediência ao meu confessor, quem me resgatará do Inferno? Isso é totalmente impossível."
Essa falsa doutrina provoca culpa, vergonha, medo, desgraça, imoralidade sexual e hipocrisia naqueles que precisam participar dela. O medo e culpa ocorrem porque uma jovem não pode expor diante de qualquer homem coisas que não ousaria revelar às suas melhores amigas. Vergonha e desgraça ocorrem se ela confessar esses pecados secretos. O abuso de mulheres solitárias, mal-orientadas e espiritualmente fracas por seus confessores é reconhecido pela Igreja Católica: "Quando, portanto, há necessidade de uma Confissão Geral no caso de uma mulher, o confessor é, logicamente, obrigado a ouvi-la. No entanto, é necessário grande cautela nos casos de:
1.
Curiosidade no tocante aos métodos de um novo confessor.
2.
Enfatuação, que faz o penitente procurar oportunidade para longas conversas com o confessor.
3.
O excesso de zelo faz pessoa passar mais tempo no confessionário que outros penitentes do mesmo sexo.
4.
Intenções maliciosas, ou de jovens confusas e confessores inexperientes, ou mesmo levar ambos a tentações pela invenção de pecados contra terceiros, etc." [The Casuist, pg 111, 211]
Em muitos outros incidentes na vil história da Confissão Auricular, os sacerdotes usaram o confessionário para seduzir e destruir mulheres jovens e maduras, casadas e solteiras. O confessionário tem sido usado para encontrar os indivíduos mais fracos que então passam a ser controlados e/ou molestados por confessor.
"O ex-arcebispo Robert Sanchez disse que casos de abuso sexual contra crianças na Arquidiocese de Santa Fé [mais de 140 processos judiciais foram movidos contra a arquidiocese] foram mantidos em segredo porque ele não sabia que aquilo era um crime" (Proclaiming The Gospel, outubro a dezembro de 1996, pg 6)
Quem melhor para saber quais indivíduos são os mais frágeis e mais fáceis de se tornarem presas do que o homem que ouve seus pecados secretos? Um sacerdote pode cometer um pecado com uma de suas penitentes e depois perdoar aquele pecado! Veja apenas esta citação de São Tomás de Aquino em sua Suma Teológica, Parte III, vol 4, pg 274 e 276:
"...pode acontecer a um sacerdote compartilhar em um pecado cometido por seus atendidos, por exemplo, conhecimento [carnal] de uma mulher que é atendida por ele... Se, entretanto, ele for absolvê-la, isso seria válido."
Você pode estar perguntando a si mesmo: "O sacerdote não quebra seu voto de castidade (esse voto significa abstenção das relações sexuais)?" A resposta de acordo com a Igreja Católica:
"Um sacerdote não quebra seu 'voto de castidade' pecando contra o Sexto Mandamento [a versão católica dos Dez Mandamentos difere dos Dez Mandamentos de Deus - veja o artigo RC108 (não-traduzido) no site da The Cutting Edge.]" (Explanation of Catholic Morals [Explicação da Moral Católica], Stapleton, pg 149).
Até mesmo um sacerdote que esteja pessoalmente envolvido em pecado mortal pode ainda perdoar pecados no confessionário! "A Igreja pede que um sacerdote que absolva um penitente esteja em estado de graça. Isto não quer dizer, entretanto, que um sacerdote em estado de pecado mortal não possua o poder de perdoar pecados ou que, quando exercido, não seja eficaz para o penitente." [Peace of Soul (Paz da Alma), Bispo Fulton J. Sheen, 136; 1949; McGraw Hill, Nova York].
Permita-me deixar isto bem claro. A Igreja Católica está dizendo que um sacerdote, por exemplo, culpado de pedofilia, pode não apenas perdoar os pecados de quem molestou, como também pode perdoar outros também! Enquanto em estado de pecado mortal, pode ainda rezer uma missa válida, apesar de a Igreja proibir o leigo de receber os sacramentos quando estiver em estado de pecado mortal. O sacerdote provavelmente não fez uma boa confissão ao seu confessor - ou então seu confessor é de tão baixas convicções morais que não sentiu a necessidade de proteger aquelas crianças avisando seus pais ou tomando alguma atitude para remover aquele sacerdote da sua posição de autoridade.
