Não é exagero afirmar que vivemos a “era” do cansaço. Não só do cansaço, da angústia também. É um mundo de correria. De atropelos. Nosso cotidiano tornou-se taquicardíaco. Está acometido de arritmia. É cada vez mais difícil encontrar um lugar e uma hora para repouso. O ritmo da vida adoeceu a existência; aliás, infernizou-a completamente. As pessoas, quais peregrinos, correm atrás de miragens, que se multiplicam e se repelem constantemente.
Há um sentimento generalizado de frustração em nossos dias. Quanta gente cansada de viver, deserta da vida por não suportar o peso que carrega, especialmente, o da desilusão.
É o cansaço de quem corre a esmo. De quem luta sem nunca derrotar o seu adversário. De quem trabalha sem paga. De quem chora sem conso-lo. De quem rema sem sair do lugar. De quem cansou de esperar.
Nosso século não sofre apenas de cansaço, padece de angústia também. Em alguns casos, de uma inexplicável angústia. De uma angústia sem causa aparente. Penso até que as pessoas sofrem, não raro, sem saber porquê. Contudo, sofrem! E sofrem tanto mais, quanto menos saberem qual a razão.
Recordo-me agora, da expressão angustiante do salmista Davi, quando interrogou a si mesmo: "Porque estais abatida oh minha alma!, e porque te perturbas dentro de mim?" (Sal 42:05). É a projeção da dor de quem já nem consegue mais saber o porque de sua angústia. Esse tipo de frustração tem o poder de destruir nossa fortaleza interior.
O mal estar em nossos dias provém menos de males fisiológicos, do que de perturbações psicológicas. As pessoas sofrem muito mais da alma do que do corpo.
Prova disso é o crescimento, cada vez maior, do consumo de tranqüilizantes; e a procura crescente pela auto-ajuda, esoterismo, pelo orientalismo, como remédios para o corpo cansado e a alma sofrida. “A alma adoece e o corpo padece”, diz o dito popular. Jesus Cristo, o terapeuta da esperança, tem uma mensagem dirigida aos cansados:
“Vinde a Mim e Eu vos aliviarei”. Como então? Tomando sobre si as nossas dores e carregando e, Ele mesmo, os nossos fardos. Ou, carregando junto conosco. Dispondo seus ombros à carga que nos aflige. Chorando as nossas lágrimas e sentindo a nossa dor. Aos cansados e angustiados por causa da arritmia moderna, o melhor remédio não é desertar da vida, mas voltar-se para Deus, a fonte da vida. Ele renova nossas forças e sussurra em nossos ouvidos os sons da esperança: “Vinde a Mim e Eu vos aliviarei”.
Pastor Estevam Fernandes
Fonte: http://www.nazareno.com.br/2vrs/editorialview.php?id=40
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
Ativista cristão entra ilegalmente no país para pregar arrependimento
Kim Jong II inspecionando campos
COREIA DO NORTE (1º) - Um ativista cristão coreano-americano foi da China até a Coreia do Norte para pedir que o líder do país, Kim Jong-Il, se arrependa e liberte os prisioneiros.
Robert Park, 28, cidadão de Tucson, Arizona, EUA, cruzou o rio Tumen e entrou na Coreia do Norte sem permissão, por volta das 17h do dia 25 de dezembro. Seus companheiros ativistas que liberarão a filmagem no sábado, disseram que ele orou antes de cruzar o rio.
Robert gritou, enquanto cruzava o rio: “Eu sou um cidadão americano. Vim falar do amor de Deus. Deus ama você”, conta Jo Sung-Rae, diretor do grupo Pax Koreana.
Os companheiros de Robert disseram que ele recebeu uma visão de Deus sobre a libertação da Coreia do Norte, e acreditava que Deus queria que ele ajudasse a mostrar todo o abuso dos direitos humanos que acontece no estado comunista.
Robert Park carregava uma carta endereçada a Kim Jong-Il quando entrou no país. A carta dizia: “Eu declaro o amor e o perdão de Cristo sobre você hoje. Deus promete misericórdia e graça para aqueles que se arrependem”. Uma cópia da carta foi publicada no site da Pax Koreana.
“Ele ama você e quer salvá-lo. A você e a toda a Coreia do Norte.”
A carta pedia para que Kim Jong-Il fechasse todos os campos de concentração, libertasse os prisioneiros políticos e permitisse que grupos de ajuda humanitária entrassem no país, para distribuir alimentos e remédio.
Antes dessa entrada ousada no país, Robert serviu como missionário, ministrando para desalojados no México. Depois, ele trabalhou na China para dar assistência humanitária e espiritual para os refugiados norte-coreanos, onde deixar o país é ilegal.
O pai de Robert, Pyong Park, disse que seu filho queria uma mudança mais rápida na situação da Coreia do Norte do que a diplomacia estava alcançando. Jo, da Pax Koreana, disse que Robert já se tornou um mártir quando entrou ilegalmente na Coreia do Norte.
Pyong Park também afirmou que seu filho não tinha medo de morrer, mas estava mais preocupado que o mundo conhecesse a situação da Coreia do Norte.
Os pais de Robert receberam notícias de seu filho pela última vez em 23 de dezembro, quando ele escreveu um email: “Saibam que eu estou muito feliz. Milagres maravilhosos estão acontecendo em libertações de norte-coreanos. Veremos uma grande mudança na Coreia e em todo o mundo”.
De acordo com os governos sul-coreano e americano, existem cerca de 160.000 prisioneiros políticos em campos na Coreia do Norte. Entre esses prisioneiros, estima-se que de 40.000 a 60.000 são cristãos. Ser cristão na Coreia do Norte é ilegal.
Tradução: Missão Portas Abertas
COREIA DO NORTE (1º) - Um ativista cristão coreano-americano foi da China até a Coreia do Norte para pedir que o líder do país, Kim Jong-Il, se arrependa e liberte os prisioneiros.
Robert Park, 28, cidadão de Tucson, Arizona, EUA, cruzou o rio Tumen e entrou na Coreia do Norte sem permissão, por volta das 17h do dia 25 de dezembro. Seus companheiros ativistas que liberarão a filmagem no sábado, disseram que ele orou antes de cruzar o rio.
Robert gritou, enquanto cruzava o rio: “Eu sou um cidadão americano. Vim falar do amor de Deus. Deus ama você”, conta Jo Sung-Rae, diretor do grupo Pax Koreana.
Os companheiros de Robert disseram que ele recebeu uma visão de Deus sobre a libertação da Coreia do Norte, e acreditava que Deus queria que ele ajudasse a mostrar todo o abuso dos direitos humanos que acontece no estado comunista.
Robert Park carregava uma carta endereçada a Kim Jong-Il quando entrou no país. A carta dizia: “Eu declaro o amor e o perdão de Cristo sobre você hoje. Deus promete misericórdia e graça para aqueles que se arrependem”. Uma cópia da carta foi publicada no site da Pax Koreana.
“Ele ama você e quer salvá-lo. A você e a toda a Coreia do Norte.”
A carta pedia para que Kim Jong-Il fechasse todos os campos de concentração, libertasse os prisioneiros políticos e permitisse que grupos de ajuda humanitária entrassem no país, para distribuir alimentos e remédio.
Antes dessa entrada ousada no país, Robert serviu como missionário, ministrando para desalojados no México. Depois, ele trabalhou na China para dar assistência humanitária e espiritual para os refugiados norte-coreanos, onde deixar o país é ilegal.
O pai de Robert, Pyong Park, disse que seu filho queria uma mudança mais rápida na situação da Coreia do Norte do que a diplomacia estava alcançando. Jo, da Pax Koreana, disse que Robert já se tornou um mártir quando entrou ilegalmente na Coreia do Norte.
Pyong Park também afirmou que seu filho não tinha medo de morrer, mas estava mais preocupado que o mundo conhecesse a situação da Coreia do Norte.
Os pais de Robert receberam notícias de seu filho pela última vez em 23 de dezembro, quando ele escreveu um email: “Saibam que eu estou muito feliz. Milagres maravilhosos estão acontecendo em libertações de norte-coreanos. Veremos uma grande mudança na Coreia e em todo o mundo”.
De acordo com os governos sul-coreano e americano, existem cerca de 160.000 prisioneiros políticos em campos na Coreia do Norte. Entre esses prisioneiros, estima-se que de 40.000 a 60.000 são cristãos. Ser cristão na Coreia do Norte é ilegal.
Tradução: Missão Portas Abertas
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
O evangelho mudando o Brasil
Muito se fala hoje de um Evangelho Integral, que aborde o ser humano não apenas como uma alma a ser conquistada para o Reino de Cristo e, assim, livrá-la do inferno, mas também que seja uma prática cotidiana que se preocupe com o meio ambiente em que este ser vive, com seus relacionamentos, com sua presença neste mundo e com o que este "agente nada secreto" de Deus faz para transformá-lo em um lugar melhor para se viver. Se o Evangelho corresponde às boas novas de Deus, a evangelização é o anúncio de um reino cujas premissas são precisamente essas boas novas. Logo, um evangelho concebido parcialmente gera uma evangelização e, por conseguinte, uma missão também parciais. Fato é que, mesmo que algumas congregações dêem ênfase apenas às outras facetas da Palavra de Deus, o crescimento inédito dos evangélicos no país, nos últimos 20 anos, pode estar contribuindo com mudanças sociais significativas. Divulgada em 9 de outubro pelo IBGE, a mais recente “Análise das condições de vida da população brasileira – 2009” - publicação que reúne indicadores sobre a realidade social brasileira, com informações sobre aspectos demográficos, educação, trabalho e rendimento, domicílios, famílias e grupos populacionais específicos – aponta uma melhora considerável em vários aspectos da vida dos brasileiros. E a participação do segmento evangélico nesse processo não pode ser desprezada. Para o sociólogo Alexandre Brasil Fonseca (pós-doutorado pela Universidade de Barcelona, na Espanha), a participação evangélica mais efetiva neste processo pode ser observada na alteração de certas políticas públicas.