Os testemunhos de pessoas que foram corrompidas ou desajustadas por causa desse auto-intitulado "sacramento" chega a milhões, e ainda assim eles sustentam: "Não há nenhum perigo de engano para as pessoas." [Catholic Dictionary [Dicionário Católico], Addis and Arnold, pg 738]
A citação acima é enganosa ao católico mediano, mas os sacerdotes sabem que ela é falsa! A citação seguinte comprova: "Apesar disso, o sacerdote, que é na verdade o médico de almas, pode se tornar o destruidor delas, se não for adequado ao trabalho no confessionário. Ele causaria inumeráveis pecados, produzindo falsas consciências, obrigando as pessoas a fazerem restituição quando não deveriam, recusando uma absolvição que deveria ser dada, ou concedendo-a quando deveria ser negada. Verdadeiramente, as Escrituras dizem: 'Se um cego guiar outro cego cairão ambos no abismo'" [The Priest, His Dignity and Obligations (O Sacerdote, Sua Dignidade e Suas Obrigações), Eudes, pg 147, ênfase acrescentada].
Má Interpretação das Escrituras
Em toda a Bíblia, a remissão de pecados e a salvação estão conectadas com a fé em Cristo, nunca com a absolvição sacerdotal. De forma a dar suporte ao seu tribunal na Terra, a Igreja Católica Romana propositadamente interpreta de maneira errônea Mateus 16:19: "E eu te darei as chaves do reino dos céus; e tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus."
Veja também Mateus 18:18: "Em verdade vos digo que tudo o que ligardes na terra será ligado no céu, e tudo o que desligardes na terra será desligado no céu."
O verbo que Jesus usou tanto em Mateus 16:19 quanto em Mateus 18.18 é tão preciso que ninguém que estaja familiarizado com a linguagem original poderia acreditar que qualquer igreja, ou alguém dentro da igreja Católica, poderia decidir quais pecados deveriam ser perdoados ou quais deveriam ter o perdão recusado. O verbo no texto original está no particípio perfeito passivo, referindo-se a um estado de já ter sido proibido ou permitido" [The New Testament: A Translation (O Novo Testamento: Uma Tradução), de Charles B. Williams]
Assim, a Igreja Católica, que certamente teve tradutores competentes nos últimos 1.200 anos, distorce as Escrituras para justificar a prática sem base bíblica da Confissão Auricular!
Em João 20:23, lemos: "Àqueles a quem perdoardes os pecados lhes são perdoados; e àqueles a quem os retiverdes lhes são retidos."
Em primeiro lugar, as "chaves do reino" referem-se à autoridade para proclamar os termos da salvação em Cristo. Esse é um privilégio e responsabilidade de todos os cristãos. A autoridade para ligar e desligar é primeiramente a comissão de proclamar o evangelho, que liberta todos que nele crêem e confirma a condenação daqueles que o rejeitam. A Igreja Católica Romana distorce esse texto de modo a justificar a prática da confissão auricular a um sacerdote. Entretanto, o contexto bíblico indica claramente que as palavras de Mateus 16:19, 18:18 e João 20:23 foram ditas não apenas para os apóstolos, mas também aos que estavam com eles. Os ministros cristãos devem pregar o arrependimento, mas nada se diz sobre ouvir confissões e conceder a absolvição (o perdão dos pecados).
A Confissão Deve Ser Feita Apenas ao Próprio Deus!
"Agora, pois, fazei confissão ao SENHOR Deus de vossos pais ..." [Esdras 10:11]
"... quem pode perdoar pecados, senão Deus?" [Marcos 2:7]
"... Se confessarmos os nossos pecados [a Deus, não a um sacerdote], ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda a injustiça." [1 João 1:9]
"Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo, para que não pequeis; e, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo." [1 João 2:1]
"Confessei-te o meu pecado, e a minha maldade não encobri. Dizia eu: Confessarei ao SENHOR as minhas transgressões; e tu perdoaste a maldade do meu pecado." [Salmos 32:5]
O Senhor mesmo diz: "E jamais me lembrarei de seus pecados e de suas iniqüidades." [Hebreus 10:17] Em Mateus 18:15-18, temos o modelo para lidar com o pecado na igreja:
"Se teu irmão pecar contra ti, vai, e repreende-o entre ti e ele só; se te ouvir, ganhaste a teu irmão; mas, se não te ouvir, leva ainda contigo um ou dois, para que pela boca de duas ou três testemunhas toda a palavra seja confirmada. E, se não as escutar, dize-o à igreja; e, se também não escutar a igreja, considera-o como um gentio e publicano. Em verdade vos digo que tudo o que ligardes na terra será ligado no céu, e tudo o que desligardes na terra será desligado no céu."