"É um segmento socialmente organizado, que argumenta e luta por suas opiniões. É inegável que isso traz benefícios sociais. Com isso, não é um fato desprezível a histórica participação evangélica em Conselhos de Direitos Civis, nos últimos anos como por exemplo: O Conselho Nacional de Assistência (CNAS), o Conselho Nacional de Juventude (Conjuve), que tem três organizações evangélicas bem represntadas, e o Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea)" argumenta Alexandre. Para o sociólogo, o aumento do salário mínimo e a bolsa família são o reflexo dessas políticas públicas, centradas no ser humano, fundamentais para o processo de melhoria nas condições de vida dos brasileiros.
O futuro parece ser ainda mais promissor. Uma das mais importantes revistas do país, a Época, da Editora Globo, publicou recentemente uma série de matérias com previsões para o Brasil em 2020. O crescimento evangélico é abordado em uma das matérias. Baseado em dados estatísticos do SEPAL, "estima-se que 50% da população brasileira poderá ser evangélica" daqui a 11 anos. Para a revista, "a influência evangélica em 2020 contribuirá para a diminuição no consumo do álcool, o aumento da escolaridade e a diminuição no número de lares desfeitos, já que a família é prioridade para os evangélicos.”
Soma/Notícias Cristãs
"É um segmento socialmente organizado, que argumenta e luta por suas opiniões. É inegável que isso traz benefícios sociais. Com isso, não é um fato desprezível a histórica participação evangélica em Conselhos de Direitos Civis, nos últimos anos como por exemplo: O Conselho Nacional de Assistência (CNAS), o Conselho Nacional de Juventude (Conjuve), que tem três organizações evangélicas bem represntadas, e o Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea)" argumenta Alexandre. Para o sociólogo, o aumento do salário mínimo e a bolsa família são o reflexo dessas políticas públicas, centradas no ser humano, fundamentais para o processo de melhoria nas condições de vida dos brasileiros.
O futuro parece ser ainda mais promissor. Uma das mais importantes revistas do país, a Época, da Editora Globo, publicou recentemente uma série de matérias com previsões para o Brasil em 2020. O crescimento evangélico é abordado em uma das matérias. Baseado em dados estatísticos do SEPAL, "estima-se que 50% da população brasileira poderá ser evangélica" daqui a 11 anos. Para a revista, "a influência evangélica em 2020 contribuirá para a diminuição no consumo do álcool, o aumento da escolaridade e a diminuição no número de lares desfeitos, já que a família é prioridade para os evangélicos.”
Soma/Notícias Cristãs
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Crentes de tempo integral
Você já se imaginou como um profissional apenas parcialmente competente?
Você, por escolha, própria realiza suas atividades com um nível de excelência apenas aceitável?
Já se imaginou indo a um consultório médico e lendo na parede do consultório “Médico de excelência parcial”?
Creio que estas suposições soam totalmente descabíveis, não é?
Será que um compromisso apenas parcial com Jesus e seus valores não soariam descabíveis também?
Você imaginaria um seguidor de Jesus sendo íntegro apenas parcialmente?
Você já imaginou um seguidor de Jesus amando seu cônjuge apenas três dias por semana?
Se nossa vida não está refletindo no dia a dia este compromisso com ele e somos íntegros apenas aos domingos, estamos sendo seguidores de Jesus apenas em tempo parcial.
Foi por isso que Tiago em sua carta repete a expressão, “Meus irmãos...”. Ao longo da carta nós percebemos que Tiago está dizendo, “Se vocês são irmãos, se seguem a Jesus, a vida de vocês deve ser constantemente assim...”.
Para sermos profissionais competentes de nível profissional alto precisamos de treinamento e prática.
Para sermos crentes de tempo integral temos os recursos da habitação do Espírito Santo em nós que nos leva a dizer sempre, “Sem Ele nada podemos fazer...” (João 15.5). Se não sabemos como ser este crente de tempo integral precisamos de ajuda. Vamos buscá-la!
Pr Josué Campanhã
Você, por escolha, própria realiza suas atividades com um nível de excelência apenas aceitável?
Já se imaginou indo a um consultório médico e lendo na parede do consultório “Médico de excelência parcial”?
Creio que estas suposições soam totalmente descabíveis, não é?
Será que um compromisso apenas parcial com Jesus e seus valores não soariam descabíveis também?
Você imaginaria um seguidor de Jesus sendo íntegro apenas parcialmente?
Você já imaginou um seguidor de Jesus amando seu cônjuge apenas três dias por semana?
Se nossa vida não está refletindo no dia a dia este compromisso com ele e somos íntegros apenas aos domingos, estamos sendo seguidores de Jesus apenas em tempo parcial.
Foi por isso que Tiago em sua carta repete a expressão, “Meus irmãos...”. Ao longo da carta nós percebemos que Tiago está dizendo, “Se vocês são irmãos, se seguem a Jesus, a vida de vocês deve ser constantemente assim...”.
Para sermos profissionais competentes de nível profissional alto precisamos de treinamento e prática.
Para sermos crentes de tempo integral temos os recursos da habitação do Espírito Santo em nós que nos leva a dizer sempre, “Sem Ele nada podemos fazer...” (João 15.5). Se não sabemos como ser este crente de tempo integral precisamos de ajuda. Vamos buscá-la!
Pr Josué Campanhã
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Deus trabalha
Deus trabalha. Essa expressão pode ser óbvia demais, mas sempre é necessário lembrarmos dela principalmente quando enfrentamos lutas. Em meio a uma doença, uma crise financeira, uma depressão, uma traição, quando não vemos saída, quando nossos lábios não aguentam mais clamar e nossas lágrimas estão secas, nossos olhos se voltam a Deus. Sabemos que Ele se levanta e trabalha a nosso favor e por nossas causas.
Mas o melhor é que o Senhor utiliza essas circunstâncias para realizar os seus planos em nossas vidas. Ele faz com que algumas situações durante o sofrimento se transformem em possibilidades de crescimento para nós. É nesse momento que Deus espera que nós também trabalhemos por essa situação. E como pode-mos fazer isso?
Orar: O Senhor espera que nos voltemos a ele para fazermos as nossas petições. Ele quer ouvir a nossa voz e ter comunhão conosco. Ao mantermos uma relação de intimidade com Deus há crescimento espiritual, passamos a ter uma visão correta do Senhor e, o melhor, é que passamos a ter esperança.
Aprender: buscar orientação na Palavra. Há exemplos de homens que lutaram e venceram.
Esperar e obedecer: O maior mistério do Senhor é a sua forma de agir. Quando temos comunhão sabemos esperar o tempo de Deus e também agimos segundo os seus planos. Não há revolta, tampouco murmuração. Fazemos a nossa parte – se estamos desempregados, mandamos currículos – porque temos confiança de que o Senhor fará a dEle.
O homem usado por Deus tem confiança na ação do Senhor, mas não fica paralisado pela dor ou pelo problema, ele faz a sua parte. Deus trabalha por nossos sonhos, mas nós também temos que renová-los e confiar nas Suas promessas. Nos agarramos à Cruz e a Graça do Senhor em tempos de lutas porque sabemos que a vitória virá! Isso porque para Deus não há um Dia de Trabalho porque ele trabalha todos os dias por nós!
Pastor Aguiar
Mas o melhor é que o Senhor utiliza essas circunstâncias para realizar os seus planos em nossas vidas. Ele faz com que algumas situações durante o sofrimento se transformem em possibilidades de crescimento para nós. É nesse momento que Deus espera que nós também trabalhemos por essa situação. E como pode-mos fazer isso?
Orar: O Senhor espera que nos voltemos a ele para fazermos as nossas petições. Ele quer ouvir a nossa voz e ter comunhão conosco. Ao mantermos uma relação de intimidade com Deus há crescimento espiritual, passamos a ter uma visão correta do Senhor e, o melhor, é que passamos a ter esperança.
Aprender: buscar orientação na Palavra. Há exemplos de homens que lutaram e venceram.
Esperar e obedecer: O maior mistério do Senhor é a sua forma de agir. Quando temos comunhão sabemos esperar o tempo de Deus e também agimos segundo os seus planos. Não há revolta, tampouco murmuração. Fazemos a nossa parte – se estamos desempregados, mandamos currículos – porque temos confiança de que o Senhor fará a dEle.
O homem usado por Deus tem confiança na ação do Senhor, mas não fica paralisado pela dor ou pelo problema, ele faz a sua parte. Deus trabalha por nossos sonhos, mas nós também temos que renová-los e confiar nas Suas promessas. Nos agarramos à Cruz e a Graça do Senhor em tempos de lutas porque sabemos que a vitória virá! Isso porque para Deus não há um Dia de Trabalho porque ele trabalha todos os dias por nós!
Pastor Aguiar
terça-feira, 30 de junho de 2009
A beleza da Graça.
Há duas verdades que diferentes grupos cristãos do passado foram acusados (por outros cristãos) de acreditar: talvez tornem a verdade mais clara. Um grupo foi acusado de dizer: “As ações de Deus são tudo o que importa. A melhor das boas ações é a caridade. A melhor forma de fazer caridade com o dinheiro é ofertar para a Igreja. Por isso dê-nos R$ 10 mil e nós o ajudamos”. A resposta a esse absurdo, é claro, seria que boas ações feitas com esse motivo, ou com a ideia de que o céu pode ser comprado, não seriam de modo algum uma boa ação, mas somente especulação comercial. O outro grupo era acusado de dizer: “A fé é tudo o que importa. Por conseguinte, se você tiver fé, não importa o que faça. Peque à vontade, tenha ótimos momentos e Cristo verá que no final não faz diferença”.