Isso está longe da confissão auricular na Igreja Católica. Quando o homem em Corinto cometeu fornicação, a igreja inteira soube e julgou; aquilo não era um "pecado secreto" [1 Coríntios 5]. O homem voltou em lágrimas ao arrependimento [2 Coríntios 2.5-11]. Somos instruídos a "confessai as vossas culpas uns aos outros." [Tiago 5:16] No Velho Testamento, o rei Davi pecou ao possuir a mulher de outro homem e depois tentou esconder seu pecado enviando o marido dela para a frente de batalha para que morresse. No entanto, Deus mandou Natã para dizer estas palavras ao rei:
"Porque tu o fizeste em oculto, mas eu farei este negócio perante todo o Israel e perante o sol." [2 Samuel 12:12]
Destruindo as Mulheres Jovens e Inocentes
No entanto, os sacerdotes de Roma preferem esconder a revelar a verdade.
"Para aquele que ousar revelar um pecado confidenciado em um tribunal de penitência decretamos que seja não apenas deposto do ofício sacerdotal como também relegado a um monastério de obediência rígida para fazer penitência pelo resto da vida" [Quarto Concílio de Latrão, Canon XXI, conforme registrado em Disciplinary Decrees of the General Councils (Decretos Disciplinares dos Concílios Gerais), Schroeder, pg 259].
Satanás é sutil quando tenta instilar medo e culpa em uma criança em lugar de confiança e amor. Não seria melhor ensinar nossos filhos "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." [João 3:16]?
Tendo sido uma jovem católica que foi toda semana ao confessionário, posso dizer por experiência própria que o sacerdote nunca recebeu de mim uma verdadeira confissão, mesmo que eu acreditasse que tivesse feito uma "boa confissão". O católico não confessa seus pecados de idolatria (adoração às imagens) e de blasfêmia (atribuir a Maria os atributos que pertencem a Deus somente e a adoração a uma bolacha como Deus).
Quando eu era jovem, jovem demais para ter quaisquer pensamentos "impuros", o medo de ir a uma cabine escura para confessar qualquer coisa me produzia um pânico tal que eu não podia me lembrar de todos os meus pecados. Tentava listá-los na minha mente, mas quando a janela abria, ficava aterrorizada e esquecia todas as coisas que estava preparada para dizer. Começava então a inventar pecados que não tinha cometido e esquecia aqueles que tinha cometido. Novamente, a Igreja Católica estava atenta a esse medo que instilou nos jovens, e em seus resultados, como escreveu o barão Van Heensbroech nas páginas 34 a 39 de seu livro, Fourteen Years a Jesuit [Quatorze Anos Como Jesuíta]:
"O dano feito à religião e à moral por essa confissão precoce (aos sete anos de idade) é óbvio a qualquer um que não esteja cego pelas concepções dogmáticas e hieráticas do Ultramontanismo... Se a criança for de natureza delicada e tímida, a confissão se torna um tormento, uma fonte de dúvidas e problemas; se for de uma natureza mais rude, o mecanismo de confissão tende a destruir a tão pequena e delicada consciência que ela possui."
Quando estava amadurecendo e me transformando em uma jovem mulher, sempre que o sacerdote perguntava se eu tinha pensamentos impuros, eu ruborizava ao pensar em revelar àquele homem qualquer coisa tão pessoal que nem Deus me perguntaria para me rebaixar de tal maneira, de modo que mentia e fingia que meus únicos pensamentos impuros eram ficar zangada com minha santa mãe, e fingia que era pura demais até mesmo para entender a pergunta. Mas eu entendia. Quando adulta, eu me recusava a me rebaixar. Lembre-se que eu não era uma "protestante"... era uma católica devota que estava em uma boa situação diante do sacerdote. Eu lecionava para as crianças e era bem respeitada. Minha rejeição à confissão ao sacerdote não era um incidente isolado, pois muitas de minhas colegas eram exatamente tão rebeldes quanto eu nesse assunto. A hipocrisia é um resultado muito típico de forçar alguém a expor seus mais secretos pecados sexuais. Um ex-sacerdote católico, Chiniquy, pergunta com toda a razão:
"Como pode aquele homem, cujo coração e cuja memória acabaram de se tornar o reservatório de todas as mais grotescas impurezas que o mundo já conheceu, ajudar outros a serem castos e puros?" [The Priest, The Woman, and The Confessional (O Sacerdote, a Mulher e o Confessionário), Chiniquy, pg 80]
A invenção da confissão auricular preenche a mente dos devotos com um medo e uma ansiedade que é impossível ter paz total, como Chiniquy reconheceu:
"Mas não há paz possível, enquanto o penitente não tiver certeza que lembrou, contou e confessou cada pensamento, palavra e ato pecaminoso do passado. Portanto, é impossível! É moralmente e fisicamente impossível para uma alma encontrar paz por meio da confissão auricular. Se a lei que diz a todo pecador 'você está obrigado, sob pena de condenação eterna, de lembrar-se de todos os maus pensamentos e confessá-los tão bem quanto puder lembrar', não fosse tão evidentemente uma invenção satânica, deveria ser posta entre as mais infames idéias que já surgiram do cérebro do homem caído. Afinal quem pode se lembrar e contar os pensamentos de uma semana, de um dia, mesmo de uma hora desta vida em pecados?... Apesar de se dizer ao penitente que deve confessar seus pensamentos apenas de acordo com sua melhor lembrança, ele nunca, nunca saberá se fez seus melhores esforços para se lembrar de tudo: temerá constantemente que não tenha feito seu melhor para contá-los e confessá-los corretamente?" [Chiniquy, op. cit., pg 101].