A resposta a esse absurdo é que, se aquilo que você chama de “fé” em Cristo envolve prestar menor atenção ao que Ele diz, então não é fé ou confiança nEle, mas somente assentimento intelectual a alguma teoria sobre Ele.
A Bíblia parece resumir a questão quando reúne os dois elementos em uma frase espantosa. A primeira metade diz: “Desenvolvei a vossa salvação com temor e tremor”, que dá a entender que tudo depende de nós e nossas boas ações; mas a segunda parte traz outra ideia: “Deus é quem efetua em vós tanto o querer quanto o realizar” – que dá a entender que Deus faz tudo e nós não fazemos nada. Receio que este seja o tipo de coisa que não gostamos no cristianismo. Fico confuso, mas não fico surpreso. Veja, agora estamos procurando entender e separar em compartimentos estanques, o que exatamente Deus realiza e o que o homem faz quando ambos trabalham juntos. Evidentemente, começamos pensando é como se dois homens trabalhassem juntos, de modo que poderíamos dizer: “Ele fez aquela parte e eu fiz esta”.
No entanto, essa forma de raciocínio se despedaça. Deus não é assim. Ele está dentro e fora de você; mesmo que pudéssemos compreender quem faz o que, não creio que a linguagem humana poderia expressar isso de forma apropriada. Lembrando sempre o que dizia John Stott:
“Graça é o amor que se importa, se detém e resgata”.
A resposta a esse absurdo é que, se aquilo que você chama de “fé” em Cristo envolve prestar menor atenção ao que Ele diz, então não é fé ou confiança nEle, mas somente assentimento intelectual a alguma teoria sobre Ele.
A Bíblia parece resumir a questão quando reúne os dois elementos em uma frase espantosa. A primeira metade diz: “Desenvolvei a vossa salvação com temor e tremor”, que dá a entender que tudo depende de nós e nossas boas ações; mas a segunda parte traz outra ideia: “Deus é quem efetua em vós tanto o querer quanto o realizar” – que dá a entender que Deus faz tudo e nós não fazemos nada. Receio que este seja o tipo de coisa que não gostamos no cristianismo. Fico confuso, mas não fico surpreso. Veja, agora estamos procurando entender e separar em compartimentos estanques, o que exatamente Deus realiza e o que o homem faz quando ambos trabalham juntos. Evidentemente, começamos pensando é como se dois homens trabalhassem juntos, de modo que poderíamos dizer: “Ele fez aquela parte e eu fiz esta”.
No entanto, essa forma de raciocínio se despedaça. Deus não é assim. Ele está dentro e fora de você; mesmo que pudéssemos compreender quem faz o que, não creio que a linguagem humana poderia expressar isso de forma apropriada. Lembrando sempre o que dizia John Stott:
“Graça é o amor que se importa, se detém e resgata”.
sábado, 27 de junho de 2009
Celebrando o Centenário da Igreja do Nazareno - Agora a caminho dos 101 anos
Desde 13 de outubro de 1908.
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Devocional
Para ler com oração: Vigiai em oração. (1 Pe 4.7.)
Amigo, não enfrentemos este mundo perigoso, sem oração. Muitas vezes quando vamos orar à noite, o sono pesa em nossas pálpebras; um árduo dia de trabalho é uma espécie de desculpa, e costumamos abreviar a oração para nos deitarmos mais depressa. Chega a manhã do dia seguinte e acontece que nos levantamos atrasados.
Então não fazemos a hora devocional, ou a fazemos apressadamente. E assim não vigiamos em oração! A vigilância é mais uma vez deixada de lado! E seria isso reparável? Acreditamos firmemente que não.
Nesse caso, o que está feito, não pode ser desfeito. Quando negligenciamos a oração, sofremos as conseqüências.
A tentação vem e não estamos preparados para enfrentá-la. Surge um sentimento de culpa no coração, e nós como que guardamos certa distância de Deus. Se algum dia permitimos que a sonolência nos impeça de orar, não é de admirar que depois falhemos nos compromissos pessoais.
Os momentos de oração, roubados pela preguiça, não podem ser recuperados. Podemos aprender a lição, mas não podemos obter de volta o rico frescor e a renovação que estavam envolvidos naqueles momentos.
Se Jesus, o poderoso Filho de Deus, sentia necessidade de se levantar antes do amanhecer e derramar Seu coração ao Pai, em oração, quanto mais devemos nós orar a Ele, que é o Doador de toda boa dádiva e que nos prometeu tudo o que é necessário para o nosso bem?
Não podemos fazer idéia do que o Senhor Jesus trazia à Sua vida através da oração; mas isto sabemos, que a vida sem oração é uma vida sem poder. Uma vida sem oração pode ser ruidosa e bastante movimentada, mas está muito distante dAquele que, dia e noite, orava a Deus.
Senhor, eu tenho falhado;
Concede-me o Teu perdão:
Senhor, restaura-me os anos
Que me comeu a locusta,
No meu viver de oração. Amém.
Extraido do Livro Mananciais no Deserto
Tenha um dia abençoado!
Amigo, não enfrentemos este mundo perigoso, sem oração. Muitas vezes quando vamos orar à noite, o sono pesa em nossas pálpebras; um árduo dia de trabalho é uma espécie de desculpa, e costumamos abreviar a oração para nos deitarmos mais depressa. Chega a manhã do dia seguinte e acontece que nos levantamos atrasados.
Então não fazemos a hora devocional, ou a fazemos apressadamente. E assim não vigiamos em oração! A vigilância é mais uma vez deixada de lado! E seria isso reparável? Acreditamos firmemente que não.
Nesse caso, o que está feito, não pode ser desfeito. Quando negligenciamos a oração, sofremos as conseqüências.
A tentação vem e não estamos preparados para enfrentá-la. Surge um sentimento de culpa no coração, e nós como que guardamos certa distância de Deus. Se algum dia permitimos que a sonolência nos impeça de orar, não é de admirar que depois falhemos nos compromissos pessoais.
Os momentos de oração, roubados pela preguiça, não podem ser recuperados. Podemos aprender a lição, mas não podemos obter de volta o rico frescor e a renovação que estavam envolvidos naqueles momentos.
Se Jesus, o poderoso Filho de Deus, sentia necessidade de se levantar antes do amanhecer e derramar Seu coração ao Pai, em oração, quanto mais devemos nós orar a Ele, que é o Doador de toda boa dádiva e que nos prometeu tudo o que é necessário para o nosso bem?
Não podemos fazer idéia do que o Senhor Jesus trazia à Sua vida através da oração; mas isto sabemos, que a vida sem oração é uma vida sem poder. Uma vida sem oração pode ser ruidosa e bastante movimentada, mas está muito distante dAquele que, dia e noite, orava a Deus.
Senhor, eu tenho falhado;
Concede-me o Teu perdão:
Senhor, restaura-me os anos
Que me comeu a locusta,
No meu viver de oração. Amém.
Extraido do Livro Mananciais no Deserto
Tenha um dia abençoado!
quinta-feira, 21 de maio de 2009
sexta-feira, 17 de abril de 2009
sexta-feira, 10 de abril de 2009
terça-feira, 7 de abril de 2009
Parceiros fatais
Todos que desejam vencer na vida precisam derrotar dois inimigos, ardilosos e fatais: O medo e o desânimo. Muitos vivem derrotados pelo medo. Não têm coragem para enfrentar os obstáculos com ousadia, correndo os riscos necessários. Quem não se arrisca não sai do lugar comum, não conhece a outra margem do rio.
Algumas pessoas, por estranho que pareça, têm medo da felicidade. Muitas terminam a vida sozinhas, eternamente frustradas, pois jamais acreditaram no amor, por terem medo de amar e serem amadas.
Há pessoas que não acreditam em si mesmas. Vivem derrotadas por um complexo de inferioridade, e por isso mesmo têm medo da competição, não lutam por seus espaços, antecipam os fracassos e, veem as dificuldades com lentes de aumento. Pessoas assim, que não cre-em em si mesmas, ficam sempre à margem da história, sem conquistas ou realizações.
O medo irracional altera a realidade, amplia a dimensão negativa das coisas, cria barreiras que não existem. Pela ótica do medo, só nos é revelada a face hostil dos desafios, e nunca a luz que revela a possibilidade da vitória.
Outro inimigo não menos perigoso é o desânimo. O desânimo é tão nocivo à nossa vida quanto o medo. Ele é o responsável pela apatia, pela desmotivação e pela incredulidade, que tem levado muitos a abandonarem seus sonhos e a viverem lamentando pelo que nunca conseguiram realizar.
O desânimo atua como um câncer silencioso em nosso espírito. Ele vai pouco a pouco minando a nossa fé, a nossa esperança, e nossas energias vitais. Como força destrutiva ele está presente no doente que não crê mais na cura, na pessoa que não luta mais por seus ideais, e nos relacionamentos que não acreditam mais na restauração. O desânimo aloja-se na alma dos mais fracos, fazendo ali a sua habitação segura.
O medo e o desânimo andam sempre juntos, como parceiros fatais, alimentando o pessimismo, o fracasso e a frustração dos que não conseguem vencê-los.
Até a dimensão espiritual pode ser atingida pelo medo. A Bíblia diz que os medrosos não entrarão no Reino de Deus. A fé e a coragem para lutar são, também, reflexos da presença de Deus em nossa vida, e sinais de uma espiritualidade sadia.