Conversei com uma moça católica, Sharon (ainda católica, mas não praticante) e ela me falou a respeito do medo e da agonia que o confessionário lhe trouxe. Quando era muito jovem, sua família estava se arrumando para ir à igreja e tinha combinado em receber a Eucaristia "em família". Os pais fizeram as crianças jejuar antes de ir à Igreja (naquele tempo você não poderia comer nada após a meia-noite para tomar a Eucaristia). Sharon estava com tanta fome que comeu um pedaço de pão às escondidas e foi para a comunhão assim mesmo. Ela tinha certeza que seu pecado garantia o Inferno e acreditava de coração que se não confessasse, certamente passaria a eternidade lá. Na hora da confessar, temendo o sacerdote, que conhecia sua família e poderia contar o ocorrido, deixou de confessar aquele pecado. Por muito tempo, viveu com medo da desgraça eterna, um pensamento aterrorizador para um adulto, quanto mais para uma criança.
Mike, um ex-católico de vinte anos de idade, me disse que nunca confessava tudo ao sacerdote. Achava que "não era da conta dele", uma atitude típica. Meu próprio irmão teve uma experiência muito constrangedora com a confissão durante a adolescência. Aos dezessete anos, foi ao sacerdote para confessar que havia "tocado os seios de uma moça". O sacerdote recusou-se a absolvê-lo e os dois ficaram discutindo na frente da igreja. Meu irmão disse ao sacerdote "O senhor não tem autoridade para dizer que os meus pecados não podem ser perdoados". [Meu irmão, sua mulher e seus três filhos são salvos agora e conhecem o verdadeiro perdão dos pecados!]
De todos os católicos e ex-católicos para quem perguntei, nenhum foi totalmente honesto com o sacerdote. No entanto, em particular, muitas daquelas pessoas apelavam para Deus e confessavam a ele com total honestidade e lágrimas sinceras! O jugo de escravidão que a confissão auricular causa é tão pesado, degradante e humilhante que está muito longe das palavras de nosso Senhor Jesus Cristo em Mateus 11:28-30:
"Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve." [Mateus 11:28-30]
Chiniquy, na página 117 de seu livro referido observa:
"É um fato público, e nenhum estudioso católico romano nega, que a confissão auricular tornou-se um dogma e uma prática obrigatória da Igreja apenas do Concílio de Latrão, no ano 1215, durante o pontificado de Inocêncio III. Nem um único vestígio da confissão auricular, como dogma, pode ser encontrado antes desse ano."