Não nascemos para o fracasso. Somos candidatos naturais a uma vida feliz, plena de sonhos e realizações. Vencer o medo e o desânimo pode ser o começo de uma trajetória vitoriosa. Jesus Cristo afirmou: “Tudo é possível àquele que crê”.
Daí, conclui-se que não existem obstáculos intransponíveis, existem sim, pessoas dominadas pelo medo e pelo desânimo.
Pastor Estevam Fernandes de Oliveira
Algumas pessoas, por estranho que pareça, têm medo da felicidade. Muitas terminam a vida sozinhas, eternamente frustradas, pois jamais acreditaram no amor, por terem medo de amar e serem amadas.
Há pessoas que não acreditam em si mesmas. Vivem derrotadas por um complexo de inferioridade, e por isso mesmo têm medo da competição, não lutam por seus espaços, antecipam os fracassos e, veem as dificuldades com lentes de aumento. Pessoas assim, que não cre-em em si mesmas, ficam sempre à margem da história, sem conquistas ou realizações.
O medo irracional altera a realidade, amplia a dimensão negativa das coisas, cria barreiras que não existem. Pela ótica do medo, só nos é revelada a face hostil dos desafios, e nunca a luz que revela a possibilidade da vitória.
Outro inimigo não menos perigoso é o desânimo. O desânimo é tão nocivo à nossa vida quanto o medo. Ele é o responsável pela apatia, pela desmotivação e pela incredulidade, que tem levado muitos a abandonarem seus sonhos e a viverem lamentando pelo que nunca conseguiram realizar.
O desânimo atua como um câncer silencioso em nosso espírito. Ele vai pouco a pouco minando a nossa fé, a nossa esperança, e nossas energias vitais. Como força destrutiva ele está presente no doente que não crê mais na cura, na pessoa que não luta mais por seus ideais, e nos relacionamentos que não acreditam mais na restauração. O desânimo aloja-se na alma dos mais fracos, fazendo ali a sua habitação segura.
O medo e o desânimo andam sempre juntos, como parceiros fatais, alimentando o pessimismo, o fracasso e a frustração dos que não conseguem vencê-los.
Até a dimensão espiritual pode ser atingida pelo medo. A Bíblia diz que os medrosos não entrarão no Reino de Deus. A fé e a coragem para lutar são, também, reflexos da presença de Deus em nossa vida, e sinais de uma espiritualidade sadia.
Não nascemos para o fracasso. Somos candidatos naturais a uma vida feliz, plena de sonhos e realizações. Vencer o medo e o desânimo pode ser o começo de uma trajetória vitoriosa. Jesus Cristo afirmou: “Tudo é possível àquele que crê”.
Daí, conclui-se que não existem obstáculos intransponíveis, existem sim, pessoas dominadas pelo medo e pelo desânimo.
Pastor Estevam Fernandes de Oliveira
quinta-feira, 26 de março de 2009
quarta-feira, 25 de março de 2009
segunda-feira, 23 de março de 2009
quarta-feira, 18 de março de 2009
Evolução - não temos exemplos dela ocorrendo
Um dos mecanismos que tem sido usado como possível causador da evolução das espécies é a recombinação genética. No entanto, ela claramente não pode causar o surgimento de novas funções nos seres vivos.
Confira o DVD »
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A Complexidade da Criação
Uma pequena célula possui mecanismos tão complexos que não poderiam ter surgido através da evolução e seleção natural.
Onde Darwin Errou
Este vídeo mostra a geologia do Vale do Rio Santa Cruz na Patagônia da Argentina. O Dr. Steve Austin, geólogo, visita a região e avalia a análise feito por Charles Darwin que também visitou o vale em 1834. Esta é a versão brasileira do vídeo "Where Darwin Went Wrong" também no YouTube, onde há comentários e respostas.
Saiba mais sobre este assunto »
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sábado, 7 de fevereiro de 2009
Aprendendo a esquecer
Nesses últimos dias, meditando na Palavra de Deus,
me deparei com o seguinte versículo: "Esqueçam o que
se foi; não vivam no passado. Vejam, estou fazendo uma
coisa nova! Ela já está surgindo! Vocês não a
reconhecem? Até no deserto vou abrir um caminho e
riachos no ermo" (Isaias 43. 18- 19).
Creio que este principio é um tanto insólito, pois
não queremos esquecer as coisas, alias lutamos
diariamente para termos uma boa memória. Ao
mesmo tempo, entendo que o esquecimento de certos
fatos, nos permite viver muito melhor!
Ninguém quer ficar estacionado no passado... Acho
que ninguém gosta de ficar estagnado por causa das
lembranças amargas, feridas antigas ou brigas históricas.
Todos nós desejamos ir para frente, em direção aos
propósitos de Deus para nossa vida. Creio que
lembrarmos de algumas situações geram em nós certo
grau de sofrimento. Jó é prova disso... Veja
comigo: "Quando me lembro disto, me perturbo, e a
minha carne estremece de horror" (Jó 21. 6).