Chiniquy também comenta:
"Sei que os defensores da confissão auricular apresentam aos seus incautos ouvintes várias passagens dos escritos dos Santos Pais, onde se diz que os pecadores iam diante de um sacerdote ou de um bispo para confessar seus pecados: mas é um modo desonesto de apresentar o fato - pois é evidente para todos os que conhecem um pouco da história da Igreja daqueles tempos que aquilo se refere apenas às confissões públicas das transgressões públicas por meio do ofício da penitenciaria... que era assim: Em cada grande cidade, um sacerdote ou um ministro era especialmente encarregado de presidir os encontros da igreja, em que os membros que tivessem cometido pecados públicos eram obrigados a vir e confessar publicamente diante da assembléia, para ser restaurado em seus privilégios como membro da igreja... isso estava perfeitamente de acordo com o que Paulo recomendou no tocante ao indivíduo envolvido no caso de incesto em Corinto; aquele pecador, que envergonhou o nome dos cristãos, após confessar e expor seus pecados diante da igreja, obteve o perdão, não de um sacerdote, para quem tivesse contado todos os detalhes do relacionamento incestuoso, mas de toda a igreja reunida... Há tanta diferença entre tais confissões públicas e as confissões auriculares quanto entre o Céu e Inferno, entre Deus e seu grande adversário, Satanás." [Chiniquy, op. cit., pg 116]
No que se refere às Confissões de Agostinho: "... é inútil procurar no livro uma única palavra sobre a confissão auricular. Aquele livro é um testemunho indiscutível de que tanto Agostinho quanto sua santa mãe, Mônica, que é mencionada freqüentemente, viveram e morreram ser nunca terem ido a um confessionário. Aquele livro pode ser chamado de a mais esmagadora evidência para provar que 'o dogma da confissão auricular' é uma impostura moderna." [Chiniquy, op. cit., pg 114]
No décimo livro de suas Confissões, no Capítulo 3, Agostinho protestou contra a idéia de que o homem poderia fazer alguma coisa para curar a lepra espiritual, ou perdoar os pecados de seus irmãos:
"O que devo fazer com os homens para que devam ouvir minhas confissões, como se pudessem curar minhas enfermidades? A raça humana é muito curiosa para conhecer a vida das outras pessoas, mas muito preguiçosa para corrigi-la." [Chiniquy, op. cit., pg 114)
João Crisóstomo, em sua homília De Paenitentia, volume IV, Coluna 901, também levantou sua voz contra a confissão auricular:
"Não pedimos que confesse seus pecados a qualquer um de seus semelhantes, mas apenas a Deus... Você não precisa de testemunhas para sua confissão. Reconheça secretamente seus pecados e permita que Deus somente ouça a confissão." [Chiniquy, op. cit., pg 114]
São Basílio, em seu comentário acerca do Salmo 37 diz: "Não venho diante do mundo para fazer uma confissão com minha boca. No entanto, fecho os olhos, e confesso meus pecados do fundo do meu coração. Diante de ti, ó Deus, derramo meus lamentos, e tu apenas és a testemunha. Meus gemidos estão dentro da minha alma. Não há necessidade de muitas palavras para confessar: pesar e arrependimento são a melhor confissão. Sim, as lamentações da alma, que te agradam ouvir, são a melhor confissão [Chiniquy, op. cit. pg 115]
Em uma pequena obra de Crisóstomo intitulada Catethesis ad Illuminandos, Volume 2, pg 210, lemos:
"O que devíamos mais admirar não é que Deus perdoa nossos pecados, mas que não os expõe para ninguém, nem deseja que façamos isso. O que requer de nós é que confessemos nossas transgressões a ele somente para obtermos o perdão."
Destruição Satânica Por Meio do Confessionário
A prática da confissão auricular tornou-se um dos mais degradantes "sacramentos" que o homem poderia imaginar! Com livros tais como The Mirror of the Clergy (O Espelho do Clero), página 357, a porta foi aberta para Satanás operar seus estragos:
"É necessário que o confessor saiba de tudo para poder exercer o julgamento. Que ele então, com sabedoria e sutileza, interrogue os penitentes sobre os pecados que possam ignorar ou omitir, por causa da vergonha!"
E Satanás semeou destruição no catolicismo, pois as abominações diárias se tornaram um problema tal que, por volta do ano 1560, Pio IV publicou uma bula pela qual todas as meninas e todas as mulheres casadas que tinham sido seduzidas a pecar por seus confessoras, foram ordenadas a denunciá-los:
"... e um certo número de altos oficiais da Santa Inquisição foram autorizados a ouvir os depoimentos dos penitentes. A experiência foi coisa foi feita inicialmente em Sevilha, uma das principais cidades da Espanha. Assim que o édito foi publicado, o número de mulheres que se sentiram obrigadas pela consciência de ir e depor contra seus padres confessores foi tão grande que, apesar dos trinta escrivães, e tantos inquisitores para ouvir os depoimentos, eles foram incapazes de realizar o trabalho no tempo previsto. O prazo foi esticado em mais trinta dias, mas os inquisitores estavam tão sobrecarregados com a quantidade de depoimentos que o prazo foi prorrogado por mais outro período igual de tempo. Novamente, porém, verificou-se que seria insuficiente. Ao final, descobriu-se que o número de sacerdotes que tinha destruído a pureza de suas penitentes era tão grande que era impossível punir a todos. O inquérito foi cancelado e os confessores culpados continuaram impunes. Várias tentativas de mesma natureza foram feitas por outros papas, mas com o mesmo fracasso." [Chiniquy, op. cit. pg 43, ênfase acrescentada)
Isso não soa como o problema de hoje, especialmente com sacerdotes que abusam sexualmente de meninos?!
Essas bulas são testemunho irrefutável de que a confissão auricular é uma das mais poderosas invenções do Diabo para corromper o coração, contaminar o corpo e condenar a alma!
Qual é a Origem da Confissão Auricular?
A prática da confissão auricular não se baseia em princípios bíblicos, mas sim no paganismo. Chiniquy vê a similaridade da confissão auricular à luz do Romanismo:
"Aqueles que querem mais informações sobre esse assunto devem ler os poemas de Juvenal, de Propércio e de Tibelo. Examinem atentamente todos os historiadores da Roma antiga, e então verão a perfeita semelhança que existe entre os sacerdotes do papa e os sacerdotes de Baco, em referência aos votos de celibato, aos segredos da confissão auricular, a celebração dos assim chamados 'mistérios sagrados' e toda a corrupção moral dos dois sistemas religiosos. De fato, quando alguém lê os poemas de Juvenal, pensa que está diante dos livros de Den, Liguori, Lebreyne, Kenric." [Chiniquy, op. cit., pg 140]
A Confissão de uma Jovem Mulher
Chiniquy, quando era um jovem sacerdote, defrontou o problema da corrupção na confissão auricular. No princípio do seu sacerdócio, teve uma experiência que o mudaria para sempre. Uma linda jovem entrou no confessionário e com lágrimas escorrendo pelas faces e uma voz abafada pelos soluços, começou a falar. Seu testemunho foi o seguinte:
"Querido padre... sou uma grande pecadora. Temo que esteja perdida! Se ainda houver alguma esperança para mim, por amor de Deus, não me rejeite! Antes de começar minha confissão, peço que não polua meus ouvidos com o tipo de perguntas que os confessores freqüentemente fazem às mulheres penitentes; já fui destruída por essas perguntas. Deus sabe que antes de eu completar dezessete anos, os anjos nos céus não eram mais puros do que eu; mas o capelão do Convento para o qual meus pais me enviaram para estudar, apesar de já estar entrando na velhice, me fez no confessionário uma pergunta que eu inicialmente não entendi, mas, infelizmente, ele fez as mesmas perguntas a uma de minhas colegas de classe, que gracejou delas e as explicou para mim; porque as entendia muito bem. A primeira conversa impura da minha vida mergulhou meus pensamentos em um mar de iniqüidade, até então desconhecido para mim; tentações do caráter mais humilhante me assaltaram por uma semana, dia e noite; depois disso, pecados que eu apagaria com meu sangue, se fosse possível, inundaram minha alma como uma enchente. No entanto, as alegrias do pecador são curtas. Impactada com terror dos julgamentos de Deus, depois de algumas semanas da mais deplorável vida, decidi abandonar meus pecados e me reconciliar com Deus. Coberta de vergonha e tremendo da cabeça aos pés, fui me confessar com meu velho confessor, a quem respeitava como um santo e amava como um pai. Com lágrimas sinceras de arrependimento, confessei-lhe a maior parte dos meus pecados, apesar de ter omitido um deles, de vergonha, e respeito pelo meu guia espiritual. Entretanto, não escondi que suas estranhas perguntas na minha última confissão foram, com a corrupção natural do meu coração, a principal causa da minha destruição. Ele falou comigo de forma muito gentil, me encorajou a lutar contra as más inclinações e, principalmente, me deu muitos conselhos gentis e bons. Mas, quando pensei que ele tivesse acabado de falar, ao me preparar para deixar o confessionário, ele me fez duas novas perguntas de um caráter tão poluído que temo que nem o sangue de Cristo nem todo o fogo do Inferno seriam capazes de apagá-las da minha memória. Essas perguntas provocaram minha ruína; fixaram-se na minha mente como duas setas mortais; estão dia e noite na minha imaginação; enchem minhas artérias e veias com veneno mortal. É verdade que, primeiramente, elas me encheram com horror e desgosto; mas ai de mim! Em breve estava tão acostumada a elas que pareciam estar incorporadas em mim, como se tivessem se tornado uma segunda natureza. Esses pensamentos tornaram-se uma nova fonte de inumeráveis pensamentos, desejos e ações pecaminosos. Um mês mais tarde, fomos obrigadas pelas regras do convento a ir confessar; mas dessa vez, estava tão completamente perdida, que não mais me ruborizava com a idéia de confessar meus pecados vergonhosos a um homem; muito pelo contrário. Sentia um prazer