Para aprender a viver no presente, olhando para o
futuro, é necessário ter algumas atitudes:
Esqueça seus próprios erros,
Esqueça os erros dos outros,
Lembre-se de que tempos melhores viram.
Assina: Pr Carlos Abjer
Fonte: Boletim Informativo ano 3, n 41- da Primeira Igreja do Nazareno de Santo André.
me deparei com o seguinte versículo: "Esqueçam o que
se foi; não vivam no passado. Vejam, estou fazendo uma
coisa nova! Ela já está surgindo! Vocês não a
reconhecem? Até no deserto vou abrir um caminho e
riachos no ermo" (Isaias 43. 18- 19).
Creio que este principio é um tanto insólito, pois
não queremos esquecer as coisas, alias lutamos
diariamente para termos uma boa memória. Ao
mesmo tempo, entendo que o esquecimento de certos
fatos, nos permite viver muito melhor!
Ninguém quer ficar estacionado no passado... Acho
que ninguém gosta de ficar estagnado por causa das
lembranças amargas, feridas antigas ou brigas históricas.
Todos nós desejamos ir para frente, em direção aos
propósitos de Deus para nossa vida. Creio que
lembrarmos de algumas situações geram em nós certo
grau de sofrimento. Jó é prova disso... Veja
comigo: "Quando me lembro disto, me perturbo, e a
minha carne estremece de horror" (Jó 21. 6).
Para aprender a viver no presente, olhando para o
futuro, é necessário ter algumas atitudes:
Esqueça seus próprios erros,
Esqueça os erros dos outros,
Lembre-se de que tempos melhores viram.
Assina: Pr Carlos Abjer
Fonte: Boletim Informativo ano 3, n 41- da Primeira Igreja do Nazareno de Santo André.
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Dia após dia negue-se a si mesmo
"O que as outras pessoas pensam de mim está se tornando cada vez menos importante; o que elas pensam de Jesus por minha causa é crucial."
Cliff Richard
Cliff Richard
Entre domingos
O escritor Dr. Eugene Petterson, renomado comentarista bíblico afirma que o grande problema que enfrentamos está entre os domingos. No domingo tudo está preparado para a nossa religiosidade: nossa roupa, nossas tradições, nossos hábitos, nosso compromisso. E assim procedemos.
Domingo, somos cristãos, mas como nos comportamos entre os domingos? A vida cristã é um ato contínuo. Somos chamados para vivê-la de forma plena. Não importa os lugares por onde passamos durante os dias entre os domingos. Aquilo que qualifica e identifica a nossa fé precisa vir à tona em todos os nossos atos. Onde vamos, com quem vamos, o que falamos, o que planejamos ou sonhamos, nada mais é, do que o fruto daquilo que somos no nosso interior.
O amado Senhor afirmou que somos conhecidos pelos frutos que produzimos e não pela 'frondosidade' das nossas árvores, nem pelo verdor de suas folhas. O fruto é a identificação daquilo que somos: "Pelos seus frutos os conhecereis..." No início de um novo ano sempre fazemos novos propósitos e estabelecemos alvos. Seria de bom alvitre que definíssemos o que seremos entre os domingos. Depois de cantar... o que cantamos, depois de orar... o que oramos. E depois de ouvir o desafio da mensagem dominical, definir como isso se materializará nos seis dias da semana.
A boa árvore dá bons frutos... não só aos domingos!
Pastor Aguiar Valvassoura
Fonte: Boletim Informativo nº 04/2009 da Igreja do Nazareno Central de Campinas
Domingo, somos cristãos, mas como nos comportamos entre os domingos? A vida cristã é um ato contínuo. Somos chamados para vivê-la de forma plena. Não importa os lugares por onde passamos durante os dias entre os domingos. Aquilo que qualifica e identifica a nossa fé precisa vir à tona em todos os nossos atos. Onde vamos, com quem vamos, o que falamos, o que planejamos ou sonhamos, nada mais é, do que o fruto daquilo que somos no nosso interior.
O amado Senhor afirmou que somos conhecidos pelos frutos que produzimos e não pela 'frondosidade' das nossas árvores, nem pelo verdor de suas folhas. O fruto é a identificação daquilo que somos: "Pelos seus frutos os conhecereis..." No início de um novo ano sempre fazemos novos propósitos e estabelecemos alvos. Seria de bom alvitre que definíssemos o que seremos entre os domingos. Depois de cantar... o que cantamos, depois de orar... o que oramos. E depois de ouvir o desafio da mensagem dominical, definir como isso se materializará nos seis dias da semana.
A boa árvore dá bons frutos... não só aos domingos!
Pastor Aguiar Valvassoura
Fonte: Boletim Informativo nº 04/2009 da Igreja do Nazareno Central de Campinas
domingo, 25 de janeiro de 2009
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