real, diabólico ao pensar que teria uma longa conversa com meu confessor sobre esses assuntos, e que ele me faria mais algumas de suas estranhas perguntas. De fato, quando contei tudo sem vergonha, ele começou a me interrogar, e Deus sabe quão corrompidas coisas saíram da sua boca para dentro do meu pobre coração pecador! Cada uma de suas perguntas abalava meus nervos, e me enchia com as mais vergonhosas sensações. Depois de uma hora de um tête-à-tête criminal com meu velho confessor (porque aquilo não era nada mais que um tête-à-tête criminal), percebi que ele era tão depravado quanto eu mesma. Com algumas palavras de duplo sentido, ele me fez uma proposta criminosa, que aceitei com palavras de duplo sentido também; e por mais de um ano, vivemos juntos na mais pecaminosa intimidade. Apesar de ele ser muito mais velho, eu o amei de uma forma desvairada. Quando o meu curso no convento acabou, meus pais me chamaram de volta para casa. Fiqiuei realmente contente de mudar de residência, porque estava começando a me cansar da minha vida criminosa. Tinha esperanças de que, sob a direção de outro confessor, deveria me reconciliar com Deus e começar uma vida cristã. Infelizmente, meu novo confessor, que era muito jovem, começou também seus interrogatórios. Ele logo se apaixonou por mim, e o amei da forma mais criminosa. Fiz com ele coisas que espero que o senhor nunca me peça para descrever, porque são monstruosas demais para serem repetidas, mesmo no confessionário, por uma mulher a um homem. Não digo isso para tirar de meus ombros a responsabilidade das minhas iniqüidades com meu jovem confessor, porque acho que fui mais pecadora do que ele. É minha firme convicção que ele era um bom e santo sacerdote antes de me conhecer, mas as perguntas que me fez, e as respostas que lhe dei derreteram seu coração - sei disso - exatamente como o chumbo derretido derrete o gelo onde é derramado. Sei que essa não é uma confissão detalhada como nossa santa Igreja requer que eu faça, mas achei necessário para lhe apresentar a curta história de vida da maior e mais miserável pecadora que já pediu sua ajuda para se livrar do peso de seus pecados. Essa é a forma como tenho vivido nos últimos anos. No último sábado, porém, Deus, em sua infinita misericórdia, olhou para mim. Ele o inspirou para nos falar sobre o Filho Pródigo como o modelo da verdadeira conversão, e como a mais maravilhosa prova da infinita compaixão do Salvador pelo pecador. Tenho chorado continuamente desde aquele dia feliz, em que me lancei nos braços do amoroso e misericordioso Pai Celestial. Mesmo agora, mal consigo falar, porque meu arrependimento pelas iniqüidades passadas e minha alegria de poder banhar os pés do Salvador com minhas lágrimas é tão grande que a minha voz está embargada. É claro que me afastei definitivamente do meu último confessor. Quero pedir que o senhor me aceite como sua penitente. Por favor, não me rejeite, pelo amor do Salvador! Não tenha medo de ter ao seu lado este monstro de iniqüidades. Mas, antes de mais nada, quero pedir dois favores. O primeiro é que nunca tente saber meu nome; o segundo é que nunca me fará quaisquer daquelas perguntas pelas quais muitas penitentes são perdidas e muitos sacerdotes destruídos para sempre. Duas vezes me perdi por causa dessas perguntas. Vamos aos nossos confessores para que derramem as águas purificadoras dos céus sobre os nossos pecados; mas, em vez disso, com suas perguntas indecentes, acabam lançando querosone nas chamas ardentes que já estão queimando nos nossos corações pecaminosos."
Chiniquy não podia atender ao pedido dela de não ouvir a confissão inteira e absolvê-la de seus pecados, pois estaria indo contra a doutrina Romana. Ela deixou o confessionário em lágrimas: "Ai, meu Deus, então estou perdida, perdida para sempre!". A jovem desmaiou e Chiniquy a levou para a casa de seus pais. Ela teve um sonho:
"Oh, não! Aquilo não foi um sonho, foi realidade. Meu Jesus veio a mim; ele estava sangrando; a coroa de espinhos estava na sua cabeça, a cruz pesada feria seus ombros. Ele me disse, com uma voz tão suave que nenhuma língua humana poderia imitar: 'Tenho visto tuas lágrimas e ouvido teus clamores; sei do teu amor por mim; teus pecados estão perdoados; coragem, em poucos dias estarás comigo!'"
No mês seguinte ela estava claramente perto de morrer. Chiniquy continuou ao seu lado instando-a a se confessar, mas em vez de ver uma jovem torturada pela culpa, viu uma calma e uma paz nela quando dizia: "Ele me amou tanto que morreu pelos meus pecados!". Enquanto ela meditava nessas palavras, lágrimas escorriam pelo seu rosto. Chiniquy, sentindo que a morte dela estava próxima, caiu de joelhos e implorou que deixasse a vergonha de lado e obedecesse à igreja de Roma e confessasse todos os pecados, mas ela, com um ar de dignidade, dizia:
"É verdade que após o pecado de Adão e Eva, Deus mesmo fez vestes de peles, e os vestiu para que não vissem a nudez um do outro? Como nossos confessores se atrevem a tirar de nós essas vestes santas e divinas de modéstia e de auto-respeito?"
Chiniquy presenciou a jovem morrer com "a paz de excede a todo o entendimento" [Filipenses 4:7]. As últimas palavras dela foram verdadeiras palavras de sabedoria:
"Agradeço e o abençôo, querido padre, pelo seu sermão sobre o filho pródigo, que pregou no mês passado. O senhor me trouxe aos pés do querido Salvador; lá encontrei uma paz e uma alegria que excede a qualquer coisa que o coração humano possa sentir; coloquei-me nos braços do Pai Celestial, e sei que ele aceitou e perdou sua filha pródiga! Vejo os anjos com suas harpas douradas ao redor do trono do Cordeiro! O senhor não ouve a harmonia celestial das músicas? Eu vou - vou me juntar a eles na casa do meu Pai. Não estarei perdida!"
O testemunho dela na hora da morte tocou Chiniquy, que somente mais tarde compreendeu a paz que a jovem experimentou. É a mesma paz que encontrei pessoalmente em Jesus Cristo. A paz de saber que seu sangue "nos purifica de todo o pecado". [1 João 1.7].
Miquéias 7:19 diz: "Tornará a apiedar-se de nós; sujeitará as nossas iniqüidades, e tu lançarás todos os seus pecados nas profundezas do mar."
A confissão auricular produz tormento e medo.
1 João 4:18 diz: "No amor não há temor, antes o perfeito amor lança fora o temor, porque o temor tem consigo a pena, e o que teme não é perfeito em amor."
Como conheci nosso Senhor e Salvador e compreendi quão verdadeiro é seu perdão não vivi mais com medo e em tormentos. Não escondo mais meus pecados, mas me arrependo e me desvio deles, conhecendo completamente que meu Senhor e Salvador Jesus Cristo pagou por cada um, não apenas os meus, mas de cada pessoa que já tenha vivido ou que venha a viver na Terra. Nenhum homem o nenhuma instituição humana pode arrancar esse poder de nosso Deus [Romanos 8:38-39]. Não há mais do que se envergonhar, porque, como dizem as Escrituras:
"Porém tu, SENHOR, és um escudo para mim, a minha grande glória, e o que exalta a minha cabeça." [Salmos 3:3]
Autora: Rebecca A. Sexton, Former Catholics For Christ.
Comentário final do diretor da Cutting Edge:
Verdadeiramente, Satanás criou a abominação da Confissão Auricular em muitas de suas religiões pagãs ao longo da história para aprisionar as almas dos pobres pecadores, para destruir as mentes e as almas dos sacerdotes e conduzir todos os seus aderentes direto ao Inferno. O Catolicismo Romano faz isso tudo, em nome de Jesus Cristo!
Oramos para que você reconheça a gravidade dessa prática pecaminosa, e veja a pureza de confessar seus mais recônditos pecados diretamente ao Santíssimo Deus, por meio de Jesus Cristo, nosso Senhor! Como mencionado anteriormente, achamos impressionante que Jesus Cristo não apenas perdoa nossos pecados, mas também não os torna públicos para que os outros vejam quão sujos realmente somos no íntimo de nossos corações e das nossas mentes.
Se você nunca colocou sua confiança em Jesus Cristo como Salvador, mas entendeu que ele é real e que o fim dos tempos está próximo, e quer receber o Dom Gratuito da Vida Eterna, pode fazer isso agora, na privacidade do seu lar. Após confiar em Jesus Cristo como seu Salvador, você nasce de novo espiritualmente e passa a ter a certeza da vida eterna nos céus, como se já estivesse lá.
Se quiser saber mais sobre como nascer de novo, e conhecer essa maravilhosa paz, vá para nossa Página de Salvação agora.
Esperamos que este ministério seja uma bênção em sua vida. Nosso propósito é educar e advertir as pessoas, para que vejam a vindoura Nova Ordem Mundial, o Reino do Anticristo, nas notícias do dia a dia.
Fale conosco direcionando sua mensagem a um dos membros da equipe de voluntários.
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Que Deus o abençoe.
Tradução: Walter Nunes Braz Jr.
Data da publicação: 18/8/2001
Fonte: A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/rc123.asp
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